sexta-feira, 8 de agosto de 2014

PROGRAMA DE GOVERNO PARA A EDUCAÇÃO

5.3 Educação  Reconstruir a confiança e o diálogo entre os profissionais de educação e o poder público e pôr fim ao sistema de perseguições aos profissionais do setor pela Secretaria.  Implementar medidas para tirar do Rio de Janeiro o título de pior IDEB do Sudeste do país.  Reinventar os chamados “brizolões”, os antigos Centros Integrados de Educação Pública, dentro da concepção original de educação integral de Darcy Ribeiro;  Promover a implantação gradual da dedicação exclusiva do professor com adequação e melhoria salarial ao novo regime, visando editar o horário integral das escolas da rede;  Reeditar o decreto da governadora Rosinha Garotinho – revogado pelo atual governo - que dava a essas entidades a denominação de brizolões, uma justa homenagem ao governador que os implantou, Leonel Brizola;  Eliminar o analfabetismo no Rio de Janeiro até 2018, definindo um programa de alfabetização descentralizado por bairros e municípios, com participação de universitários, que serão treinados como monitores dos cursos; 49  Instituir programa de reforço escolar na rede estadual com turmas de até 15 alunos, tendo um professor e aluno - monitores, que deverão ser escolhidos entre alunos da rede estadual de ensino médio, para os alunos que provem das redes municipais.  Criar os Programas de Leitura, de Matemática, de Iniciação Científica, com o apoio de jogos eletrônicos;  Modernizar tecnologicamente as escolas da rede estadual de ensino, equipando as salas de aula com lousas digitais, tablets e outras ferramentas de informática;  Promover a inclusão de alunos portadores de necessidades especiais, com estratégias de desenvolvimento e superação. Criar a carreira de professor de apoio ao aluno deficiente e implantar salas adequadas às diversas necessidades, com recursos de linguagem de sinais e Braille, entre outros;  Implantar centros de aprendizado de idiomas nas escolas da rede estadual de ensino;  Criar a Universidade do Professor, um programa de complementação da formação e atualização permanente dos professores da rede estadual;  Recuperar o projeto Pais Sociais nos CIEPs, a partir de grupos de 20 jovens para cada policial militar ou bombeiro.  Reinstituir o Programa Saúde nas Escolas com médicos bombeiros com testes visual e auditivo no ingresso dos alunos e com funcionamento nos finais de semana voltado para assistir as famílias.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Mensagem

Amigos,
Após um longo período de luto pessoal e político, estou de volta à luta. Não sei o que me espera politicamente mais a frente, mas sei o que hoje quero para mim.
Não aguento mais ver tanta insensatez desse desgovernador Sergio Cabral. As UPPS são uma farsa, pois vieram com a intensão de acabar com o tráfico de drogas e levar segurança para as comunidades "pacificadas".
O que temos visto pelas mídias (que às vezes estão comprometidas) é que isso não vem acontecendo, pelo contrário, todos os dias nas grandes áreas pacificadas há tiroteios causando mortes e ferimentos graves em inocentes e até em policiais. Quanto ao tráfico, basta você morar perto ou passar em qualquer comunidade pacificada que lá encontrar os mesmos vendendo todo tipo de droga durante o dia inteiro. "Mais uma farsa para inglês ver."
Com relação à educação... Precisa falar alguma coisa? L A M E N T Á V E L!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A saúde está cada vez pior. Estamos literalmente entregues.
Minha esperança é que todos que foram para as ruas nestas manifestações, lembrem em 2014 que esse indivíduos não podem ser eleitos por nós.
Um forte abraço aos amigos.
Mariza Nobre

