Assunto: Benedita da Silva International Foundation
BENEDITA DA SILVA INTERNATIONALFOUNDATION
'Quando estou lá fora, não vou me preocupar com o Brasil '. Essa foi uma das respostas de Benedita da Silva ao jornalista Leandro Mazzini, em entrevista ao Jornal do Brasil, publicada em 26 de março de 2006. Benedita não ocupava, então, nenhum cargo público, após deixar o status ministerial na Secretaria Especial da Assistência e Promoção Social sob acusações de uso indevido de dinheiro público em viagens internacionais de cunho pessoal, e estava em disputa interna no PT do Rio de Janeiro com Saturnino Braga pela candidatura ao Senado Federal. No frigir dos ovos, nenhum dos dois ganhou o apoio do partido, que acabou fechando coligação com Jandira Feghali do PC do B e esta perdeu a eleição para Francisco Dornelles do PP'.
Apesar de não se preocupar com o Brasil quando está lá fora, a ex-ministra e atual Secretária Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Governo de Sérgio Cabral Filho, criou lá uma ONG com seu próprio nome: a 'Benedita da Silva International Foundation'. Assim como Narciso achava feio tudo que não era espelho, o nome de sua Fundação não poderia ser outro. A Organização tem registros estadual e federal e pode receber doações de unidades governamentais e do público em geral e todas são dedutíveis. É presidida, desde sua criação, por uma amiga de 'Bené', Wilma Leitão Krüger, que também preside o Comitê das Cidades Irmãs Atlanta-Rio de Janeiro e representa no Brasil a bem sucedida 8 Point Exports Inc. do Mias Group, relativa à área de mineração. A propósito, Wilma Krüger é pentecostal como Benedita e é irmã da jornalista e comentarista de economia Miriam Leitão.
Benedita da Silva International Foundation fica no nº 201 da Martin Luther King Jr. Street, na cidade de Atlanta, Estado da Georgia.
Prédio de três andares de propriedade da Coca-Cola Company. É lá que também encontramos a sede da multinacional de refrigerantes. Coincidência ou não, o espaço foi cedido à Fundação logo após a então governadora Benedita da Silva anistiar uma dívida de mais de R$ 460 milhões da Coca-Cola com o Tesouro do Estado do Rio de Janeiro.
Há que se observar que o decreto de anistia foi assinado por Benedita em 02 de abril de 2002, ou seja, dois dias após assumir o cargo devido à desincompatibilização de Anthony Garotinho, de quem era vice, para concorrer à Presidência da República. O 'perdão' de Benedita foi lavrado com base em pareceres elaborados na gestão do antecessor. No entanto, a Rio de Janeiro Refrescos, engarrafadora da Coca-Cola na cidade, perdeu a questão na Justiça e deveria pagar a conta. Indiferente a isso, Benedita da Silva anistiou a dívida milionária da empresa. 'Abrindo as asas da lembrança', como dizia um trecho do samba-enredo da Portela de 1985, se realizarmos uma breve viagem pelas folhas de calendários passados, podemos observar uma certa relação gasosa entre Benedita da Silva e a Coca-Cola, muito antes de coabitarem um mesmo prédio nos EUA. Em 07 de janeiro de 1998, a coluna Radar da revista Veja, então assinada por Ancelmo Gois, noticiou que 'a senadora Benedita da Silva estava animada e assistiu aos Jogos Olímpicos de Atlanta por conta da Coca-Cola'. Um ano antes, em 1997, precisamente no dia 15 de maio, a então senadora Benedita da Silva protocolou o Projeto de Lei do Senado de nº 00087/1997, que regulamentaria e daria nova redação ao Artigo 17 da Lei 4.657 de 04 de setembro de 1942 (Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro). Esse Artigo 17 delibera exatamente sobre os casos de não aplicação de leis, atos ou sentenças de outros países no Brasil.
O processo foi arquivado pela Secretaria Geral da Mesa, em 1999.
Não tenho nada contra o 'sonho americano' dos outros, mas alguém já ouviu falar em algum projeto realizado pela Benedita da Silva International Foundation? Além de eventos para arrecadar fundos, a própria Benedita afirmou na entrevista ao Jornal do Brasil que foi ao Canadá pedir apoio e que o Fundo Social Canadense tem muito dinheiro no Brasil. Será que a Fundação ainda não conseguiu nenhum trocado para realizar algum projeto? Aliás, será que o governador Sérgio Cabral Filho tem ciência da existência dessa ONG internacional de sua Secretária de Assistência Social e Direitos Humanos? Será que há 'conflitos de interesses' em toda essa história?
