sábado, 12 de dezembro de 2009
GOVERNO ESTADUAL DESMONTA POLÍTICA DE ATRAÇAO DE EMPRESAS
Publicado no Diário Oficial de ontem mais um Decreto que ajuda a desmontar a politica economica bem sucedida dos governos Garotinho e Rosinha que atraia empresas como as siderurgicas, naval, telecomunicações, automobilisticas, etc, e que tinha colocado o Rio de Janeiro na posiçao de crescimento acentuado de seu PIB e de ampliaçao da sua base industrial. Desta feita, o Governo Estadual aumentou o ICMS para setor farmacêutico de 12 para 19% interrompendo um ciclo de atração de empresas e empregos para nosso Estado, como Roche, Servier, entre outras. A colunista Flávia Oliveira de O GLOBO de hoje assinala que o setor está em pé de guera contra o governo Cabral. Isso, na verdade, é parte de um processo deliberado de arquivamento de toda a legislaçao ( está nesse blog) que permitiu que O Estado do Rio, nos Governo Garotinho e Rosinha, tivesse um crescimento continuado de sua economia que o levou ao segundo lugar no PIB per capital brasileiro, batendo São Paulo e ficando atrás apenas de Brasilia. Lamentável. Vamos ver se a pressão do empresariado faz o Governo rever sua posição.
Documento escrito por Fernando Pelegrino
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Carta de Fernando Pelegrino ao Governador Sergio Cabral
Caro governador Cabral
Fernando Peregrino, Jornal do Brasil
RIO - Desde o início do seu mandato, o senhor nos vendeu a ideia de que bastaria um bom relacionamento com o presidente Lula para que as questões entre o governo federal e o estado do Rio fossem resolvidas. E que a culpa do contencioso de Brasília com o Rio era dos governos anteriores, e daí, como um cacoete, todos ao redor repetiam: agora o Rio vai!
Pena que, agindo assim, deixou de examinar os fatos como eles são. Apesar de o senhor estar cercado de assessores prontos para darem um “choque” de gestão, invisível, por enquanto. Deixaram de lembrar-lhe, por exemplo, que nos últimos anos o país assistiu a um gradativo e profundo ocaso do federalismo fiscal.
Desde FHC até hoje, a União vem concentrando a arrecadação fiscal com o aumento das contribuições que não são distribuídas pelos demais entes federados. Esses – estados e municípios – passaram a ser meros pedintes subservientes ao governo federal. Com isso, abriam mão de sua autonomia, de fazer suas próprias políticas públicas, e eram instados a adular o governo central e seus asseclas burocratas para obter verbas.
No caso do Rio de Janeiro é mais grave. Em se tratando de ICMS, por iniciativa de um senador de outro estado cuja economia concorre com a do Rio, foi inscrita na Constituição a proibição à cobrança desse imposto estadual na origem quando se trata de petróleo (artigo 155), não por acaso, nossa maior riqueza. Os ex-governadores Garotinho e Rosinha apenas lutaram para correção dessa injustiça fiscal, que retira quase R$ 4 bilhões por ano do estado do Rio.
Recurso esse, governador Cabral, maior que o PAC do Rio. Aliás, muito mais valioso, porque não subtrai nossa autonomia de estado federado. Porque não nos obriga a fazer concessões descabidas e passar por essa situação vexaminosa em relação ao nosso direito constitucional sobre o pré-sal.
O senhor sabe que a elite que o adula, parte dela, se omitiu em defender os interesses do Rio para obter os créditos negados do metrô e da recuperação da BR 101, uma vergonha nacional em território fluminense. No primeiro caso, só através da Justiça foi possível; no segundo, até obra em estrada federal o governo estadual anterior teve que fazer para reduzir os riscos de acidentes rodoviários.
