As realizações dos governos Garotinho e Rosinha
1 - A recuperação da indústria naval e a reabertura dos estaleiros
Estaleiro BrasFels (ex-Verolme),em Angra dos Reis
A partir de hoje, aqui no blog, vamos mostrar numa série de reportagens, as realizações mais importantes do meu governo e do de Rosinha, nas mais diversas áreas. Devido ao cerco da mídia, que não me dá espaço, muitas obras, iniciativas e programas dos nossos dois governos não tiveram a devida divulgação e hoje, pessoas sem escrúpulos, como o governador Sérgio Cabral, tentam se apropriar do que nós fizemos.
Vou começar falando de desenvolvimento econômico, mas o assunto é tão amplo e foram tantas as vitórias para o Estado do Rio de Janeiro, que o tema merece mais de um capítulo. Hoje, começamos pela recuperação da indústria naval do Rio de Janeiro, que foi indispensável ao crescimento econômico do nosso estado e que foi iniciativa do meu governo.
Algumas pessoas, por desinformação, confundem as coisas e acham que a reabertura dos estaleiros foi possibilitada pelo presidente Lula. Mas não foi. A recuperação começou no ano de 2000, quando eu era governador e na época Lula, nem sequer era candidato (as eleições foram em 2002 e ele assumiu em 2003).
Nos anos 70, a indústria naval tinha no Brasil, 40.000 empregados. Quase 90% trabalhavam nos estaleiros do Estado do Rio. Na década seguinte devido à crise, a maioria fechou as portas desempregando milhares de pessoas.
Para que vocês tenham uma idéia, em 1999, quando assumi o governo do Estado, somados todos os estaleiros ainda em atividade, não havia 500 empregados.
O desemprego era alto em todo o país e não me conformava, todas as vezes que passava na ponte Rio – Niterói e olhava para os estaleiros na Ilha da Conceição (Niterói) ou no Caju, e via tudo parado. Se o Rio de Janeiro precisava voltar a crescer e criar empregos, era indispensável reabrir os estaleiros. Era uma aposta para o futuro. Muitos me diziam: “Garotinho, se você conseguir criar incentivos e os estaleiros voltarem a funcionar, só daqui a 10 anos é que vai se perceber o impacto dessa medida. Você já vai ter saído do governo e não vai lhe render votos”. Ora, pensava comigo mesmo, um político precisa olhar pra frente e planejar um futuro melhor para o seu povo.
O sucesso das negociações com o governo federal fez com que o grupo Fels Setal (Cingapura) se interessasse pelo antigo VEROLME, em Angra dos Reis, que em 2000 tinha apenas 6 funcionários tomando conta das instalações fechada
Em março de 2000, num gesto simbólico reabri os portões do novo estaleiro BrasFels. Era a realização de um sonho. Para que vocês tenham uma idéia do que isso representou para Angra dos Reis e para a economia do nosso estado, em maio de 2004, tinha nada menos que 7.587 empregados diretos, sendo destes, 502 empregados que pela primeira vez assinaram a carteira de trabalho, obtendo seu primeiro emprego e do total de funcionários, 88% (6.676) eram moradores de Angra dos Reis.
Em setembro de 2000, foi a vez de reabrir o estaleiro Mauá / Jurong, em Niterói. E depois foram se seguindo os outros. Hoje, uma parcela significativa do crescimento econômico do Estado do Rio de Janeiro se deve à recuperação da indústria naval e à reabertura dos estaleiros. Abaixo, reproduzo o depoimento do então presidente do sindicato dos metalúrgicos do Rio de Janeiro, Maurício Ramos que conta, que em 2004, portanto apenas 5 anos, desde que reabri o primeiro estaleiro (BrasFels) o setor já empregava 25.000 pessoas de forma direta, caminhando a passos largos para voltar ao patamar de 35.000 do final dos anos 70.
Muitas pessoas não sabem, mas foi graças às iniciativas do meu governo que a indústria naval do Rio de Janeiro se recuperou e voltou a ser pujante e hoje tem condições de atender grandes encomendas da PETROBRÁS. Abaixo reproduzo ainda, uma reportagem da revista ISTO É, de março de 2004, que destaca a minha atuação pela reabertura dos estaleiros. Foi a realização de um sonho, que traz até hoje, benefícios diretos a dezenas de milhares de famílias e impulsiona a economia do Estado do Rio de Janeiro.
Em tempo: Na próxima postagem da série especial “As realizações dos governos Garotinho e Rosinha”, vou continuar falando de Desenvolvimento Econômico dando ênfase aos empreendimentos de grande porte, que trouxemos para o Estado do Rio, destacando o caso da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), que será inaugurada em julho deste ano.
Após lerem este texto, escrito por Garotinho em seu blog, eu lhe pergunto: Cite ao menos um feito do Governo Sergio Cabral? Será que consegue?`
Professora, Pedagoga e Contabilista Mariza Nobre
quinta-feira, 4 de março de 2010
Matéria retirada do blog do Garotinho
Vejam como Garotinho assusta a seus opositores! Basta que seu nome surja como possível candidato para que as notícias maudosas comecem a aparecer na mídia. LEIAM COM MUITA ATENÇÃO!!!
Desafio aos promotores da 6ª Promotoria de Tutela Coletiva da Capital
A pior coisa que pode acontecer numa democracia é a existência de instituições contaminadas por posições partidárias. Pessoas que deveriam cuidar do bem público, passam a agir como perseguidores daqueles que divergem de suas posições ideológicas. Agem como cabos eleitorais, adotando muitas vezes posturas mesquinhas para difamar adversários de seus padrinhos políticos.
É o caso do grupo de promotores que atua na 6ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo da Capital. Há anos, esse grupo vem entrando com sucessivas ações contra mim e a minha esposa Rosinha, na tentativa de criar fatos negativos, para que a mídia repercuta e a opinião pública tenha uma imagem distorcida de nossa atuação política.
Sua última manipulação grosseira foi a ação civil pública por ato de improbidade administrativa, impetrada contra a ex-governadora Rosinha Garotinho e o ex-procurador geral de Justiça do Estado, Francesco Conte alegando o prejuízo para os cofres públicos, na aceitação de um terreno para pagamento de dívidas de ICMS, por empresas devedoras ao Estado.
Esse grupo de promotores não aceitou até agora, o desafio feito pelo ex-procurador Francesco Conte de tornar público, o laudo de avaliação do terreno, que chegou ao valor de R$ 7 milhões, numa área de 340 mil metros quadrados (equivalente a 50 Maracanãs), situado, em Jacarepaguá. O terreno foi avaliado em auditoria independente, no ano de 2008, em R$ 81 milhões.
Por que escondem o laudo da imprensa? Mostrem senhores promotores! Afinal, a fórmula utilizada para cálculo é uma novidade: “segundo o sr. Wilson, o metro quadrado nesta área custa...”. Quem é o sr. Wilson? Que método é esse de avaliação que se baseia na informação de um tal de sr. Wilson?
Não sejam covardes, senhores promotores! Pelo menos tenham dignidade de tornar público o laudo baseado no método do sr. Wilson. Ou pelo menos digam, onde mora esse cidadão, o que ele faz na vida, se ele é corretor de imóveis, engenheiro ou qualquer coisa do gênero.
Quero afirmar, que diante do silêncio e da covardia dos promotores que integram a 6ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo da Capital, não me resta outra alternativa, senão representar contra os mesmos, no Conselho Nacional do Ministério Público, para resguardar a imagem dos dignos promotores que não concordam em transformar o Ministério Público, em tribunal de inquisição ou cabo eleitoral de quem quer que seja.
Desafio aos promotores da 6ª Promotoria de Tutela Coletiva da Capital
A pior coisa que pode acontecer numa democracia é a existência de instituições contaminadas por posições partidárias. Pessoas que deveriam cuidar do bem público, passam a agir como perseguidores daqueles que divergem de suas posições ideológicas. Agem como cabos eleitorais, adotando muitas vezes posturas mesquinhas para difamar adversários de seus padrinhos políticos.
É o caso do grupo de promotores que atua na 6ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo da Capital. Há anos, esse grupo vem entrando com sucessivas ações contra mim e a minha esposa Rosinha, na tentativa de criar fatos negativos, para que a mídia repercuta e a opinião pública tenha uma imagem distorcida de nossa atuação política.
Sua última manipulação grosseira foi a ação civil pública por ato de improbidade administrativa, impetrada contra a ex-governadora Rosinha Garotinho e o ex-procurador geral de Justiça do Estado, Francesco Conte alegando o prejuízo para os cofres públicos, na aceitação de um terreno para pagamento de dívidas de ICMS, por empresas devedoras ao Estado.
Esse grupo de promotores não aceitou até agora, o desafio feito pelo ex-procurador Francesco Conte de tornar público, o laudo de avaliação do terreno, que chegou ao valor de R$ 7 milhões, numa área de 340 mil metros quadrados (equivalente a 50 Maracanãs), situado, em Jacarepaguá. O terreno foi avaliado em auditoria independente, no ano de 2008, em R$ 81 milhões.
Por que escondem o laudo da imprensa? Mostrem senhores promotores! Afinal, a fórmula utilizada para cálculo é uma novidade: “segundo o sr. Wilson, o metro quadrado nesta área custa...”. Quem é o sr. Wilson? Que método é esse de avaliação que se baseia na informação de um tal de sr. Wilson?
Não sejam covardes, senhores promotores! Pelo menos tenham dignidade de tornar público o laudo baseado no método do sr. Wilson. Ou pelo menos digam, onde mora esse cidadão, o que ele faz na vida, se ele é corretor de imóveis, engenheiro ou qualquer coisa do gênero.