O Governo do Estado do Rio de Janeiro está se tornando uma célula da estrutura fisiológica do Governo Federal?
O governador Sérgio Cabral Filho corre o risco de estar chacoalhando uma garrafa de Coca-Cola quente. Finge que não vê o passado de Benedita, as constantes denúncias de irregularidades na Fundação da Infância e do Adolescente, o loteamento de cargos na SEASDH, a leniência em relação às ONG's e tantos outros fatos nebulosos nas cercanias da Secretária. Quando essa 'tampa' estourar, vai jorrar Coca-Cola para todos os lados. Resta-nos saber quem vai se sujar mais.
Contabilista, Professora e Pedagoga Mariza Nobre
sexta-feira, 9 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Cabral fica nervoso com declaração de Dilma
Deu em O Globo
‘Garotinho é um parceiro antigo’, diz Dilma
De Maria Lima, Gerson Camarotti e Marcelle Ribeiro:
Em seu primeiro dia de voo solo como pré-candidata a presidente, a ex-ministra Dilma Rousseff participou de evento da cúpula do PR que a aproximou ainda mais do casal Garotinho, o que pode complicar sua relação com o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), candidato à reeleição.
Em encontro reservado após a solenidade de posse do senador Alfredo Nascimento como presidente do PR, Dilma avisou que não participará da festa de lançamento da pré-candidatura de Garotinho ao governo do Rio, no próximo sábado.
Mas, em discurso no qual endureceu o tom nos ataques ao PSDB e fez citações religiosas, ressaltou laços históricos com o agora primeiro-secretário do PR, levando o ex-governador a sair do encontro otimista quanto ao seu apoio.
No discurso, Dilma citou parceria bem-sucedida com os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho. No final, posou para fotos com o aliado político.
— O Garotinho é um parceiro antigo, do tempo do PDT — disse Dilma, citando também a importância da parceria com Rosinha.
— Se eu estou apoiando a campanha dela, é natural que ela retribua. Somos amigos históricos — justificou Garotinho.
Logo após a solenidade, Dilma, acompanhada do presidente do PT, José Eduardo Dutra, se reuniu por cerca de meia hora com Garotinho.
Na conversa, ela determinou que o ex-governador desarmasse o palanque que estava sendo montado com sua presença, sábado, no Rio, para o lançamento da pré-candidatura, porque sua agenda estaria lotada. Sobre o futuro próximo, no entanto, Garotinho saiu otimista:
— Na presença do Dutra, fechamos que a ministra vai aos dois palanques. A Dilma está firme, disse que vai subir no meu palanque e pedir votos para mim. Estamos juntos, firmes. Está tudo certo. Se o Cabral vai gostar ou não, se vai ficar com ciúmes, não entro em questões emocionais — declarou Garotinho.
Mas o presidente nacional do PT, logo em seguida, disse que não é bem assim.
— Nos casos de palanques duplos, é um processo que ainda vamos discutir. É fato que queremos o apoio de Garotinho, mas quem vai no palanque de quem, se vai nos dois palanques, isso só será decidido em julho — rebateu Dutra.
‘Garotinho é um parceiro antigo’, diz Dilma
De Maria Lima, Gerson Camarotti e Marcelle Ribeiro:
Em seu primeiro dia de voo solo como pré-candidata a presidente, a ex-ministra Dilma Rousseff participou de evento da cúpula do PR que a aproximou ainda mais do casal Garotinho, o que pode complicar sua relação com o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), candidato à reeleição.
Em encontro reservado após a solenidade de posse do senador Alfredo Nascimento como presidente do PR, Dilma avisou que não participará da festa de lançamento da pré-candidatura de Garotinho ao governo do Rio, no próximo sábado.
Mas, em discurso no qual endureceu o tom nos ataques ao PSDB e fez citações religiosas, ressaltou laços históricos com o agora primeiro-secretário do PR, levando o ex-governador a sair do encontro otimista quanto ao seu apoio.
No discurso, Dilma citou parceria bem-sucedida com os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho. No final, posou para fotos com o aliado político.