ENTREVISTA DE GAROTINHO AO JORNAL O DIA

Meu principal adversário é o preconceito’, diz Garotinho Deputado federal anda liderando pesquisas de intenção de voto a governador do Rio e diz que partidos já o procuraram para conversar sobre alianças para 2014 Rozane Monteiro Rio - O DEPUTADO FEDERAL Anthony Garotinho (PR-RJ), 53 anos, anda liderando pesquisas de intenção de voto a governador e diz que pelo menos cinco partidos já o procuraram para conversar sobre alianças para 2014. Entre eles, tem até legenda com pré-candidato ao governo, como o PT, partido por enquanto da base aliada do governador Sérgio Cabral (PMDB). Se eleito, o parlamentar de Campos dos Goytacazes garante que vai retomar o Maracanã para o estado e avisa, para o caso de algum black bloc cruzar o caminho de sua PM: “Comigo não vai ter moleza, não.” Na hora de posar para foto, faz graça: “Não sou nenhum Don Juan de Marco como o Lindbergh, mas também não estou tão acabado assim.” 'Meu principal adversário é o preconceito', diz GarotinhoFoto: Maíra Coelho / Agência O Dia O DIA: Hoje, além do sr., seis políticos se apresentam como pré-candidatos a governador do Rio — Lindbergh Farias (PT), Luiz Fernando Pezão (PMDB), Cesar Maia (DEM), Marcelo Crivella (PRB), Miro Teixeira (Pros) e Jandira Feghali (PCdoB)... ANTHONY GAROTINHO: Acho que vamos ter no máximo cinco candidatos. O sr., Lindbergh, Crivella, Pezão...? Sou o único garantido. Os outros eu não sei. O Pezão depende da conjuntura do PMDB e de uma conjuntura nacional. O Lindbergh depende da conjuntura nacional e das alianças do PT. O Crivella depende do humor do Bispo Macedo. Como assim? Ele é sobrinho do Bispo Macedo. Se o bispo disser: “Crivella, você é candidato”, ele é candidato. Se o bispo disser: “Crivella, você não é candidato”, ele não é candidato. E se a presidenta Dilma Rousseff pedir para o Crivella ser candidato? Entre a Dilma e o Bispo Macedo, o Crivella obedece o Bispo Macedo. Alguma chance de o sr. e Cesar se unirem de novo? Ele assumiu esse compromisso... Ele diz que não... Ele chegou a dizer que topava ser meu vice... Mas mudou de ideia... Mas pode ter conversa? Não sei. As pesquisas estão mostrando que em função do desgaste do (prefeito) Eduardo Paes (PMDB) ele (Cesar) vem tendo uma recuperação. Vamos aguardar para ver. Clique no infográfico para ver maior Foto: Arte: O Dia O sr. já está aparecendo em primeiro lugar em várias pesquisas, até nas feitas por outros partidos. Se a eleição fosse hoje, com quem o sr. acha que disputaria o segundo turno? Eu sempre trabalho para ganhar no primeiro turno. Agora, se eu vou conseguir vai depender da minha capacidade de sedução, de convencimento, de quebrar meu principal adversário. Eu não considero que meu principal adversário seja nenhum desses que você citou. Meu principal adversário é o preconceito que as pessoas têm contra mim. Esse preconceito é baseado em quê? Nas inverdades que sofri por perseguição política das Organizações Globo e de grande parte da mídia do Rio. Por quê? Porque a Globo gosta do político tutelado e eu sou um rebelde. Essa é minha face mais parecida com o Brizola. Ninguém me tutela. Ninguém me bota cabresto. Não sou um cidadão dessa elite que despreza o povo. Essa elite olha para o Garotinho e diz “iiiiiiih, esse cara...” Meu adversário é o preconceito. E como vencer esse preconceito? Falando a verdade. A verdade quebra o preconceito. Há quanto tempo você não me vê dar uma entrevista na Rádio Globo, na Rádio Tupi, eu não apareço? No seu jornal, mesmo, eu quase não apareço... Ô, deputado, estou aqui... Você está aqui porque você está entrevistando todos os pré-candidatos. Mas vamos ser sinceros, eu não apareço em lugar nenhum. Por que o Cabral está com medo de sair do governo do estado para ser candidato? Ele sabe que ele não se elege para senador. Seria também uma vergonha renunciar ao governo para ser candidato a deputado federal. Se o sr. for para o segundo turno e Pezão não for, ele deverá apoiar seu adversário. Como combater a máquina? Não sei. O Pezão pode ter, de repente, uma recaída (risos). Ele pode dizer assim: “Puxa, eu fui tão ingrato com Garotinho, Garotinho me ajudou tanto, me tirou de Piraí e me fez ser vice-governador do estado. Está na hora de eu retribuir de alguma maneira.” Quem sabe ele resolve me apoiar? Não sei se vou aceitar o apoio dele. Com que partidos o sr. vai conversar sobre alianças? Eu trabalho com outra lógica: quando você está forte — eu ou qualquer outro candidato — os partidos te procuram. Já procuraram o sr.? Já estão procurando. Quando você está