Quero afirmar, que diante do silêncio e da covardia dos promotores que integram a 6ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo da Capital, não me resta outra alternativa, senão representar contra os mesmos, no Conselho Nacional do Ministério Público, para resguardar a imagem dos dignos promotores que não concordam em transformar o Ministério Público, em tribunal de inquisição ou cabo eleitoral de quem quer que seja.
Promotores ou cabos eleitorais de Sergio Cabral ?
Leiam o texto abaixo retirado do blog do Garotinho!
É lamentável que uma instituição séria como o Ministério Público tenha sua imagem manchada pela atuação de promotores, que estão mais preocupados em fazer política do que serem “fiscais da lei”, que é a atribuição primordial da instituição.
É muito estranho, que justamente na semana em que o governador Sérgio Cabral recebe pesquisa mostrando que após a entrada de Gabeira na disputa eleitoral há um empate técnico entre eu e ele, tenha sido proposta uma ação, que por duas vezes já foi extinta pela Justiça com os mesmos argumentos.
É estranho também, que no período em que o governador Sérgio Cabral faz manobras para impedir minha possível candidatura ao governo do Estado, chegando ao ponto de chantagear a ministra Dilma Rousseff, os promotores entrem com uma representação, sem ao menos, me convocar para me manifestar sobre qualquer um dos fatos referidos no inquérito civil. Nunca fui convidado a prestar qualquer esclarecimento sobre esses fatos.
É estranhíssimo que os promotores resolvam propor uma ação que tem caráter político e não jurídico, justamente no momento em que circulam rumores de que uma grave crise moral envolvendo o governador Sérgio Cabral, o vice-governador Pezão, o secretário de Saúde e deputados está para ser deflagrada a qualquer momento, como vem sendo noticiado e circula por todo o meio político, com comentários de que as imagens do escândalo do Rio são sessão da tarde perto do que aconteceu em Brasília, com o governador Arruda. Lembrando que esses fatos já foram apreciados por duas vezes pela Justiça e as ações foram extintas.
Lamentavelmente estou sendo vítima do fortalecimento do Ministério Público, promovido por mim ao dar autonomia às tutelas coletivas, para promover ações de improbidade contra autoridades (ex-governadores e ex-secretários), o que antes era prerrogativa exclusiva do Procurador geral de Justiça. Não sabem usar a liberdade e estão induzindo a Justiça a erro.
Na decisão da juíza, ela refere-se a indícios de improbidade administrativa, mas não os identifica, nem ao menos os especifica. Afirma também, baseada nas informações do Ministério Público, que sua decisão se baseia em risco iminente de dilapidação patrimonial, mas não aponta quais os atos, que configurariam tal hipótese. Aliás, como se cogitar o risco de dilapidação, se o próprio Ministério Público afirma que o referido inquérito tramitou durante dois anos até a propositura da ação?
A magistrada, na sua decisão judicial usa como fundamento duas decisões da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Pois bem, foi justamente esta Câmara, que por unanimidade extinguiu as ações que versavam sobre os mesmos fatos contra mim e a ex-governadora Rosinha Garotinho.
Sou um ferrenho defensor da liberdade de imprensa e da independência dos poderes, mas infelizmente já tive que entrar na Justiça diversas vezes para garantir o direito de mostrar a verdade e ganhei dezenas de ações contra matérias montadas nitidamente por interesse político e eleitoral. O caso mais recente foi a condenação da revista VEJA.
Por fim trago para reflexão dos leitores deste blog, a advertência de alguém que as Organizações GLOBO conhecem muito bem, o senhor Joaquim Falcão, ex-presidente da Fundação Roberto Marinho:
“Imprensa não é justiça. Essa relação é um remendo. Um desvio institucional. Jornal não é fórum. Repórter não é juiz. Nem editor é desembargador. E quando, por acaso, acreditam ser transformam a dignidade da informação, na arrogância da autoridade que não têm.
Não raramente, hoje, alguns jornais ao divulgarem a denúncia alheia, acusam sem apurar. Processam sem ouvir. Colocam o réu, sem defesa na prisão da opinião pública. Enfim, condenam sem julgar. Na ânsia da denúncia que vende e dá prestígio, são imprudentes.”
A citação acima serve tanto para os promotores do Ministério Público quanto para os jornalistas.
É lamentável que uma instituição séria como o Ministério Público tenha sua imagem manchada pela atuação de promotores, que estão mais preocupados em fazer política do que serem “fiscais da lei”, que é a atribuição primordial da instituição.
É muito estranho, que justamente na semana em que o governador Sérgio Cabral recebe pesquisa mostrando que após a entrada de Gabeira na disputa eleitoral há um empate técnico entre eu e ele, tenha sido proposta uma ação, que por duas vezes já foi extinta pela Justiça com os mesmos argumentos.
É estranho também, que no período em que o governador Sérgio Cabral faz manobras para impedir minha possível candidatura ao governo do Estado, chegando ao ponto de chantagear a ministra Dilma Rousseff, os promotores entrem com uma representação, sem ao menos, me convocar para me manifestar sobre qualquer um dos fatos referidos no inquérito civil. Nunca fui convidado a prestar qualquer esclarecimento sobre esses fatos.
É estranhíssimo que os promotores resolvam propor uma ação que tem caráter político e não jurídico, justamente no momento em que circulam rumores de que uma grave crise moral envolvendo o governador Sérgio Cabral, o vice-governador Pezão, o secretário de Saúde e deputados está para ser deflagrada a qualquer momento, como vem sendo noticiado e circula por todo o meio político, com comentários de que as imagens do escândalo do Rio são sessão da tarde perto do que aconteceu em Brasília, com o governador Arruda. Lembrando que esses fatos já foram apreciados por duas vezes pela Justiça e as ações foram extintas.
Lamentavelmente estou sendo vítima do fortalecimento do Ministério Público, promovido por mim ao dar autonomia às tutelas coletivas, para promover ações de improbidade contra autoridades (ex-governadores e ex-secretários), o que antes era prerrogativa exclusiva do Procurador geral de Justiça. Não sabem usar a liberdade e estão induzindo a Justiça a erro.
Na decisão da juíza, ela refere-se a indícios de improbidade administrativa, mas não os identifica, nem ao menos os especifica. Afirma também, baseada nas informações do Ministério Público, que sua decisão se baseia em risco iminente de dilapidação patrimonial, mas não aponta quais os atos, que configurariam tal hipótese. Aliás, como se cogitar o risco de dilapidação, se o próprio Ministério Público afirma que o referido inquérito tramitou durante dois anos até a propositura da ação?
A magistrada, na sua decisão judicial usa como fundamento duas decisões da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Pois bem, foi justamente esta Câmara, que por unanimidade extinguiu as ações que versavam sobre os mesmos fatos contra mim e a ex-governadora Rosinha Garotinho.
Sou um ferrenho defensor da liberdade de imprensa e da independência dos poderes, mas infelizmente já tive que entrar na Justiça diversas vezes para garantir o direito de mostrar a verdade e ganhei dezenas de ações contra matérias montadas nitidamente por interesse político e eleitoral. O caso mais recente foi a condenação da revista VEJA.
Por fim trago para reflexão dos leitores deste blog, a advertência de alguém que as Organizações GLOBO conhecem muito bem, o senhor Joaquim Falcão, ex-presidente da Fundação Roberto Marinho:
“Imprensa não é justiça. Essa relação é um remendo. Um desvio institucional. Jornal não é fórum. Repórter não é juiz. Nem editor é desembargador. E quando, por acaso, acreditam ser transformam a dignidade da informação, na arrogância da autoridade que não têm.
Não raramente, hoje, alguns jornais ao divulgarem a denúncia alheia, acusam sem apurar. Processam sem ouvir. Colocam o réu, sem defesa na prisão da opinião pública. Enfim, condenam sem julgar. Na ânsia da denúncia que vende e dá prestígio, são imprudentes.”
A citação acima serve tanto para os promotores do Ministério Público quanto para os jornalistas.
quarta-feira, 3 de março de 2010
conheça um pouco da história de Garotinho
Anthony Garotinho nasceu em Campos dos Goytacazes no dia 18 de abril de 1960. Aos 15 anos foi recrutado pelo Partido Comunista por sua atuação como líder estudantil no Liceu de Humanidades de Campos.
Nessa época também fazia teatro no SESC de Campos, onde escrevia, dirigia e atuava em várias peças de grupos amadores. Foi lá que conheceu Rosinha, sua esposa. Foi esse seu amor pela arte que o levou anos depois, já como prefeito de Campos, a construir o Teatro Trianon, o maior do interior do estado, com 900 lugares.
Com 16 anos, começa sua carreira de radialista, primeiro na área esportiva, depois como apresentador de programas de debates, com grande participação popular. Foi perseguido ao defender os trabalhadores (bóias-frias) dos canaviais e denunciar nos microfones os maus tratos que eles sofriam, além do emprego de crianças no corte de cana. Retirado do ar de todas as emissoras de rádio, uma após a outra, Garotinho resolveu fazer seu programa em cima de um caminhão que percorria as comunidades e distritos do interior.
Em 1981 participa da criação do Partido dos Trabalhadores. Foi o candidato a vereador mais votado, mas o partido não atingiu o coeficiente eleitoral.
Garotinho e Rosinha se casaram em dezembro de 1981, tiveram 4 filhos e ajudaram a criar mais 5.
Em 1986, apesar da intensa perseguição dos usineiros poderosos, foi eleito Deputado Estadual pelo PDT, fazendo a campanha “O TOSTÃO CONTRA O MILHÃO” em cima de um caixotinho.