A grande mídia, com raras e honrosas exceções, silencia, enquanto “... nossa pátria era subtraída”, como na canção de Chico Buarque. Mas o senhor sabe o quanto nosso estado é credor da União, e há muitos anos, desde a fusão e a retirada da capital para Brasília.. A União, mesmo com Chagas Freitas, Marcello Alencar, Moreira Franco, Brizola, mostrou-se sempre reticente aos direitos federativos de nosso estado. Veio o senhor, e novos tempos foram anunciados: harmonia e abundância. Segurança, saúde e educação, em pouco tempo, seriam problemas do passado, dizia. Ledo engano..
A luta política não funciona assim. Sobretudo quando se trata de repartir riquezas. Não fosse a história para ensinar, o velho ditado é sábio: “Farinha pouca, meu pirão primeiro”. A descoberta do pré-sal serviu para isso. Retiraram as participações especiais do novo modelo. Reduziram os royalties para os estados e municípios produtores de 52,5% para 34% e distribuíram os restos pelos demais estados e a União, mesmo os não produtores, rasgando a Constituição, diria o ilustre jurista Humberto Soares.
E agora? O senhor, que não se preparou para defender diligentemente os altos interesses do Rio de Janeiro, corre atrás do prejuízo. Sua bancada federal desunida agora é incapaz de esboçar uma reação eficaz. Só resta a mídia, que lhe é generosa.
Mas é o Rio e suas políticas públicas que podem perder. O senhor mesmo admite que o estado não tem recursos para pagar salários dignos a professores, nem aos policiais, bombeiros, ou médicos...
São muitos os prejuízos. Mas, caro governador, com toda a franqueza, o pior de todos os prejuízos, considero um: o péssimo papel pedagógico de mostrar que a deslealdade faz parte da política. Que não há ideais na política, apenas o pragmatismo. Que não há partidos políticos sinceros, apenas cartórios. Que a Federação é simplesmente uma palavra, sem consequência. Que personagens da história como Tiradentes, José do Patrocínio, Nilo Peçanha, Vargas, Brizola, Darcy, e tantos outros, lutaram sem ideais.
Lamento, caro governador, mas nessa quadra de anos a Federação ficou menor. Ficou demonstrado que não podemos confundir bom relacionamento com estratégia política de obter direitos. Não estamos mais no Império.
Finalmente, releve se assessores tentarem desqualificar este desabafo. Afinal, mais da metade deles integrou os governos anteriores que o senhor chamou de, no mínimo, beligerantes..
Respeitosamente.
Fernando Peregrino é ex-secretário estadual de Ciência e Tecnologia, além de mestre em engenharia de produção pela Coppe/UFRJ.
Fernando Peregrino, Jornal do Brasil
RIO - Desde o início do seu mandato, o senhor nos vendeu a ideia de que bastaria um bom relacionamento com o presidente Lula para que as questões entre o governo federal e o estado do Rio fossem resolvidas. E que a culpa do contencioso de Brasília com o Rio era dos governos anteriores, e daí, como um cacoete, todos ao redor repetiam: agora o Rio vai!
Pena que, agindo assim, deixou de examinar os fatos como eles são. Apesar de o senhor estar cercado de assessores prontos para darem um “choque” de gestão, invisível, por enquanto. Deixaram de lembrar-lhe, por exemplo, que nos últimos anos o país assistiu a um gradativo e profundo ocaso do federalismo fiscal.
Desde FHC até hoje, a União vem concentrando a arrecadação fiscal com o aumento das contribuições que não são distribuídas pelos demais entes federados. Esses – estados e municípios – passaram a ser meros pedintes subservientes ao governo federal. Com isso, abriam mão de sua autonomia, de fazer suas próprias políticas públicas, e eram instados a adular o governo central e seus asseclas burocratas para obter verbas.
No caso do Rio de Janeiro é mais grave. Em se tratando de ICMS, por iniciativa de um senador de outro estado cuja economia concorre com a do Rio, foi inscrita na Constituição a proibição à cobrança desse imposto estadual na origem quando se trata de petróleo (artigo 155), não por acaso, nossa maior riqueza. Os ex-governadores Garotinho e Rosinha apenas lutaram para correção dessa injustiça fiscal, que retira quase R$ 4 bilhões por ano do estado do Rio.