fraco, você só consegue ter aliança no dinheiro, é o caso do Cabral. Ninguém está com Cabral apoiando o Pezão por amor ao PMDB. Quantos? Pelo menos uns cinco. Algum dos partidos que têm pré-candidato hoje? É. Alguns desses aí, também. O PT me procurou. Dilma não é Dona Flor. Dona Flor tinha dois maridos. Dilma quer ter quatro palanques (no Rio)... O sr. vai apoiar a Dilma? Não sei. Eu disse ao (presidente nacional do PT) Rui Falcão: não faço questão de exclusividade, mas faço questão de reciprocidade. Ou seja, se ela (Dilma) gravar para um, vai ter que gravar para outro. Se for no ato de um, vai ter que ir no de outro. Como nós deliberamos em congresso que só vamos escolher formalmente nosso candidato a presidente e a governador em maio... O Rui Falcão tem falado que quer todos pré-candidatos de partidos aliados no palanque da Dilma. Isso faz algum sentido? Faz. Eu acho que isso aí vai enxugar. Vamos aguardar. O Lindbergh hoje está inelegível: embora ele diga que não está, ele tem duas condenações por improbidade administrativas julgadas por colegiado. É diferente de uma decisão em primeira instância. Então, condenação colegiada é Lei do Ficha Limpa, ele não passa. Vamos supor que ele não consiga reverter na instância superior, ele hoje não pode ser candidato. Os problemas que nós tivemos — o meu uma clara perseguição política — foram em primeira instância. O sr. está dizendo que a Justiça do Estado do Rio de Janeiro o perseguiu? A Justiça, não. Foi o governador, influenciando a decisão. Num eventual segundo turno, tem alguém que o sr. não teria como aliado de jeito nenhum? Excluindo Pezão, nenhum. As fotos do governador e amigos em Paris, que o sr. divulgou em seu blog em 2012, foram a origem desse desgaste pelo qual Cabral está passando agora? Não. O que está acontecendo agora é só uma ponta do que vai aparecer de Cabral. O sr. tem mais informações e fotos? Vou publicar na hora certa. Qual é a hora certa? Na campanha, ano que vem. Cabral vai ficar tão envergonhado que vai realizar o sonho dele: vai se mudar para Paris. Não vai conseguir mais morar no Rio. A reforma no Maracanã virou uma polêmica sem fim por conta dos gastos com as obras e com o próprio projeto. Se eleito, o que o sr. fará com o estádio? Vou retomar para o estado. Assumo e vou tocar. É patrimônio público. Vou denunciar o contrato. Quem investiu dinheiro foi o estado. Se for eleito, o sr. manterá as UPPs? Vamos remodelar. Voltaria com todos os programas sociais, que ele (Cabral) acabou. Faríamos uma ocupação diferente, precedida de investigação e prisão dos criminosos. Hoje, Cabral lançou uma nova modalidade de exportação: ele exporta bandido para outros estados e para outras regiões do estado. Como o sr. lidaria se tivesse um caso como o de Amarildo em sua PM? Esse é o que veio à tona. Igual ao Amarildo tem um monte. O que tem que fazer é fortalecer a Corregedoria Externa, que eu criei, para você não deixar que essas pessoas atuem manchando uma instituição que é séria, em sua maioria. Mas o processo de desmoralização começa assim: quando quem está em cima acha que pode fazer tudo, embaixo vira uma festa; quando o sujeito que está lá na comunidade diz: “Poxa, eu estou aqui trabalhando, o cara está tomando champanhe em Paris, eu quero é me dar bem.” O exemplo tem que vir de cima. Qual a sua avaliação da atuação da PM durante os protestos? Nos primeiros protestos, a reação foi um desastre. A polícia estava totalmente despreparada. Depois continuou um desastre. Está claro que esse movimento dos black blocs não é um movimento nacional. É internacional, e começou com o Occupy Wall Street (em Nova York), que tem uma característica anarquista. Não pode deixar o cara sair quebrando a casa dos outros, não pode permitir que as pessoas saiam quebrando telefone público. Com essas pessoas, tem que agir com rigor. Aí, ele (Cabral) é duro com professores e mole com black blocs. Não dá para entender, né? Como seria a reação da sua PM com os black blocs? Ah, minha filha, comigo não vai ter moleza, não. Isso quer dizer o que, exatamente? A lei, é só cumprir a lei. Se tem um grupo que sistematicamente quebra orelhão, destruindo patrimônio público, destruindo o patrimônio privado, você tem que prender e fazer com que essa pessoa responda à Justiça. Prender com civilidade, não precisa de violência. Vou prender e entregar à Justiça para ser julgado. O sr. quer ser presidente da República? Claro, todo político quer. É um sonho.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Resultado do Enem mostra falta de investimento na escola pública