Dois anos depois foi eleito Prefeito, com 28 anos, implantando vários projetos pioneiros, entre eles o “Programa Desafio” (que mais tarde se transformou no PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil).
Garotinho levou Campos ao reconhecimento de cidade com maior índice de retirada de menores do trabalho infantil, e por essa vitória recebeu da UNICEF o título de “Prefeito Amigo das Crianças”.
Em 1993 assume a secretaria de Agricultura, Abastecimento e Pesca, no segundo governo Brizola. Um ano depois lança sua candidatura ao governo do Estado, perdendo no 2º turno para Marcello Alencar por apenas 4% de diferença.
Depois de passar dois anos apresentando o Show do Garotinho na Rádio Tupi, volta a se eleger Prefeito de Campos, com mais 70% dos votos válidos.
Em 1998 se elege governador do Rio de Janeiro vencendo o ex-prefeito Cesar Maia no 2º turno com mais de 4 milhões de votos. Em 5 de abril de 2002 (filiado ao PSB) deixa o governo com 88% de aprovação para se candidatar à presidência da República. Com uma campanha simples, enfrentou a máquina milionária do poder. Teve mais de 15 milhões de votos e ficou em terceiro lugar.
Nesse mesmo ano elegeu Rosinha Governadora do Rio no 1º turno. Garotinho ocupou as Secretarias de Governo e de Segurança Pública.
Em 2006 vence as prévias do PMDB como candidato à presidência da República, mas a Executiva Nacional do partido decidiu não lançar candidato naquele ano.
Em 2008 elegeu Rosinha como Prefeita de Campos, derrotando um poder que estagnou a cidade por quase uma década. Também elegeu sua filha Clarissa como vereadora no Rio de Janeiro: aos 26 anos ela foi a quinta mais votada na cidade e a primeira colocada do PMDB.
Em 2009, descontente com os rumos do PMDB no estado do Rio de Janeiro entrega o cargo de presidente regional e se filia ao PR (Partido da República).
Atualmente Garotinho apresenta os programas “Fala Garotinho” na Rádio Manchete, de segunda a sexta, das 9h ao meio-dia, e o “Palavra de Paz”, na Rádio Melodia, de segunda a sexta das 17h às 19h, e aos sábados, das 9h às 10h.
Nessa época também fazia teatro no SESC de Campos, onde escrevia, dirigia e atuava em várias peças de grupos amadores. Foi lá que conheceu Rosinha, sua esposa. Foi esse seu amor pela arte que o levou anos depois, já como prefeito de Campos, a construir o Teatro Trianon, o maior do interior do estado, com 900 lugares.
Com 16 anos, começa sua carreira de radialista, primeiro na área esportiva, depois como apresentador de programas de debates, com grande participação popular. Foi perseguido ao defender os trabalhadores (bóias-frias) dos canaviais e denunciar nos microfones os maus tratos que eles sofriam, além do emprego de crianças no corte de cana. Retirado do ar de todas as emissoras de rádio, uma após a outra, Garotinho resolveu fazer seu programa em cima de um caminhão que percorria as comunidades e distritos do interior.
Em 1981 participa da criação do Partido dos Trabalhadores. Foi o candidato a vereador mais votado, mas o partido não atingiu o coeficiente eleitoral.
Garotinho e Rosinha se casaram em dezembro de 1981, tiveram 4 filhos e ajudaram a criar mais 5.
Em 1986, apesar da intensa perseguição dos usineiros poderosos, foi eleito Deputado Estadual pelo PDT, fazendo a campanha “O TOSTÃO CONTRA O MILHÃO” em cima de um caixotinho.
Dois anos depois foi eleito Prefeito, com 28 anos, implantando vários projetos pioneiros, entre eles o “Programa Desafio” (que mais tarde se transformou no PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil).
Garotinho levou Campos ao reconhecimento de cidade com maior índice de retirada de menores do trabalho infantil, e por essa vitória recebeu da UNICEF o título de “Prefeito Amigo das Crianças”.
Em 1993 assume a secretaria de Agricultura, Abastecimento e Pesca, no segundo governo Brizola. Um ano depois lança sua candidatura ao governo do Estado, perdendo no 2º turno para Marcello Alencar por apenas 4% de diferença.
Depois de passar dois anos apresentando o Show do Garotinho na Rádio Tupi, volta a se eleger Prefeito de Campos, com mais 70% dos votos válidos.
Em 1998 se elege governador do Rio de Janeiro vencendo o ex-prefeito Cesar Maia no 2º turno com mais de 4 milhões de votos. Em 5 de abril de 2002 (filiado ao PSB) deixa o governo com 88% de aprovação para se candidatar à presidência da República. Com uma campanha simples, enfrentou a máquina milionária do poder. Teve mais de 15 milhões de votos e ficou em terceiro lugar.
Nesse mesmo ano elegeu Rosinha Governadora do Rio no 1º turno. Garotinho ocupou as Secretarias de Governo e de Segurança Pública.
Em 2006 vence as prévias do PMDB como candidato à presidência da República, mas a Executiva Nacional do partido decidiu não lançar candidato naquele ano.
Em 2008 elegeu Rosinha como Prefeita de Campos, derrotando um poder que estagnou a cidade por quase uma década. Também elegeu sua filha Clarissa como vereadora no Rio de Janeiro: aos 26 anos ela foi a quinta mais votada na cidade e a primeira colocada do PMDB.
Em 2009, descontente com os rumos do PMDB no estado do Rio de Janeiro entrega o cargo de presidente regional e se filia ao PR (Partido da República).
Atualmente Garotinho apresenta os programas “Fala Garotinho” na Rádio Manchete, de segunda a sexta, das 9h ao meio-dia, e o “Palavra de Paz”, na Rádio Melodia, de segunda a sexta das 17h às 19h, e aos sábados, das 9h às 10h.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Escândalo Metrô
Mais um engodo do Governo Sergio Cabral. Não satisfeito com o escândalo publicado pelos jornais de São Paulo (Por que será que os jornais do Rio não denunciaram) que a esposa do Governador é advogada do Metrô e ele como "bom esposo" porrogou por mais 20 anos a concessão do Metrô. Será que se sua esposa não fosse a advogada do Metrô, isso teria acontecido?
E agora estamos vivendo outro momento Metrô. O Governo está fazendo obras de ampliação na linha 2, mas só teremos novos trens para suprir as necessidades da população em 2011.
Mais uma do Geverno Sergio Cabral.
Professora`, Pedagoga e Contabilista Mariza Nobre
E agora estamos vivendo outro momento Metrô. O Governo está fazendo obras de ampliação na linha 2, mas só teremos novos trens para suprir as necessidades da população em 2011.
Mais uma do Geverno Sergio Cabral.
Professora`, Pedagoga e Contabilista Mariza Nobre
Toneladas de peixes morrem na Lagoa Rodrigo de Freitas
Logo após o governador Sergio Cabral dizer que a Lagoa Rodrigo de freitas estava despoluida, somos acordados com toneladas de peixes mortos. O que provocou essa mortandade se a Lagoa está despoluída (segundo o governo)?
O Governador, como sempre, quando há algum problema sério acontecendo no Estado,ele desaparece.Bsta lembrar do fato mais recente que aconteceu em Angra dos Reis.
A Cedae não se pronunciou.Quem apareceu tentando justificar esse desastre ecológico foi a Secretária de Meio Ambiente que visivelmente perdida dava informações totalmente descabidas: primeiro disse que seriam aproximadamente 500 kilos de peixes mortos quando na verdade os dados são assustadores: mais de 12.5 toneladas; depois disse que a água estava poluída por algas, quando na verdade ambientalistas sérios confirmaram o derramento de esgoto na Lagoa.Onde está a CEDAE uqe nã fiscaliza.
Será que até o fim do ano poderemos acreditar em alguma coisa dita pelo Governo Sergio Cabral? Claro que não, pois no primeiro dia de Governo o Sr. Sergio Cabral já mentia traindo as suas promessas de campanha. Portanto não será depois de quatro anos que ele será verdadeiro.
Professora, Pedagoga e Contabilista Mariza Nobre
O Governador, como sempre, quando há algum problema sério acontecendo no Estado,ele desaparece.Bsta lembrar do fato mais recente que aconteceu em Angra dos Reis.
A Cedae não se pronunciou.Quem apareceu tentando justificar esse desastre ecológico foi a Secretária de Meio Ambiente que visivelmente perdida dava informações totalmente descabidas: primeiro disse que seriam aproximadamente 500 kilos de peixes mortos quando na verdade os dados são assustadores: mais de 12.5 toneladas; depois disse que a água estava poluída por algas, quando na verdade ambientalistas sérios confirmaram o derramento de esgoto na Lagoa.Onde está a CEDAE uqe nã fiscaliza.
Será que até o fim do ano poderemos acreditar em alguma coisa dita pelo Governo Sergio Cabral? Claro que não, pois no primeiro dia de Governo o Sr. Sergio Cabral já mentia traindo as suas promessas de campanha. Portanto não será depois de quatro anos que ele será verdadeiro.
Professora, Pedagoga e Contabilista Mariza Nobre
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Realizações do Governo Garotinho
Saneamento, renda e emprego
Urbanização, batalhão da PM, quatro novas delegacias, cinco centro comunitários, quatro creches, dois restaurantes e três farmácias populares: a reconstrução da Baixada pelo casal Garotinho. A Baixada Fluminense mudou de cara nos governos Garotinho e Rosinha. No período, foi um canteiro de obras permanente, em todos os setores. Um dos exemplos daquela intervenção do governo da época foram as obras feitas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), com investimentos superiores a R$ 147 milhões, aplicados desde a pavimentação de ruas – além de drenagem, saneamento e urbanização- até a construção do viaduto de Austim, em Nova Iguaçu. Já Belford Roxo ganhou um batalhão da Polícia Militar e a região quatro delegacias legais e três delegais de atendimento à mulher. Na área social, foram implantados cinco centros comunitários de defesa da cidadania e o Centro integrado de Atendimento à Mulher de Nova Iguaçu, além de quatro creches nos bairros Centenário, Xavantes e Santa Teresina. A Baixada também recebeu dois restaurantes populares e três farmácias populares.