— O Garotinho é um parceiro antigo, do tempo do PDT — disse Dilma, citando também a importância da parceria com Rosinha.
— Se eu estou apoiando a campanha dela, é natural que ela retribua. Somos amigos históricos — justificou Garotinho.
Logo após a solenidade, Dilma, acompanhada do presidente do PT, José Eduardo Dutra, se reuniu por cerca de meia hora com Garotinho.
Na conversa, ela determinou que o ex-governador desarmasse o palanque que estava sendo montado com sua presença, sábado, no Rio, para o lançamento da pré-candidatura, porque sua agenda estaria lotada. Sobre o futuro próximo, no entanto, Garotinho saiu otimista:
— Na presença do Dutra, fechamos que a ministra vai aos dois palanques. A Dilma está firme, disse que vai subir no meu palanque e pedir votos para mim. Estamos juntos, firmes. Está tudo certo. Se o Cabral vai gostar ou não, se vai ficar com ciúmes, não entro em questões emocionais — declarou Garotinho.
Mas o presidente nacional do PT, logo em seguida, disse que não é bem assim.
— Nos casos de palanques duplos, é um processo que ainda vamos discutir. É fato que queremos o apoio de Garotinho, mas quem vai no palanque de quem, se vai nos dois palanques, isso só será decidido em julho — rebateu Dutra.
Sergio Cabral prorroga concessão do Metrô e da Supervia (clientes do ecritório da esposa do Governador)
Reprodução da matéria do Estado de São Paulo no dia 06/04/2010
Supervia também contratou a esposa do Sérgio Cabral e teve a sua concessão prorrogada
.
Mais um escândalo no Rio, como sempre é apenas divulgado pela imprensa de São Paulo, tal como o Metrô Rio, a empresa Supervia também é "cliente" da esposa do (des) governador Sérgio Cabral, e também teve a sua concessão prorrogada.
É festa, virou zona, se você tem uma empresa com problemas, ou é uma concessionária de serviço público neste (des) governo do Sérgio Cabral, contrate os serviços da esposa do Sérgio Cabral e resolva todos os seus problemas !!!
Isso é INACREDITÁVEL, a imprensa do Rio se cala, os bandidos dos deputados estaduais fingem $$$ que não sabem, o Ministério Publico se faz de bobo, o que é isso companheiro ???
Até quando o povo do Rio de Janeiro vai ter que ver, ouvir, e sentir tamanho descalabro e ilegalidades neste (des) governo do Sérgio Cabral ?
Manchete do jornal Estado de São Paulo de hoje
Ao ordenar a prorrogação do contrato de concessão da empresa que explora os serviços ferroviários do Rio, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) vai beneficiar mais um cliente do escritório de advocacia de sua mulher, Adriana Ancelmo Cabral.
Levantamento feito pelo Estado no Tribunal Regional do Trabalho identificou pelo menos 83 processos em que integrantes do Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados defendem a Supervia Concessionária de Transportes Ferroviários S.A. em litígios trabalhistas.
Previsto para ser oficializado esta semana, o acordo com o governo do Rio ampliará até 2048 o direito de a empresa operar o serviço. A Supervia é citada por repetidos problemas de superlotação, atrasos, sucateamento de maquinário e até agressões a usuários.
Além da Supervia, o governador também determinou a prorrogação do contrato da Metrô Rio até 2038. A medida foi tomada em 2007, primeiro ano de seu mandato. Na época, a empresa contratou os serviços do Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados ? conforme o Estado revelou em janeiro. A Procuradoria-Geral de Justiça já abriu investigação, a pedido de deputados do PT e do PSOL, para apurar o caso.
No Rio, os serviços de metrô e trens foram privatizados na década de 90. Com isso, os clientes do escritório da primeira-dama têm de ser fiscalizados pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes (Agetransp), cujos conselheiros são indicados por Cabral.
Foi a Agetransp que autorizou o governador a prorrogar o contrato da Supervia, na semana passada. A mesma autarquia havia imposto, há duas semanas, multa de R$ 1 milhão à empresa pelo episódio conhecido como "trem da chibata". Em 15 de abril do ano passado, passageiros que embarcavam na estação de Madureira foram agredidos com socos, pontapés e até chicotadas por seguranças contratados pela concessionária que agora terá seu contrato prorrogado.