Baixos salários e falta de uma política adequada contribuiram para o fraco desempenho

Rio - O resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010, divulgado na segunda-feira pelo Ministério da Educação (MEC), veio confirmar o que a maioria dos educadores alerta há alguns anos: falta investimento na rede pública de Educação.

Este fraco desempenho, em comparação às escolas particulares, foi reconhecido pelo próprio ministro da Educação, Fernando Haddad, que não descarta tornar o exame obrigatório. Seria uma maneira de oferecer aos alunos das escolas públicas um ensino de qualidade. Obrigatoriedade do exame pode ajudar na qualidade do ensino público.

Para o professor Alex Mendes,da faculdade da Academia Brasileira de Educação e Cultura (FABEC), a situação merece atenção total por parte das autoridades.

"O Enem só confirma aquilo que educadores já percebem há muito tempo: o desempenho dos alunos das escolas públicas está muito aquém daquelas da rede privada, e o mais trágico disto tudo é que nossas escolas privadas ainda estão muito distantes do padrão internacional de qualidade de ensino. Isso só demonstra que há muito o que fazer em termos de política educacional", afirma o educador.

Segundo Mendes, a comparação entre o ensino público e o privado pode não ser justa. No entanto, é necessária. "Para o Brasil ascender ao papel de potência mundial, com melhoria da competitividade o caminho será sempre o da educação. Aliás o IPEA (Instituto de pesquisa econômica aplicada) revela, em estudo recente, que para cada ano de escolaridade aumenta a renda em 15% quando adulto. Ocorre que nossa média de escolaridade é de 7 anos, dois anos atrás da Argentina. Poderíamos pensar que é pouco, mas diante dos dados do IBGE de que o Brasil só aumenta 1 ano de escolaridade por década, estamos no mínimo 2 décadas atrás de nossos vizinhos", revela.

A solução, segundo o professor, não implica vultosos investimentos, mas em cinco atitudes simples."Professores bem formados, com plano adequado de carreira, valorizados socialmente e com uma boa remuneração para atrair os melhores cérebros. Escolas com infraestrutura; comprometimento da família; comprometimento do aluno e comprometimento dos governantes com uma política de Estado (ampliação da carga horária escolar, competência na aplicação da verba destinada à educação, profissionalização da gestão educacional)", garante.

Metas

Na avaliação de Alex Mendes, quando o governo afirma que os resultados estavam dentro do esperado, está apenas ratificando o óbvio. "Se almejamos a excelência, os parâmetros do governo são pífios. No sistema federativo brasileiro, a responsabilidade pelo Ensino Fundamental é dos municípios e do Ensino Médio dos Estados, sobre os quais o poder federal não tem ingerência direta. O que reforça a necessidade de índices que possam mostrar para a sociedade o que seus governantes fazem pela melhoria da educação", diz o professor.