A saúde chega pelos canos da nova adutora
Em março de 2006, a governadora Rosinha Garotinho entregou à população a Adutora da Baixada Fluminense, construída e operada pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae). A nova adutora melhorou o abastecimento de água para 2,5 milhões de habitantes de seis municípios ao transportar 760 milhões de litros por dia para Nova Iguaçu, Queimados, Mesquita, Belford roxo, São João de Meriti e parte de Nilópolis e Duque de Caxias.
Saúde e controle de inundações
Foram investidos durante a gestão Garotinho/Rosinha R$ 40 milhões em quase uma centena de cursos d´agua do Estado, com prioridade para a Baixada. Foram dez intervenções em Duque de Caxias, dez em São João de Mereti, três em Belford Roxo, três em Magé, uma em Paracambi e uma em Seropédica. Além dos trabalhos de dragagem dos rios, foram implementadas ações na educação ambiental, na formação de cooperativas de catadores e realizadas palestras nas escolas e comunidades sobre os riscos de se jogar lixo nos rios.
A redenção de um setor econômico
Graças à implantação do Pólo Gás Químico, promovida na gestão Garotinho/Rosinha, em Duque de Caxias, com investimento de 1,1 bilhão de dólares, 29 indústrias de transformação de plástico se instalaram na região, gerando milhares de empregos diretos e indiretos.
Juventude
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Formação profissional e primeiro emprego
O governo do Estado na gestão Garotinho/Rosinha criou políticas públicas para a juventude baseadas em uma premissa: jovem desempregado e longe da escola é mais assediado pela violência urbana. Todos os programas criados por Garotinho e, posteriormente, por Rosinha foram voltados para a atividade social. E mobilizaram milhares de jovens em todo o Estado. Um bom exemplo dessa política foi o Jovens Pela Paz: ele recrutava jovens entre 16 e 25 anos de comunidades carentes para atuar em diversos projetos do governo do Estado. Os integrantes ganhavam bolsa mensal, à época, de R$ 241 por quatro horas diárias de trabalho, com o objetivo de afastá-los do envolvimento com o tráfico por meio de oficinas artísticas, culturais e esportivas. Além de criar esses programas, tanto Garotinho quanto Rosinha investiram em parcerias com a iniciativa privada para que as empresas abrissem suas portas aos jovens. Assim, entre outros setores, parte das vagas criadas na indústria naval - que teve sua recuperação iniciada no Governo Garotinho – passou a ser preenchida por jovens de comunidades carentes a partir dos 17 anos.
Funcionalismo
Mais de 70 mil contratados por concurso público
Educação e segurança tiveram o maior contingente de contratados por concurso público, confirmando a importância dada pelo casal Garotinho ao atendimento direto da população fluminense. Nenhum governo do Rio contratou tanto, com tanto equilíbrio. Foram 72 mil servidores admitidos desde 1999 por meio de concurso público – a forma mais justa e democrática de preencher o quadro de pessoal permanente. Educação e segurança pública foram as áreas que ficaram com a maior parte dos servidores contratados por concursos. Quando assumiu o governo, Garotinho encontrou uma situação caótica no funcionalismo: o Estado passava por grave crise financeira, o 13.º salário não havia sido pago integralmente e os servidores não tinham calendário anual para o recebimento dos salários, que atrasavam seguidamente. Em pouco tempo,a situação se normalizou e, ao final do mandado de Rosinha, o funcionalismo recebia em dia, o 13.º era pago antecipadamente, foi aprovado um novo plano de caros e salários, nenhuma obra deixou de ser feita por falta de servidores públicos e a prestação de serviços diretos à população foi ampliada a níveis nunca praticados no Estado.
Turismo
Realizações
Investimentos ampliaram o leque de atrações
O Estado do Rio é o principal porto de entrada de turistas no Brasil e único com duas cidades entre as dez mais visitadas por eles – Rio e Búzios. O governo Garotinho/Rosinha fez diversas investimentos nessas cidades - modernizou, por exemplo, o Aeroporto Internacional Tom Jobim – mas o interior não foi esquecido, pelo contrário. Foram criados por Garotinho e Rosinha seis novos roteiros turísticos: Metropolitano (Rio e Niterói), Costa do Sol (Região dos Lagos), Serra Verde Imperial ( com destaque para os roteiros de gastronomia e artezanato); Costa Verde (com sugestões de passeios náuticos, esportes radicais e turismo ecológico), Agulhas Negras (Mauá, Itatiaia, etc); e Ciclo do Café (turismo históricos nas fazendas de café).
Transporte
Realizações
Trens coreanos e metrô em Copacabana
Trens com tecnologia coreana e japonesa comprados na gestão Garotinho/Rosinha garantiam conforto e segurança para os passageiros de toda Região Metropolitana. Foram mais de cem milhões de dólares que mudaram o padrão do transporte público na Região Metropolitana. Quase 17 milhões foram investidos na Estação de Caxias, com reurbanização das áreas próximas. Outros R$ 27 milhões foram aplicados nas estações do Ramal da Leopoldina. Para expandir, o metrô até Copacabana, Rosinha teve de brigar com o governo federal e recorrer à Justiça. No Metrô foram investidos quase R$ 400 milhões para cumprir o cronograma da obra sem o apoio do governo federal.
Agricultura
Realizações
Programa Frutificar começou com Garotinho gerando 30 mil empregos e beneficiando 600 produtores. O Frutificar aumentou ainda a área de produção de seis mil hectares e promoveu a diversificação de culturas, atraindo empresas fabricantes de sucos. Antes da gestão Garotinho/Rosinha, os agricultores estavam entregues à própria sorte. Ao fim da gestão de Rosinha, havia seis mil hectares de fruticultura irrigada, trabalho para 20 mil pessoas e crédito com apenas 2% de juros ao ano. Criado na gestão Rosinha Garotinho, o Programa Florescer fez do Estado um dos grandes produtores de flores, com grande quantidade de empregos criados. Já para assegurar a produção leiteira do Estado do Rio, a então governadora Rosinha tomou uma atitude inédita no País: pediu, e conseguiu, a intervenção na administração da Parmalat, que anunciara a intenção de fechar sua fábrica em Itaperuna, o que colocava em risco 11 cooperativas e associações de produtores. Seis meses depois da intervenção, a unidade estava totalmente saneada, com todas as dívidas pagas e a compra da produção das cooperativas garantida.
Habitação
Realizações
Trinta mil casas construídas e entregues à população
Desde 1999, quando Garotinho assumiu o governo e até 2006, foram erguidas 28 mil casas por todos os municípios. Numa área de 3,3 milhões de metros quadrados, que estava abandonada há mais de 20 anos, foi implantado, a partir de 2000, o maior conjunto de casas populares da América Latina, o Nova Sepetiba. O governo Garotinho/Rosinha acabou também, entre outras, com a Favela do lixão, em Duque de Caxias. A área, como em outras comunidades, foi transformada num bairro popular, reurbanizado. Em todos os conjuntos habitacionais o governo até 2006 oferecia à população quadra polivalente e playground, além de moradia com quarto, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.
Cultura
Realizações
Patrimônio preservado para ser aberto ao povo
O Teatro Municipal com nova iluminação abriu as portas para o povo na gestão Garotinho/Rosinha com óperas a um Real e, em todo o Estado, o governo fez obras para proteger prédios, igrejas e templos com importância histórica. Com o Projeto Oscarito, foram abertos cinemas em lugares onde havia carência e até inexistência de salas de exibição de filmes. Na totalidade, surgiram 17 Salas Populares de Cinema, que proporcionaram à população de baixa renda a chance de assistir ao melhor do cinema nacional e filmes estrangeiros. Ao final de 2006, quase 70 mil pessoas já tinham assistido filmes pagando apenas R$ 1 pelo ingresso. As salas de cinema ofereciam também peças teatrais e oficinas de audiovisual.
Interior
Realizações
Enfim, a fusão entre interior e capital
Com estratégia política e verba de R$ 300 milhões, o governo Garotinho/Rosinha tornou realidade a fusão entre o interior e a antiga Guanabara: fim das diferenças e dos preconceitos. Isso foi possível com a criação, por Garotinho, em 2001, do Plano de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios (Padem). Até o fim de 2005, o governo do Estado investiu mais de R$ 300 milhões em obras nos municípios por intermédio do Padem. E mais importante: com o Padem, os municípios passaram a receber diretamente do Estado a fundo perdido. Antes, os prefeitos tinham que percorrer os corredores da burocracia em Brasília.
Rodovias
Realizações
Com Garotinho/Rosinha, melhor malha de estradas do País
Durante os dois mandatos, o Estado do Rio passou a ter mais de 90% de suas rodovias asfaltadas e investiu pesadamente na duplicação e reforma. Em 1999, quando o ex-governador assumiu, o Estado tinha apenas dois mil quilômetros de estradas asfaltadas, o que correspondia a 49% de rodovias estaduais pavimentadas. Com investimento e trabalho, ao fim da gestão Garotinho/Rosinha, mais de 90% das estradas foram asfaltadas e receberam obras 80% dos 92 municípios, muitos deles historicamente esquecidos pelos governantes.