A prorrogação autorizada pela Agetransp ocorre 13 anos antes do fim do atual contrato. O governo do Rio divulgou que o acordo prevê o investimento de R$ 2,3 bilhões na modernização do sistema, que ficará a cargo da concessionária, e na compra de novos trens ? nesse caso, bancada pelo Tesouro estadual.
Supervia também contratou a esposa do Sérgio Cabral e teve a sua concessão prorrogada
.
Mais um escândalo no Rio, como sempre é apenas divulgado pela imprensa de São Paulo, tal como o Metrô Rio, a empresa Supervia também é "cliente" da esposa do (des) governador Sérgio Cabral, e também teve a sua concessão prorrogada.
É festa, virou zona, se você tem uma empresa com problemas, ou é uma concessionária de serviço público neste (des) governo do Sérgio Cabral, contrate os serviços da esposa do Sérgio Cabral e resolva todos os seus problemas !!!
Isso é INACREDITÁVEL, a imprensa do Rio se cala, os bandidos dos deputados estaduais fingem $$$ que não sabem, o Ministério Publico se faz de bobo, o que é isso companheiro ???
Até quando o povo do Rio de Janeiro vai ter que ver, ouvir, e sentir tamanho descalabro e ilegalidades neste (des) governo do Sérgio Cabral ?
Manchete do jornal Estado de São Paulo de hoje
Ao ordenar a prorrogação do contrato de concessão da empresa que explora os serviços ferroviários do Rio, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) vai beneficiar mais um cliente do escritório de advocacia de sua mulher, Adriana Ancelmo Cabral.
Levantamento feito pelo Estado no Tribunal Regional do Trabalho identificou pelo menos 83 processos em que integrantes do Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados defendem a Supervia Concessionária de Transportes Ferroviários S.A. em litígios trabalhistas.
Previsto para ser oficializado esta semana, o acordo com o governo do Rio ampliará até 2048 o direito de a empresa operar o serviço. A Supervia é citada por repetidos problemas de superlotação, atrasos, sucateamento de maquinário e até agressões a usuários.
Além da Supervia, o governador também determinou a prorrogação do contrato da Metrô Rio até 2038. A medida foi tomada em 2007, primeiro ano de seu mandato. Na época, a empresa contratou os serviços do Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados ? conforme o Estado revelou em janeiro. A Procuradoria-Geral de Justiça já abriu investigação, a pedido de deputados do PT e do PSOL, para apurar o caso.
No Rio, os serviços de metrô e trens foram privatizados na década de 90. Com isso, os clientes do escritório da primeira-dama têm de ser fiscalizados pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes (Agetransp), cujos conselheiros são indicados por Cabral.
Foi a Agetransp que autorizou o governador a prorrogar o contrato da Supervia, na semana passada. A mesma autarquia havia imposto, há duas semanas, multa de R$ 1 milhão à empresa pelo episódio conhecido como "trem da chibata". Em 15 de abril do ano passado, passageiros que embarcavam na estação de Madureira foram agredidos com socos, pontapés e até chicotadas por seguranças contratados pela concessionária que agora terá seu contrato prorrogado.
A prorrogação autorizada pela Agetransp ocorre 13 anos antes do fim do atual contrato. O governo do Rio divulgou que o acordo prevê o investimento de R$ 2,3 bilhões na modernização do sistema, que ficará a cargo da concessionária, e na compra de novos trens ? nesse caso, bancada pelo Tesouro estadual.
O Cidadão é o reponsável pelas tragédias que se abatem no Estado e na Cidade do Rio de Janeiro.
Assim como no caso da cidade do sul fluminense, o governador Sérgio Cabral (PMDB), repetiu o discurso que fez na primeira tragédia do ano no Estado: ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o prefeito Eduardo Paes fazem esforço conjunto para resolver problemas acumulados há décadas e investir em políticas de ocupação urbana. Mas os moradores não colaboram ao se instalarem em áreas de risco de deslizamento. Foi esse o caso de parte das 53 pessoas que morreram em Angra no início do ano.
Há quase 100 dias, ao falar em Angra, o governador afirmou: "Não podemos ocupar os nossos morros dessa maneira irresponsável que estamos fazendo. Solo urbano é um problema de todos. Não se pode brincar com o solo”. Em seguida, lembrou que R$ 100 milhões foram investidos em equipamentos para o Corpo de Bombeiros. Depois, ressaltou que 20% do valor de um fundo foi utilizado em contenção de encostas.