Os baixos salários pagos aos professores da rede pública são desestimulantes.Após mais de 60 dias de greve, os docentes estaduais passaram a receber pouco mais de R$ 800 por uma jornada de 18 horas. Com um salário como este, aqueles que se interessam pelo magistério logo desistem e aqueles que permanecem não conseguem fazer reciclagem nem se dedicarem a uma só escola; eles necessitam trabalhar em outras escolas para simplesmente poderem sobreviver.
Quando eu era criança, entrávamos para a escola aos seis anos na classe de alfabetização, aos sete começávamos o 1º ano (totalmente alfabetizados); aos dez concluíamos o primário. Em seguida fazíamos o admissão, que era um preparatório, para entrarmos no ginásio dos Colégios Estaduais ou do Pedro II. Após quatro anos escolhíamos: científico, clássico, secretariado ou contabilidade. Tudo isso em escolas públicas de qualidade. O que mudou?
Muita coisa mudou. As professoras primárias eram muito bem preparadas e ganhavam igual a um general. As famílias eram presentes e participativas. Os alunos tinham limites e sabiam que "só poderiam melhorar de vida estudando". Nossos paradigmas eram sólidos e absolutamente morais. Pedagogicamente todos (escola, aluno e professor) tinham o mesmo objetivo: o aluno deveria terminar os estudos preparado para um vestibular ou para a vida profissional (secretariado e contabilidade).
Não adianta aumentar a carga horária de 200 para 220 dias como agora quer o Ministro da Educação.
Como os tempos mudaram, hoje as mães trabalham para ajudar na renda familiar ou em muitos casos exercem o papel de pai e mãe, por isso não podem acompanhar seus filhos. Também temos o fato de muitas famílias serem despreparadas. Por tanto precisamos de professores bem preparados, salários dignos, horário integral e conscientizar oS educandoS de que estudar e se formar transformará as suas vidas.
Professora, Pedagoga e Contabilista
MARIZA NOBRE



.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

QUE GOVERNO É ESSE????????????????

BOPE R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;
Bombeiros R$ 950,00 Para salvar vidas;
Professor R$ 728,00 para preparar para a vida;
Médicos R$ 1.260,00 para manter a vida.
E o Sérgio Cabral? Ganha R$17.000,00 para Ferrar a vida dos outros!
(copie e cole se quiser e faça parte da campanha dos Bombeiros!)

GOVERNO DO RIO DE JANEIRO SOMANDO FORTUNAS EM MILHÕES EM PARIS -FRANÇA E TRANCOSO - LITORAL SUL DO ESTADO DA BAHIA-BA , COM A 2ª MAIOR RENDA PER CAPITA DO PAÍS ,MAIS 30 BILHÕES AO ANO DE ARRECADAÇÃO DANDO O PIOR SALARIO DO BRASIL AOS SEUS SERVIDORES NAS ÁREAS DE SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA, ETC..... DINHEIRO PARA PAGAR 600,00( SEISCENTOS REAIS) POR MÊS DE ALUGUEL POR CADA APARELHO DE AR CONDICIONADO NAS ESCOLAS ESTUDAIS HA UMA EMPRESA PARTICULAR, AMIGUINHOS DO GOVERNADOR SE TEM!!!!! É UMA VERGONHA !!!!! LEIAM E DIVULGUEM!!!! OBRIGADO!! A PAZ!!!!! EXERCER O DIREITO DE CIDADANIA DENTRO DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

segunda-feira, 18 de abril de 2011

13 SALARIO

O 13º Salário NUNCA Existiu...


Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas
há sempre uma razão para as coisas, e os trabalhadores ingleses,
membros de uma sociedade mais amadurecida e crítica do que a nossa, não
fazem nada por acaso!