Saneamento
Realizações
Saneamento
Praias e lagoas recuperadas no maior investimento do Rio. O programa de saneamento implantado na Zona Oeste na gestão de Garotinho/Rosinha teve investimentos de R$ 450 milhões e levou benefícios a mais de 1 milhão e 300 mil pessoas, com tratamento de esgoto e da água. Houve também fortes investimentos na recuperação e despoluição das lagoas de Araruama, de Saquarema e no complexo Piratininga-Itaipu. Na Região dos Lagos foram construídas quatro estações de tratamento de esgoto em Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Iguaba Grande e Araruama.
Segurança
Realizações
Com investimento, inteligência e vontade política, o Estado, sob administração de Garotinho e Rosinha, obteve grandes vitórias contra o crime: 80 chefões presos e redução de seqüestros, homicídios e assaltos a bancos. Com tecnologia de última geração e R$ 52 milhões de investimento, foi instalado na gestão Rosinha Garotinho o Centro de Comando e Controle, a partir do qual se monitoravam por câmeras os pontos críticos da Região Metropolitana, o interior do presídio e casas de custódia. Foram construídos ainda mais quatro batalhões e adquiridos milhares de veículos. Por concurso público, foram contratados 15 mil policiais militares e 3,7 mil civis. Com isso, o índice per capita de policiais no Estado do Rio é um dos melhores do País. Em 1998, havia 283 policiais para cada 100 habitantes. Em 2006 esta relação era de 323 por 100 mil.
Social
Realizações
Governo para os excluídos
Na gestão Garotinho/Rosinha mais de 60 programas foram criados para oferecer renda e autoestima às vítimas do modelo neoliberal criado pelo PSDB e acentuado pelo mandato petista. Essa política começou a ser implantada com a criação da Secretaria de Ação Social e Cidadania, na gestão de Anthony Garotinho, um marco para a área de assistência social no Estado. A partir de 2000, com a nomeação de Rosinha Garotinho para assumir a então recém criada secretaria, o governo do Estado passou a ter uma política pública para desenvolver programas de proteção da população mais carente.
Fim do improviso na área social
Antes – Os programas sociais eram descoordenados, espalhados por vários órgãos.
Depois – Criação da secretaria própria concentrou todos os programas e fixou uma estratégia global.
Saúde
Realizações
A vida em primeiro lugar
Dois governos, uma década de esforço, e o Estado do Rio obteve uma de suas mais importantes conquistas: as mortes de crianças diminuíram em 43 por cento. Na gestão Garotinho/Rosinha, o orçamento da Secretaria de Saúde aumentou 200% de 1999 a 2005, de R$ 572 milhões para R$ 2,2 bilhões. A hanseníase foi erradicada, foi aumentada a cobertura de vacinas contra gripe para idosos acima de 60 anos e contra a poliomelite para crianças até cinco anos e o Programa de Controle da Tuberculose consegui aumentar o índice de cura de 67% para 72% Já o Programa Emergência em Casa fez até o fim do mandato de Rosinha Garotinho 223.717 atendimentos e conseguiu resolver 100% dos problemas por telefone ou na residência da pessoa atendida, evitando-se idas inúteis aos hospitais.
Esportes
Realizações
A salvação do Maracanã e ao volta do povo aos estádios
O maior do mundo ia ser derrubado pela Prefeitura para virar estacionamento, mas governo Garotinho/Rosinha reformou o estádio e levou de volta os torcedores ao “Maraca”. Com a reforma, o estádio se tornou um dos melhores do mundo. O Maracanãzinho também foi reformado pelo estado na gestão Garotinho/Rosinha. Outra boa iniciativa foi a promoção Gol de Placa, pela qual muitos torcedores que não podiam pagar ingressos passaram à época a frequentar os estádios, após juntarem R$ 50 em notas fiscais, comprarem uma raspadinha a R$ 1 e trocarem pelo ingresso.
Economia
Realizações
Rio cresceu mais que o Brasil
Os índices oficiais comprovam o acerto da política econômica na gestão Anthony Garotinho/Rosinha. O Produto Interno Bruto (PIB) estadual cresceu durante o mandato 5,06%, enquanto o do Brasil ficou em 2,3%. O aumento da participação do interior na composição do PIB foi outra vitória das políticas públicas adotadas pelo ex-governador. Em 1999, correspondia a 32% e em 2005 atingiu 55%, de acordo com a Fundação Cide (Centro de Informações e Dados do Rio de Janeiro). A Fundação Cide calculou também que o PIB per capita do Estado foi de R$ 18.557,88 em 2005. Esse resultado foi 3,71% maior do que o apresentado no ano anterior, de R$ 16.797,15.
Bons ventos para a indústria naval
A indústria naval do Estado do Rio renasceu nos últimos anos. De 1999 a 2006, graças à política implantada pelo ex-governador Garotinho, foram abertos ou revitalizados 20 estaleiros. O volume de dinheiro movimentado cresceu de US$ 50 milhões em 1998 para US$ 4 bilhões em 2006. Em 1999, o setor empregava empregos diretos e mais de 100 mil indiretos.
Já a ex-governadora Rosinha Garotinho, além de manter a política de concessão de incentivos fiscais, orientou a Secretaria de Energia, Indústria Naval e Petróleo a participar de feiras internacionais para apresentar o potencial da indústria fluminense, que passou,à época, a receber encomendas de investidores noruegueses, argentinos, ingleses e americanos.
A arrancada da indústria automotiva
Até 1999, o Estado do Rio não produzia um único carro. Em 2006, último ano da administração Rosinha, saíram da linha de montagem 140 mil carros. Foi o resultado da implantação do Pólo Metal-Mecânico de Resende e Porto Real que congrega empresas, emprega e exporta. Bem diferente do panorama atual, onde o pólo, ao contrário de empregar, passou a demitir. Na área da petroquímica a gestão Garotinho/Rosinha inaugurou a Poli-Brasil, empresa-mãe do Polo Gás-Químico, em Duque de Caxias. Com a iniciativa, a Baixada Fluminense e a Região Serrana garantiram a instalação de 29 indústrias de transformação de plástico, aproveitando a matéria-prima produzida pelo polo. Os investimentos ultrapassaram a casa de R$ 170 milhões. Já para aumentar a participação das micro e pequenas empresas – grandes empregadoras – foi criada a agência de fomento Investe Rio, com capital de R$ 5 milhões para empréstimo. As confecções de Polo de Moda Íntima de Nova Friburgo receberam crédito de R$ 500 mil para aquisição de equipamento e capital de giro. Além desses polos, foram criados ou expandidos osde extração mineral,no Noroeste, o cimenteiro, na região Serrana, o de tecnologia da informação, em Petrópolis, o de fruticultura irrigada, no Norte e nas Baixadas Litorãneas, o naval, em Niterói, São Gonçalo e Angra dos Reis, o petrolífero,em Campos e Macaé, e o de turismo, dividido em 13 regiões.
Da dependência à autosuficiência
Antes - O Estado do Rio importava 60% de energia elétrica consumida Depois - As administrações Garotinho e Rosinha deixaram um excedente exportável de 30% da energia que o Estado do Rio produz
Com Garotinho, número de carteiras assinadas aumentou
O Estado do Rio gerava mais empregos com carteira assinada do que o restante do País, no período de Garotinho e Rosinha. No primeiro quadrimestre de 2006, o Brasil teve crescimento de somente 2% no número de empregos formais, enquanto o Estado do Rio cresceu 31,5% em relação ao mesmo período de 2005, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
Bons tempos: Indústria a pleno favor
A produtividade industrial aumentou 14,9% no Brasil entre 2002-2005 e 35,3% no Estado do Rio, com destaque para o forte desempenho do setor têxtil, beneficiado pela política pública de incentivos fiscais patrocinada pela gestão Garotinho/Rosinha.
Educação
Realizações
Prioridade na formação profissional e ensino de qualidade
A rede escolar cresceu 79% (de 333 mil para 564 mil alunos), mas o governo Garotinho/Rosinha também investiu pesado nas formação de mais de 40 mil técnicos e na criação de universidades em áreas carentes. A rede foi ampliada em 231 mil alunos e 25 mil novos professores. Os resultados apareceram: o Estado tirou primeiro lugar em 2005 nas provas do Enem. A gestão Garotinho/Rosinha acabou ainda com as filas para matrículas e implantou programas que garantiam assistência médica ao aluno. No ensino técnico o número de matriculados passou de 62.470 em 1999 para 439.479 em 2004. Ou seja, foi o governo que melhor percebeu que para gerar o desenvolvimento era imperativo investir pesado na formação de mão de obra especializada. No ensino superior foi democratizado o acesso, com a criação, em 1999, da Universidade a Distância. Em 2006 mais de 20 mil alunos tinham cursado esse sistema de ensino, que foi considerado pelo Ministério da Educação um modelo para todo Brasil.
Transformação
Realizações
O princípio são 2 verbos: desenvolver e distribuir
Antes de números, análises ou eventuais críticas, que fique assentada uma certeza, caro internauta: o Estado do Rio mudou, com os governos de Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho. Nos dois governos, fluminenses e cariocas experimentaram a mais séria, profunda e consistente transformação socioeconômica de sua história. No período, os ex-governadores Garotinho e Rosinha operaram mudanças estruturantes na economia e no tecido social do segundo estado da federação. As iniciativas obedeceram a um rigoroso planejamento, formulado a partir de dois pressupostos básico: desenvolvimento econômico e distribuição de renda.