Nesta terça-feira, o tom foi o mesmo: “Temos que fazer uma conscientização de que a demagogia da construção irregular levou a essa situação”, afirmou Cabral à “Globonews”. “Quando dissemos que construiríamos um muro na favela da Rocinha, íamos garantir a vida das pessoas. Não é possível a construção irregular continuar. Se você pegar essas pessoas que morreram, quase todas estavam em áreas de risco.”
Há quase 100 dias, ao falar em Angra, o governador afirmou: "Não podemos ocupar os nossos morros dessa maneira irresponsável que estamos fazendo. Solo urbano é um problema de todos. Não se pode brincar com o solo”. Em seguida, lembrou que R$ 100 milhões foram investidos em equipamentos para o Corpo de Bombeiros. Depois, ressaltou que 20% do valor de um fundo foi utilizado em contenção de encostas.
Nesta terça-feira, o tom foi o mesmo: “Temos que fazer uma conscientização de que a demagogia da construção irregular levou a essa situação”, afirmou Cabral à “Globonews”. “Quando dissemos que construiríamos um muro na favela da Rocinha, íamos garantir a vida das pessoas. Não é possível a construção irregular continuar. Se você pegar essas pessoas que morreram, quase todas estavam em áreas de risco.”
segunda-feira, 5 de abril de 2010
I CONGRESSO DO PR
Anthony convidou você para ir ao evento "1° CONGRESSO DO PR PARTIDO DA REPÚBLICA" - sábado, 10 de abril às 09:00.
Anthony diz, "Espero você, traga sua família, seus amigos. Vamos juntos ao encontro das melhores soluções para os problemas do nosso Estado do Rio de Janeiro. Nossa casa, onde vivemos, onde criamos nossos filhos, onde planejamos nosso futuro! Até lá!".
Evento: 1° CONGRESSO DO PR PARTIDO DA REPÚBLICA
O que é: Cerimônia
Data de início: sábado, 10 de abril às 09:00
Término: sábado, 10 de abril às 16:00
Local: Centro de Convenções Sul America Av. Paulo de Frontin nº 1, esq. c/ Av. Pres. Vargas Cidade Nova – RJ (ao lado da Sede da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro) Obs.: O Centro de convenções tem estacionamento próprio para ônibus, vans e carros.
Mariza Nobre 22365
Anthony diz, "Espero você, traga sua família, seus amigos. Vamos juntos ao encontro das melhores soluções para os problemas do nosso Estado do Rio de Janeiro. Nossa casa, onde vivemos, onde criamos nossos filhos, onde planejamos nosso futuro! Até lá!".
Evento: 1° CONGRESSO DO PR PARTIDO DA REPÚBLICA
O que é: Cerimônia
Data de início: sábado, 10 de abril às 09:00
Término: sábado, 10 de abril às 16:00
Local: Centro de Convenções Sul America Av. Paulo de Frontin nº 1, esq. c/ Av. Pres. Vargas Cidade Nova – RJ (ao lado da Sede da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro) Obs.: O Centro de convenções tem estacionamento próprio para ônibus, vans e carros.
Mariza Nobre 22365
quarta-feira, 31 de março de 2010
I CONGRESSO DO PR

CONGRESSO DO PR SERÁ DIA 10 DE ABRIL
O presidente do Partido Anthony Garotinho convocou para o dia 10 de abril a realização do I Congresso do PR onde se discutirá o Plano de Governo para 2011-2014 e a pré-candidatura a Governador. O local do Congresso será o Centro de Convenções Sul América, Av. Paulo de Frontim, 1 - Cidade Nova, ao lado da Prefeitura do Rio de Janeiro (http://www.ccsulamerica.com.br/). O local foi decidido por conta da quantidade de militantes esperados, cerca de 10 mil pessoas, impossivel de ser abrigado no hotel Guanabara. O credenciamento começará as 8 horas da manha. Na parte da manhã haverá a discussão do Anteprojeto de Plano de Governo que será apresentando pelo Presidente do Instituto Republicano, Fernando Peregrino. Na parte da tarde será votado se o PR terá ou não candidatura a Governador e demais cargos eletivos, senador e deputados. Com a possivel pré-candidatura do ex-governador Garotinho, o PR se consolida como uma das duas forças politicas mais importantes do Estado.
