Vejam como Garotinho assusta a seus opositores! Basta que seu nome surja como possível candidato para que as notícias maudosas comecem a aparecer na mídia. LEIAM COM MUITA ATENÇÃO!!!
Desafio aos promotores da 6ª Promotoria de Tutela Coletiva da Capital
A pior coisa que pode acontecer numa democracia é a existência de instituições contaminadas por posições partidárias. Pessoas que deveriam cuidar do bem público, passam a agir como perseguidores daqueles que divergem de suas posições ideológicas. Agem como cabos eleitorais, adotando muitas vezes posturas mesquinhas para difamar adversários de seus padrinhos políticos.
É o caso do grupo de promotores que atua na 6ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo da Capital. Há anos, esse grupo vem entrando com sucessivas ações contra mim e a minha esposa Rosinha, na tentativa de criar fatos negativos, para que a mídia repercuta e a opinião pública tenha uma imagem distorcida de nossa atuação política.
Sua última manipulação grosseira foi a ação civil pública por ato de improbidade administrativa, impetrada contra a ex-governadora Rosinha Garotinho e o ex-procurador geral de Justiça do Estado, Francesco Conte alegando o prejuízo para os cofres públicos, na aceitação de um terreno para pagamento de dívidas de ICMS, por empresas devedoras ao Estado.
Esse grupo de promotores não aceitou até agora, o desafio feito pelo ex-procurador Francesco Conte de tornar público, o laudo de avaliação do terreno, que chegou ao valor de R$ 7 milhões, numa área de 340 mil metros quadrados (equivalente a 50 Maracanãs), situado, em Jacarepaguá. O terreno foi avaliado em auditoria independente, no ano de 2008, em R$ 81 milhões.
Por que escondem o laudo da imprensa? Mostrem senhores promotores! Afinal, a fórmula utilizada para cálculo é uma novidade: “segundo o sr. Wilson, o metro quadrado nesta área custa...”. Quem é o sr. Wilson? Que método é esse de avaliação que se baseia na informação de um tal de sr. Wilson?
Não sejam covardes, senhores promotores! Pelo menos tenham dignidade de tornar público o laudo baseado no método do sr. Wilson. Ou pelo menos digam, onde mora esse cidadão, o que ele faz na vida, se ele é corretor de imóveis, engenheiro ou qualquer coisa do gênero.
Quero afirmar, que diante do silêncio e da covardia dos promotores que integram a 6ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo da Capital, não me resta outra alternativa, senão representar contra os mesmos, no Conselho Nacional do Ministério Público, para resguardar a imagem dos dignos promotores que não concordam em transformar o Ministério Público, em tribunal de inquisição ou cabo eleitoral de quem quer que seja.
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