Trocaram-se as referências, estabeleceram-se novos paradigmas, criaram-se metas ainda mais ousadas; Estabeleceu-se, enfim, um novo horizonte – materializado em números que traduzem a amplitude das transformações. Em 2005, o Estado do Rio de Janeiro cresceu mais que o dobro do Brasil. Em 1999, não produzíamos um automóvel sequer. Em 2006, 140 mil veículos saíram da linha de montagem. A indústria naval praticamente havia sido banida: estaleiros fechados e apenas 500 trabalhadores compunham um cenário de nítida degradação econômica. Os 20 estaleiros reabertos por Garotinho e Rosinha passaram a gerar mais de 130 mil empregos diretos e indiretos.
Os programas sociais eram frágeis, incipientes, limitando-se ao se “política da bica d´água”. Com os governos Garotinho e Rosinha foi criada uma importante rede de proteção social que atendia a 1,8 milhões de cidadãos – vítimas da política econômica excludente do governo federal. Foram farmácias populares, restaurantes e projetos como o Cheque Cidadão, por meio do qual 100 mil famílias recebiam mensalmente R$ 100 em alimentação. A profusão de investimentos é outro dado a apontar a inescapável rota do desenvolvimento. Até 2007, o Estado recebi R% 52 bilhões em ampliações e novos projetos industriais. A instalação da Companhia Siderúrgica do Atlântico chegou para transformar o estado do rio no maior produtor de aço da América Latina. Um aporte de 2,4 bilhões de dólares e a certeza de prosperidade e emprego para a Zona Oeste da capital.
O crescimento econômico não foi um estanque: não foi um fim em si mesmo. Foi um instrumento de transformação social, deflagrando ações em todas as áreas administrativas. Crescer em educação, por exemplo, significou mais salas de aulas, aperfeiçoamento didático e profissionalização dos alunos para o mercado de trabalho. Em 1999, eram 68 mil estudantes em curso profissionalizantes. No fim do governo de Rosinha, eram mais de 400 mil – um salto sem risco na direção do desenvolvimento humano
Já na saúde, crescer teve outra leitura. A rigor, teve sentido oposto. Nesse caso, a expressão mais adequada talvez seja reduzir. Sim, crescer foi reduzir a mortalidade infantil. E o Estado do Rio reduziu em 43% a taxa de mortalidade – um recorde nacional. Foram construídos quatro novos hospitais públicos com 800 leitos.
O antes e depois do que podemos chamar de gestão garotinho são referências do corte transversal de mudanças a que o estado foi submetido. Se o “antes” foi o ponto de partida para o cotejo de resultados, o “depois” foi o marco definitivo da vitória de um governo popular e democrático. Uma vitória construída na adversidade, sob ataque – histérico, algumas vezes; irracional, outras – quase sempre inclemente.
Garotinho e Rosinha resistiram a todo tipo de pressão, não se afastando um milímetro dos princípios e valores que lhes permitiram vencer duas eleições consecutivas com o apoio da esmagadora maioria da população. Altivo, o governo resistiu de pé aos ataques, às calúnias e aos vilipêndios.
Montou-se um cerco, mas foi rompido. Tentou-se a asfixia, com um lado que negava o repasse de verbas federais e de outro fomentava a crítica pela crítica, irascível e estéril, junto a setores da mídia. Mas o governo sobreviveu com energia e vigor para construir a vitória. A vitória de um projeto inovador, do inconformismo com a exclusão, da ousadia de estabelecer novos paradigmas para a administração pública.
A caminhada não foi tranquila desde o início. Um dia após a posse da governadora Rosinha Garotinho, o Palácio do Planalto deu a senha do tratamento que dispensaria ao Estado: bloqueou R$ 80 milhões por conta de dívidas não honradas pela antecessora, a petista Benedita da Silva. Os dias posteriores confirmariam a má vontade,a desídia e o desrespeito com a população fluminense.
A nossa vitória foi construída assim, tijolo por tijolo, sob permanente ataque, a despeito de intempéries políticas, por entre atalhos e apesar das pedras que deixaram em nosso caminho. Uma vitória que faz lembrar o célebre discurso de Churchil na Câmara dos Comuns: “Vitória. Vitória a todo custo, vitória apesar de todo o terror, vitória por mais longo e difícil que o caminho possa ser”
Permitam-nos um adenso: “Vitória do povo fluminense”.
SERÁ QUE O GOVERNADOR SERGIO CABRAL CONSEGUIU REALIZAR UM SEXTO DAS REALIZAÇÕES DO GOVERNO GAROTINHO? SE ALGUÉM PUDER LISTAR SUAS REALIZAÇÕES, O ESPAÇO ESTÁ ABERTO.
Professora, Pedagoga e Contabilista MARIZA NOBRE
Urbanização, batalhão da PM, quatro novas delegacias, cinco centro comunitários, quatro creches, dois restaurantes e três farmácias populares: a reconstrução da Baixada pelo casal Garotinho. A Baixada Fluminense mudou de cara nos governos Garotinho e Rosinha. No período, foi um canteiro de obras permanente, em todos os setores. Um dos exemplos daquela intervenção do governo da época foram as obras feitas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), com investimentos superiores a R$ 147 milhões, aplicados desde a pavimentação de ruas – além de drenagem, saneamento e urbanização- até a construção do viaduto de Austim, em Nova Iguaçu. Já Belford Roxo ganhou um batalhão da Polícia Militar e a região quatro delegacias legais e três delegais de atendimento à mulher. Na área social, foram implantados cinco centros comunitários de defesa da cidadania e o Centro integrado de Atendimento à Mulher de Nova Iguaçu, além de quatro creches nos bairros Centenário, Xavantes e Santa Teresina. A Baixada também recebeu dois restaurantes populares e três farmácias populares.
A saúde chega pelos canos da nova adutora
Em março de 2006, a governadora Rosinha Garotinho entregou à população a Adutora da Baixada Fluminense, construída e operada pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae). A nova adutora melhorou o abastecimento de água para 2,5 milhões de habitantes de seis municípios ao transportar 760 milhões de litros por dia para Nova Iguaçu, Queimados, Mesquita, Belford roxo, São João de Meriti e parte de Nilópolis e Duque de Caxias.
Saúde e controle de inundações
Foram investidos durante a gestão Garotinho/Rosinha R$ 40 milhões em quase uma centena de cursos d´agua do Estado, com prioridade para a Baixada. Foram dez intervenções em Duque de Caxias, dez em São João de Mereti, três em Belford Roxo, três em Magé, uma em Paracambi e uma em Seropédica. Além dos trabalhos de dragagem dos rios, foram implementadas ações na educação ambiental, na formação de cooperativas de catadores e realizadas palestras nas escolas e comunidades sobre os riscos de se jogar lixo nos rios.
A redenção de um setor econômico
Graças à implantação do Pólo Gás Químico, promovida na gestão Garotinho/Rosinha, em Duque de Caxias, com investimento de 1,1 bilhão de dólares, 29 indústrias de transformação de plástico se instalaram na região, gerando milhares de empregos diretos e indiretos.
Juventude
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Formação profissional e primeiro emprego
O governo do Estado na gestão Garotinho/Rosinha criou políticas públicas para a juventude baseadas em uma premissa: jovem desempregado e longe da escola é mais assediado pela violência urbana. Todos os programas criados por Garotinho e, posteriormente, por Rosinha foram voltados para a atividade social. E mobilizaram milhares de jovens em todo o Estado. Um bom exemplo dessa política foi o Jovens Pela Paz: ele recrutava jovens entre 16 e 25 anos de comunidades carentes para atuar em diversos projetos do governo do Estado. Os integrantes ganhavam bolsa mensal, à época, de R$ 241 por quatro horas diárias de trabalho, com o objetivo de afastá-los do envolvimento com o tráfico por meio de oficinas artísticas, culturais e esportivas. Além de criar esses programas, tanto Garotinho quanto Rosinha investiram em parcerias com a iniciativa privada para que as empresas abrissem suas portas aos jovens. Assim, entre outros setores, parte das vagas criadas na indústria naval - que teve sua recuperação iniciada no Governo Garotinho – passou a ser preenchida por jovens de comunidades carentes a partir dos 17 anos.
Funcionalismo
Mais de 70 mil contratados por concurso público
Educação e segurança tiveram o maior contingente de contratados por concurso público, confirmando a importância dada pelo casal Garotinho ao atendimento direto da população fluminense. Nenhum governo do Rio contratou tanto, com tanto equilíbrio. Foram 72 mil servidores admitidos desde 1999 por meio de concurso público – a forma mais justa e democrática de preencher o quadro de pessoal permanente. Educação e segurança pública foram as áreas que ficaram com a maior parte dos servidores contratados por concursos. Quando assumiu o governo, Garotinho encontrou uma situação caótica no funcionalismo: o Estado passava por grave crise financeira, o 13.º salário não havia sido pago integralmente e os servidores não tinham calendário anual para o recebimento dos salários, que atrasavam seguidamente. Em pouco tempo,a situação se normalizou e, ao final do mandado de Rosinha, o funcionalismo recebia em dia, o 13.º era pago antecipadamente, foi aprovado um novo plano de caros e salários, nenhuma obra deixou de ser feita por falta de servidores públicos e a prestação de serviços diretos à população foi ampliada a níveis nunca praticados no Estado.