MARIZA NOBRE
sexta-feira, 19 de março de 2010
Covardia contra o Rio de Janeiro
Os deputados Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), Humberto Souto (PPS-MG) e Marcelo Castro (PMDB-PI), autores da polêmica emenda sobre a redistribuição dos royalties aprovada pela Câmara dos Deputados, entregaram nesta terça-feira (16) ao senador Pedro Simon (PMDB-RS) a proposta de que a União pague os prejuízos que os estados produtores de petróleo teriam com a nova divisão.
Pela emenda aprovada pelos deputados, os recursos da exploração do petróleo, inclusive fora da camada do pré-sal, devem ser repartidos entre todos os estados e municípios de acordo com os critérios dos fundos de participação. Com isto, o Rio de Janeiro, por exemplo, perderia cerca de R$ 5 bilhões de arrecadação. O Espírito Santo perderia anualmente R$ 400 milhões.
A proposta dos deputados é que a União faça a compensação pelo prejuízo dos estados produtores. “Acho importante um mecanismo transitório em que a União faça esta a compensação, até porque a maior parte vai para a União”, afirmou Ibsen.
Ibsen questionou o conceito de estado produtor de petróleo. Ele enfatizou que a produção acontece no mar, o que tiraria a possibilidade de qualquer dano para estados e municípios. “É justo privilegiar dois estados e prejudicar 25? Não existe estado produtor, no máximo tem uma vista para o mar, que é muito privilegiada”.
Souto está confiante que a emenda será aprovada no Senado, com ou sem a compensação. “Não acredito que senador nenhum vai ficar contra uma conquista feita na Câmara para o seu estado”.
Ele desafiou ainda o governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ), que está chamando uma manifestação para esta quarta-feira (16) no Rio de Janeiro. “O Rio de Janeiro pode fazer o que quiser, pode botar um milhão de pessoas na rua, mas não vai amedrontar o Congresso”.
Urgência
Mais cedo nesta terça-feira (16), senadores de estados produtores de petróleo disseram que irão pedir ao governo que não recoloque o regime de urgência nos projetos do pré-sal. O objetivo é ter mais tempo para discutir a divisão dos royalties do petróleo.
No entanto, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou, ao chegar no Senado nesta tarde, que o governo pretende recolocar o regime de urgência. "Ninguém me pediu nada ainda, mas a gen
Pela emenda aprovada pelos deputados, os recursos da exploração do petróleo, inclusive fora da camada do pré-sal, devem ser repartidos entre todos os estados e municípios de acordo com os critérios dos fundos de participação. Com isto, o Rio de Janeiro, por exemplo, perderia cerca de R$ 5 bilhões de arrecadação. O Espírito Santo perderia anualmente R$ 400 milhões.
A proposta dos deputados é que a União faça a compensação pelo prejuízo dos estados produtores. “Acho importante um mecanismo transitório em que a União faça esta a compensação, até porque a maior parte vai para a União”, afirmou Ibsen.
Ibsen questionou o conceito de estado produtor de petróleo. Ele enfatizou que a produção acontece no mar, o que tiraria a possibilidade de qualquer dano para estados e municípios. “É justo privilegiar dois estados e prejudicar 25? Não existe estado produtor, no máximo tem uma vista para o mar, que é muito privilegiada”.
Souto está confiante que a emenda será aprovada no Senado, com ou sem a compensação. “Não acredito que senador nenhum vai ficar contra uma conquista feita na Câmara para o seu estado”.
Ele desafiou ainda o governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ), que está chamando uma manifestação para esta quarta-feira (16) no Rio de Janeiro. “O Rio de Janeiro pode fazer o que quiser, pode botar um milhão de pessoas na rua, mas não vai amedrontar o Congresso”.
Urgência
Mais cedo nesta terça-feira (16), senadores de estados produtores de petróleo disseram que irão pedir ao governo que não recoloque o regime de urgência nos projetos do pré-sal. O objetivo é ter mais tempo para discutir a divisão dos royalties do petróleo.
No entanto, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou, ao chegar no Senado nesta tarde, que o governo pretende recolocar o regime de urgência. "Ninguém me pediu nada ainda, mas a gen
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