Recurso esse, governador Cabral, maior que o PAC do Rio. Aliás, muito mais valioso, porque não subtrai nossa autonomia de estado federado. Porque não nos obriga a fazer concessões descabidas e passar por essa situação vexaminosa em relação ao nosso direito constitucional sobre o pré-sal.
O senhor sabe que a elite que o adula, parte dela, se omitiu em defender os interesses do Rio para obter os créditos negados do metrô e da recuperação da BR 101, uma vergonha nacional em território fluminense. No primeiro caso, só através da Justiça foi possível; no segundo, até obra em estrada federal o governo estadual anterior teve que fazer para reduzir os riscos de acidentes rodoviários.
A grande mídia, com raras e honrosas exceções, silencia, enquanto “... nossa pátria era subtraída”, como na canção de Chico Buarque. Mas o senhor sabe o quanto nosso estado é credor da União, e há muitos anos, desde a fusão e a retirada da capital para Brasília.. A União, mesmo com Chagas Freitas, Marcello Alencar, Moreira Franco, Brizola, mostrou-se sempre reticente aos direitos federativos de nosso estado. Veio o senhor, e novos tempos foram anunciados: harmonia e abundância. Segurança, saúde e educação, em pouco tempo, seriam problemas do passado, dizia. Ledo engano..
A luta política não funciona assim. Sobretudo quando se trata de repartir riquezas. Não fosse a história para ensinar, o velho ditado é sábio: “Farinha pouca, meu pirão primeiro”. A descoberta do pré-sal serviu para isso. Retiraram as participações especiais do novo modelo. Reduziram os royalties para os estados e municípios produtores de 52,5% para 34% e distribuíram os restos pelos demais estados e a União, mesmo os não produtores, rasgando a Constituição, diria o ilustre jurista Humberto Soares.
E agora? O senhor, que não se preparou para defender diligentemente os altos interesses do Rio de Janeiro, corre atrás do prejuízo. Sua bancada federal desunida agora é incapaz de esboçar uma reação eficaz. Só resta a mídia, que lhe é generosa.
Mas é o Rio e suas políticas públicas que podem perder. O senhor mesmo admite que o estado não tem recursos para pagar salários dignos a professores, nem aos policiais, bombeiros, ou médicos...
São muitos os prejuízos. Mas, caro governador, com toda a franqueza, o pior de todos os prejuízos, considero um: o péssimo papel pedagógico de mostrar que a deslealdade faz parte da política. Que não há ideais na política, apenas o pragmatismo. Que não há partidos políticos sinceros, apenas cartórios. Que a Federação é simplesmente uma palavra, sem consequência. Que personagens da história como Tiradentes, José do Patrocínio, Nilo Peçanha, Vargas, Brizola, Darcy, e tantos outros, lutaram sem ideais.
Lamento, caro governador, mas nessa quadra de anos a Federação ficou menor. Ficou demonstrado que não podemos confundir bom relacionamento com estratégia política de obter direitos. Não estamos mais no Império.
Finalmente, releve se assessores tentarem desqualificar este desabafo. Afinal, mais da metade deles integrou os governos anteriores que o senhor chamou de, no mínimo, beligerantes..
Respeitosamente.
Fernando Peregrino é ex-secretário estadual de Ciência e Tecnologia, além de mestre em engenharia de produção pela Coppe/UFRJ.
Resposta do Juiz ao Lula!
CARTA PUBLICADA NO ESTADÃO
Carta-resposta de um Juiz ao Presidente Lula publicada no Estadão.
Veja a carta que um juiz colocou no jornal de hoje:
Carta do Juiz Ruy Coppola (2º TAC) .
Mensagem ao presidente!