Turismo
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Investimentos ampliaram o leque de atrações
O Estado do Rio é o principal porto de entrada de turistas no Brasil e único com duas cidades entre as dez mais visitadas por eles – Rio e Búzios. O governo Garotinho/Rosinha fez diversas investimentos nessas cidades - modernizou, por exemplo, o Aeroporto Internacional Tom Jobim – mas o interior não foi esquecido, pelo contrário. Foram criados por Garotinho e Rosinha seis novos roteiros turísticos: Metropolitano (Rio e Niterói), Costa do Sol (Região dos Lagos), Serra Verde Imperial ( com destaque para os roteiros de gastronomia e artezanato); Costa Verde (com sugestões de passeios náuticos, esportes radicais e turismo ecológico), Agulhas Negras (Mauá, Itatiaia, etc); e Ciclo do Café (turismo históricos nas fazendas de café).
Transporte
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Trens coreanos e metrô em Copacabana
Trens com tecnologia coreana e japonesa comprados na gestão Garotinho/Rosinha garantiam conforto e segurança para os passageiros de toda Região Metropolitana. Foram mais de cem milhões de dólares que mudaram o padrão do transporte público na Região Metropolitana. Quase 17 milhões foram investidos na Estação de Caxias, com reurbanização das áreas próximas. Outros R$ 27 milhões foram aplicados nas estações do Ramal da Leopoldina. Para expandir, o metrô até Copacabana, Rosinha teve de brigar com o governo federal e recorrer à Justiça. No Metrô foram investidos quase R$ 400 milhões para cumprir o cronograma da obra sem o apoio do governo federal.
Agricultura
Realizações
Programa Frutificar começou com Garotinho gerando 30 mil empregos e beneficiando 600 produtores. O Frutificar aumentou ainda a área de produção de seis mil hectares e promoveu a diversificação de culturas, atraindo empresas fabricantes de sucos. Antes da gestão Garotinho/Rosinha, os agricultores estavam entregues à própria sorte. Ao fim da gestão de Rosinha, havia seis mil hectares de fruticultura irrigada, trabalho para 20 mil pessoas e crédito com apenas 2% de juros ao ano. Criado na gestão Rosinha Garotinho, o Programa Florescer fez do Estado um dos grandes produtores de flores, com grande quantidade de empregos criados. Já para assegurar a produção leiteira do Estado do Rio, a então governadora Rosinha tomou uma atitude inédita no País: pediu, e conseguiu, a intervenção na administração da Parmalat, que anunciara a intenção de fechar sua fábrica em Itaperuna, o que colocava em risco 11 cooperativas e associações de produtores. Seis meses depois da intervenção, a unidade estava totalmente saneada, com todas as dívidas pagas e a compra da produção das cooperativas garantida.
Habitação
Realizações
Trinta mil casas construídas e entregues à população
Desde 1999, quando Garotinho assumiu o governo e até 2006, foram erguidas 28 mil casas por todos os municípios. Numa área de 3,3 milhões de metros quadrados, que estava abandonada há mais de 20 anos, foi implantado, a partir de 2000, o maior conjunto de casas populares da América Latina, o Nova Sepetiba. O governo Garotinho/Rosinha acabou também, entre outras, com a Favela do lixão, em Duque de Caxias. A área, como em outras comunidades, foi transformada num bairro popular, reurbanizado. Em todos os conjuntos habitacionais o governo até 2006 oferecia à população quadra polivalente e playground, além de moradia com quarto, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.
Cultura
Realizações
Patrimônio preservado para ser aberto ao povo
O Teatro Municipal com nova iluminação abriu as portas para o povo na gestão Garotinho/Rosinha com óperas a um Real e, em todo o Estado, o governo fez obras para proteger prédios, igrejas e templos com importância histórica. Com o Projeto Oscarito, foram abertos cinemas em lugares onde havia carência e até inexistência de salas de exibição de filmes. Na totalidade, surgiram 17 Salas Populares de Cinema, que proporcionaram à população de baixa renda a chance de assistir ao melhor do cinema nacional e filmes estrangeiros. Ao final de 2006, quase 70 mil pessoas já tinham assistido filmes pagando apenas R$ 1 pelo ingresso. As salas de cinema ofereciam também peças teatrais e oficinas de audiovisual.
Interior
Realizações
Enfim, a fusão entre interior e capital
Com estratégia política e verba de R$ 300 milhões, o governo Garotinho/Rosinha tornou realidade a fusão entre o interior e a antiga Guanabara: fim das diferenças e dos preconceitos. Isso foi possível com a criação, por Garotinho, em 2001, do Plano de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios (Padem). Até o fim de 2005, o governo do Estado investiu mais de R$ 300 milhões em obras nos municípios por intermédio do Padem. E mais importante: com o Padem, os municípios passaram a receber diretamente do Estado a fundo perdido. Antes, os prefeitos tinham que percorrer os corredores da burocracia em Brasília.
Rodovias
Realizações
Com Garotinho/Rosinha, melhor malha de estradas do País
Durante os dois mandatos, o Estado do Rio passou a ter mais de 90% de suas rodovias asfaltadas e investiu pesadamente na duplicação e reforma. Em 1999, quando o ex-governador assumiu, o Estado tinha apenas dois mil quilômetros de estradas asfaltadas, o que correspondia a 49% de rodovias estaduais pavimentadas. Com investimento e trabalho, ao fim da gestão Garotinho/Rosinha, mais de 90% das estradas foram asfaltadas e receberam obras 80% dos 92 municípios, muitos deles historicamente esquecidos pelos governantes.
Saneamento
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Saneamento
Praias e lagoas recuperadas no maior investimento do Rio. O programa de saneamento implantado na Zona Oeste na gestão de Garotinho/Rosinha teve investimentos de R$ 450 milhões e levou benefícios a mais de 1 milhão e 300 mil pessoas, com tratamento de esgoto e da água. Houve também fortes investimentos na recuperação e despoluição das lagoas de Araruama, de Saquarema e no complexo Piratininga-Itaipu. Na Região dos Lagos foram construídas quatro estações de tratamento de esgoto em Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Iguaba Grande e Araruama.
Segurança
Realizações
Com investimento, inteligência e vontade política, o Estado, sob administração de Garotinho e Rosinha, obteve grandes vitórias contra o crime: 80 chefões presos e redução de seqüestros, homicídios e assaltos a bancos. Com tecnologia de última geração e R$ 52 milhões de investimento, foi instalado na gestão Rosinha Garotinho o Centro de Comando e Controle, a partir do qual se monitoravam por câmeras os pontos críticos da Região Metropolitana, o interior do presídio e casas de custódia. Foram construídos ainda mais quatro batalhões e adquiridos milhares de veículos. Por concurso público, foram contratados 15 mil policiais militares e 3,7 mil civis. Com isso, o índice per capita de policiais no Estado do Rio é um dos melhores do País. Em 1998, havia 283 policiais para cada 100 habitantes. Em 2006 esta relação era de 323 por 100 mil.
Social
Realizações
Governo para os excluídos
Na gestão Garotinho/Rosinha mais de 60 programas foram criados para oferecer renda e autoestima às vítimas do modelo neoliberal criado pelo PSDB e acentuado pelo mandato petista. Essa política começou a ser implantada com a criação da Secretaria de Ação Social e Cidadania, na gestão de Anthony Garotinho, um marco para a área de assistência social no Estado. A partir de 2000, com a nomeação de Rosinha Garotinho para assumir a então recém criada secretaria, o governo do Estado passou a ter uma política pública para desenvolver programas de proteção da população mais carente.
Fim do improviso na área social
Antes – Os programas sociais eram descoordenados, espalhados por vários órgãos.
Depois – Criação da secretaria própria concentrou todos os programas e fixou uma estratégia global.
Saúde
Realizações
A vida em primeiro lugar
Dois governos, uma década de esforço, e o Estado do Rio obteve uma de suas mais importantes conquistas: as mortes de crianças diminuíram em 43 por cento. Na gestão Garotinho/Rosinha, o orçamento da Secretaria de Saúde aumentou 200% de 1999 a 2005, de R$ 572 milhões para R$ 2,2 bilhões. A hanseníase foi erradicada, foi aumentada a cobertura de vacinas contra gripe para idosos acima de 60 anos e contra a poliomelite para crianças até cinco anos e o Programa de Controle da Tuberculose consegui aumentar o índice de cura de 67% para 72% Já o Programa Emergência em Casa fez até o fim do mandato de Rosinha Garotinho 223.717 atendimentos e conseguiu resolver 100% dos problemas por telefone ou na residência da pessoa atendida, evitando-se idas inúteis aos hospitais.
Esportes
Realizações
A salvação do Maracanã e ao volta do povo aos estádios
O maior do mundo ia ser derrubado pela Prefeitura para virar estacionamento, mas governo Garotinho/Rosinha reformou o estádio e levou de volta os torcedores ao “Maraca”. Com a reforma, o estádio se tornou um dos melhores do mundo. O Maracanãzinho também foi reformado pelo estado na gestão Garotinho/Rosinha. Outra boa iniciativa foi a promoção Gol de Placa, pela qual muitos torcedores que não podiam pagar ingressos passaram à época a frequentar os estádios, após juntarem R$ 50 em notas fiscais, comprarem uma raspadinha a R$ 1 e trocarem pelo ingresso.
Economia
Realizações
Rio cresceu mais que o Brasil
Os índices oficiais comprovam o acerto da política econômica na gestão Anthony Garotinho/Rosinha. O Produto Interno Bruto (PIB) estadual cresceu durante o mandato 5,06%, enquanto o do Brasil ficou em 2,3%. O aumento da participação do interior na composição do PIB foi outra vitória das políticas públicas adotadas pelo ex-governador. Em 1999, correspondia a 32% e em 2005 atingiu 55%, de acordo com a Fundação Cide (Centro de Informações e Dados do Rio de Janeiro). A Fundação Cide calculou também que o PIB per capita do Estado foi de R$ 18.557,88 em 2005. Esse resultado foi 3,71% maior do que o apresentado no ano anterior, de R$ 16.797,15.