Ora bem, cá está um exemplo aritmético
simples que não exige altos conhecimentos de Matemática, mas talvez
necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.

Lembrando
que o 13º no Brasil foi uma inovação de Getúlio Vargas, o “pai dos
pobres” e que nenhum governo depois do dele mexeu nisso, nem mesmo o
“governo dos trabalhadores”, fala-se agora que o governo do PT pode vir a
não pagar aos funcionários públicos o 13º http://xn--salrio-rta.Se o fizerem, é uma
roubalheira sobre outra roubalheira.

Perguntarão porquê.

Respondo: Porque o 13º salário não existe.

O
13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos
do poder, quer se intitulem “capitalistas” ou “socialistas”, e é
justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos
que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12
meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700 X 12 = R$ 8.400,00

Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.

R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00

R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) = R$ 9.100 (Salário anual mais o 13º salário)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o “governo dos trabalhadores” que mandou o patrão pagar o 13º.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simples contas que aprendeu no Ensino Fundamental:

Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.

R$ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$ 175,00 (Salário semanal)

O
ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por
52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.

R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário

Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples.

A
resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do
salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30
dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda
assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro
semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco
semanas.

No final do ano o generoso governo presenteia o
trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do
trabalhador.

Se o governo retirar o 13º salário dos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.

Daí
que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes: não existe
nenhum 13º salário. O governo apenas devolve e manda o patrão devolver o
que sorrateiramente foi tirado do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.13º NÃO É PRÊMIO, NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO. É SIMPLES PAGAMENTO PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!

terça-feira, 1 de março de 2011

O RIO MERECE ISSO?

O vice de Sérgio Cabral responde a oito ações civis públicas, sendo em cinco delas vinculado pelo Ministério Público Federal à máfia dos sanguessugas.

Claro que Pezão nega todas as irregularidades, mas as provas nos processos vão de encontro as alegações de Pezão, conforme revela a Folha de São Paulo.

E Sérgio Cabral ainda quer fazer Pezão o seu sucessor.

Isso realmente é uma vergonha, e um caso de polícia.


Reprodução da Folha de São Paulo

O vice-governador do Rio, Luiz Fernando de Souza (PMDB), o Pezão, tem desde dezembro parte de seus bens bloqueados pela Justiça Federal. Ele responde a oito ações civis públicas, sendo em cinco delas vinculado pelo Ministério Público Federal à máfia dos sanguessugas.

As supostas irregularidades apontadas pela Procuradoria ocorreram quando o vice-governador foi prefeito de Piraí, entre 1997 e 2004.

Pezão é o candidato preferido pelo governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), para concorrer à sua sucessão, em 2014.

Ele é secretário de Obras e também o coordenador no Estado do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal.

Em cinco processos, a Procuradoria diz que a máfia dos sanguessugas "estendeu um de seus tentáculos de atuação até o município de Piraí".

O Ministério Público Federal utilizou como base auditorias da CGU (Controladoria-Geral da União) feitas após a divulgação do escândalo, em 2006.

SEGUNDA INSTÂNCIA

O vice nega as irregularidades apontadas. Afirma que os convênios considerados suspeitos foram auditados pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) e pela própria CGU em 2004 sem a identificação de nenhum problema.

A Procuradoria pediu o bloqueio de, no total, R$ 269 mil dos bens em nome do vice-governador.

SANGUESSUGAS

Segundo relatórios da CGU, houve superfaturamento na compra das ambulâncias e irregularidades no processo de licitação. O objetivo, diz a Procuradoria, era direcionar o resultado para as empresas do esquema.

De acordo com o Ministério Público Federal, a máfia dos sanguessugas atuava na elaboração de projetos para municípios apresentarem ao Ministério da Saúde, na aprovação do convênio, e na fraude da licitação de compra da prefeitura.

A Procuradoria vincula o então prefeito à quadrilha com base no depoimento de Luiz Antônio Vedoin, sócio da Planam, principal empresa do esquema. Ao detalhar a ação criminosa, ele afirma que o grupo agiu em Piraí.