Bons ventos para a indústria naval
A indústria naval do Estado do Rio renasceu nos últimos anos. De 1999 a 2006, graças à política implantada pelo ex-governador Garotinho, foram abertos ou revitalizados 20 estaleiros. O volume de dinheiro movimentado cresceu de US$ 50 milhões em 1998 para US$ 4 bilhões em 2006. Em 1999, o setor empregava empregos diretos e mais de 100 mil indiretos.
Já a ex-governadora Rosinha Garotinho, além de manter a política de concessão de incentivos fiscais, orientou a Secretaria de Energia, Indústria Naval e Petróleo a participar de feiras internacionais para apresentar o potencial da indústria fluminense, que passou,à época, a receber encomendas de investidores noruegueses, argentinos, ingleses e americanos.
A arrancada da indústria automotiva
Até 1999, o Estado do Rio não produzia um único carro. Em 2006, último ano da administração Rosinha, saíram da linha de montagem 140 mil carros. Foi o resultado da implantação do Pólo Metal-Mecânico de Resende e Porto Real que congrega empresas, emprega e exporta. Bem diferente do panorama atual, onde o pólo, ao contrário de empregar, passou a demitir. Na área da petroquímica a gestão Garotinho/Rosinha inaugurou a Poli-Brasil, empresa-mãe do Polo Gás-Químico, em Duque de Caxias. Com a iniciativa, a Baixada Fluminense e a Região Serrana garantiram a instalação de 29 indústrias de transformação de plástico, aproveitando a matéria-prima produzida pelo polo. Os investimentos ultrapassaram a casa de R$ 170 milhões. Já para aumentar a participação das micro e pequenas empresas – grandes empregadoras – foi criada a agência de fomento Investe Rio, com capital de R$ 5 milhões para empréstimo. As confecções de Polo de Moda Íntima de Nova Friburgo receberam crédito de R$ 500 mil para aquisição de equipamento e capital de giro. Além desses polos, foram criados ou expandidos osde extração mineral,no Noroeste, o cimenteiro, na região Serrana, o de tecnologia da informação, em Petrópolis, o de fruticultura irrigada, no Norte e nas Baixadas Litorãneas, o naval, em Niterói, São Gonçalo e Angra dos Reis, o petrolífero,em Campos e Macaé, e o de turismo, dividido em 13 regiões.
Da dependência à autosuficiência
Antes - O Estado do Rio importava 60% de energia elétrica consumida Depois - As administrações Garotinho e Rosinha deixaram um excedente exportável de 30% da energia que o Estado do Rio produz
Com Garotinho, número de carteiras assinadas aumentou
O Estado do Rio gerava mais empregos com carteira assinada do que o restante do País, no período de Garotinho e Rosinha. No primeiro quadrimestre de 2006, o Brasil teve crescimento de somente 2% no número de empregos formais, enquanto o Estado do Rio cresceu 31,5% em relação ao mesmo período de 2005, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
Bons tempos: Indústria a pleno favor
A produtividade industrial aumentou 14,9% no Brasil entre 2002-2005 e 35,3% no Estado do Rio, com destaque para o forte desempenho do setor têxtil, beneficiado pela política pública de incentivos fiscais patrocinada pela gestão Garotinho/Rosinha.
Educação
Realizações
Prioridade na formação profissional e ensino de qualidade
A rede escolar cresceu 79% (de 333 mil para 564 mil alunos), mas o governo Garotinho/Rosinha também investiu pesado nas formação de mais de 40 mil técnicos e na criação de universidades em áreas carentes. A rede foi ampliada em 231 mil alunos e 25 mil novos professores. Os resultados apareceram: o Estado tirou primeiro lugar em 2005 nas provas do Enem. A gestão Garotinho/Rosinha acabou ainda com as filas para matrículas e implantou programas que garantiam assistência médica ao aluno. No ensino técnico o número de matriculados passou de 62.470 em 1999 para 439.479 em 2004. Ou seja, foi o governo que melhor percebeu que para gerar o desenvolvimento era imperativo investir pesado na formação de mão de obra especializada. No ensino superior foi democratizado o acesso, com a criação, em 1999, da Universidade a Distância. Em 2006 mais de 20 mil alunos tinham cursado esse sistema de ensino, que foi considerado pelo Ministério da Educação um modelo para todo Brasil.
Transformação
Realizações
O princípio são 2 verbos: desenvolver e distribuir
Antes de números, análises ou eventuais críticas, que fique assentada uma certeza, caro internauta: o Estado do Rio mudou, com os governos de Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho. Nos dois governos, fluminenses e cariocas experimentaram a mais séria, profunda e consistente transformação socioeconômica de sua história. No período, os ex-governadores Garotinho e Rosinha operaram mudanças estruturantes na economia e no tecido social do segundo estado da federação. As iniciativas obedeceram a um rigoroso planejamento, formulado a partir de dois pressupostos básico: desenvolvimento econômico e distribuição de renda.
Trocaram-se as referências, estabeleceram-se novos paradigmas, criaram-se metas ainda mais ousadas; Estabeleceu-se, enfim, um novo horizonte – materializado em números que traduzem a amplitude das transformações. Em 2005, o Estado do Rio de Janeiro cresceu mais que o dobro do Brasil. Em 1999, não produzíamos um automóvel sequer. Em 2006, 140 mil veículos saíram da linha de montagem. A indústria naval praticamente havia sido banida: estaleiros fechados e apenas 500 trabalhadores compunham um cenário de nítida degradação econômica. Os 20 estaleiros reabertos por Garotinho e Rosinha passaram a gerar mais de 130 mil empregos diretos e indiretos.
Os programas sociais eram frágeis, incipientes, limitando-se ao se “política da bica d´água”. Com os governos Garotinho e Rosinha foi criada uma importante rede de proteção social que atendia a 1,8 milhões de cidadãos – vítimas da política econômica excludente do governo federal. Foram farmácias populares, restaurantes e projetos como o Cheque Cidadão, por meio do qual 100 mil famílias recebiam mensalmente R$ 100 em alimentação. A profusão de investimentos é outro dado a apontar a inescapável rota do desenvolvimento. Até 2007, o Estado recebi R% 52 bilhões em ampliações e novos projetos industriais. A instalação da Companhia Siderúrgica do Atlântico chegou para transformar o estado do rio no maior produtor de aço da América Latina. Um aporte de 2,4 bilhões de dólares e a certeza de prosperidade e emprego para a Zona Oeste da capital.
O crescimento econômico não foi um estanque: não foi um fim em si mesmo. Foi um instrumento de transformação social, deflagrando ações em todas as áreas administrativas. Crescer em educação, por exemplo, significou mais salas de aulas, aperfeiçoamento didático e profissionalização dos alunos para o mercado de trabalho. Em 1999, eram 68 mil estudantes em curso profissionalizantes. No fim do governo de Rosinha, eram mais de 400 mil – um salto sem risco na direção do desenvolvimento humano
Já na saúde, crescer teve outra leitura. A rigor, teve sentido oposto. Nesse caso, a expressão mais adequada talvez seja reduzir. Sim, crescer foi reduzir a mortalidade infantil. E o Estado do Rio reduziu em 43% a taxa de mortalidade – um recorde nacional. Foram construídos quatro novos hospitais públicos com 800 leitos.
O antes e depois do que podemos chamar de gestão garotinho são referências do corte transversal de mudanças a que o estado foi submetido. Se o “antes” foi o ponto de partida para o cotejo de resultados, o “depois” foi o marco definitivo da vitória de um governo popular e democrático. Uma vitória construída na adversidade, sob ataque – histérico, algumas vezes; irracional, outras – quase sempre inclemente.
Garotinho e Rosinha resistiram a todo tipo de pressão, não se afastando um milímetro dos princípios e valores que lhes permitiram vencer duas eleições consecutivas com o apoio da esmagadora maioria da população. Altivo, o governo resistiu de pé aos ataques, às calúnias e aos vilipêndios.
Montou-se um cerco, mas foi rompido. Tentou-se a asfixia, com um lado que negava o repasse de verbas federais e de outro fomentava a crítica pela crítica, irascível e estéril, junto a setores da mídia. Mas o governo sobreviveu com energia e vigor para construir a vitória. A vitória de um projeto inovador, do inconformismo com a exclusão, da ousadia de estabelecer novos paradigmas para a administração pública.
A caminhada não foi tranquila desde o início. Um dia após a posse da governadora Rosinha Garotinho, o Palácio do Planalto deu a senha do tratamento que dispensaria ao Estado: bloqueou R$ 80 milhões por conta de dívidas não honradas pela antecessora, a petista Benedita da Silva. Os dias posteriores confirmariam a má vontade,a desídia e o desrespeito com a população fluminense.
A nossa vitória foi construída assim, tijolo por tijolo, sob permanente ataque, a despeito de intempéries políticas, por entre atalhos e apesar das pedras que deixaram em nosso caminho. Uma vitória que faz lembrar o célebre discurso de Churchil na Câmara dos Comuns: “Vitória. Vitória a todo custo, vitória apesar de todo o terror, vitória por mais longo e difícil que o caminho possa ser”
Permitam-nos um adenso: “Vitória do povo fluminense”.
SERÁ QUE O GOVERNADOR SERGIO CABRAL CONSEGUIU REALIZAR UM SEXTO DAS REALIZAÇÕES DO GOVERNO GAROTINHO? SE ALGUÉM PUDER LISTAR SUAS REALIZAÇÕES, O ESPAÇO ESTÁ ABERTO.
Professora, Pedagoga e Contabilista MARIZA NOBRE
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