Estimado presidente, assisti na televisão, anteontem, o trecho de seu discurso criticando o Poder Judiciário e dizendo que V. Exa. e seu amigo Tarso, ministro da Justiça, há muito tempo são favoráveis ao controle externo do Poder Judiciário, não para 'meter a mão na decisão do juiz', mas para abrir a 'caixa-preta' do Poder... Vi também V. Exa. falar sobre 'duas Justiças' e sobre a influência do dinheiro nas decisões da Justiça.
Fiquei abismado, caro presidente, não com a falta de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não poderia esperar (só pelo fato de que o nobre presidente é leigo), mas com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de que não é mais candidato.
Não precisa mais falar como se em palanque estivesse; não precisa mais fazer cara de inconformado, alterando o tom da voz para influir no ânimo da platéia. Afinal, não é sempre que se faz discurso na porta da Volks.
Não precisa mais chorar. O eminente presidente precisa apenas mandar, o que não fez até agora.
Não existem duas Justiças, como V. Exa. falou. Existe uma só.
Que é cega, mas não é surda e costuma escutar as besteiras que muitos falam sobre ela.
Basta ao presidente mandar seu amigo Tarso tomar medidas concretas e efetivas contra o crime organizado.
Mandar seus demais ministros exercer os cargos para os quais foram nomeados.
Mandar seus líderes partidários fazer menos conchavos e começar a legislar em favor da sociedade.
Afinal, V. Exa. foi eleito para isso.
Sr. presidente, no mesmo canal de televisão, assisti a uma reportagem dando conta de que,
em Pernambuco (sua terra natal), crianças que haviam abandonado o lixão, por receberem R$ 25,00 do Bolsa-Escola , tinham voltado para aquela vida (??) insólita simplesmente porque desde janeiro seu governo não repassou o dinheiro destinado ao Bolsa-Escola .
Como se pode ver, Sr. presidente, vou tentar lembrá-lo de algumas coisas simples. Nós, do Poder Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis inconsistentes e brandas (que seu amigo Tarso sempre utilizou para inocentar pessoas acusadas de crimes do colarinho-branco).
Temos de conviver com a Fazenda Pública (e o Sr. presidente é responsável por ela, caso não saiba), sendo nossa maior cliente e litigante, na maioria dos casos, de má-fé.
Temos os precatórios que não são pagos.
Temos acidentados que não recebem benefícios em dia (o INSS é de sua responsabilidade, Sr. presidente). Não temos medo algum de qualquer controle externo, Sr. presidente.
Temos medo, sim, de que pessoas menos avisadas, como V. Exa. mostrou ser, confundam controle externo com atividade jurisdicional (pergunte ao seu amigo Tarso, ele explica o que é).
De qualquer forma, não é bom falar de corda em casa de enforcado.
Evidente que V. Exa. usou da expressão 'caixa-preta' não no sentido pejorativo do termo.
Juízes não tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa.
Juízes não são agradados com vinhos portugueses raros quando vão a restaurantes.
Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir churrasqueiro de outro Estado.
Mulheres de juízes não possuem condições financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da Federação, apenas para fazer uma 'escova'. Cachorros de juízes não andam de carro oficial. Caixa-preta por caixa-preta (no sentido meramente figurativo), sr. presidente, a do Poder Executivo é bem maior do que a nossa.
Meus respeitos a V. Exa. e recomendações ao seu amigo Márcio.
P.S.: Dê lembranças a 'Michelle'. (Michelle é cachorrinha do presidente que passeia em carro oficial)
Ruy Coppola, juiz do 2.º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo, São Paulo
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Governador se desespera com queda nas pesquisas
04/12/2009 11:02
Papo do Blog
O fator Giuliani
Mais uma vez, o governador Sérgio Cabral joga pra galera, ao anunciar com grande destaque em todos os jornais, a contratação do ex-prefeito de Nova Iorque, Rudolhp Giuliani para dar assessoria à política de segurança do governo do Rio. Desesperado com sua queda nas pesquisas e na popularidade do seu governo, Cabral pensa que os cariocas são burros. Giuliani, a quem tive oportunidade de conhecer pessoalmente e tratar sobre assuntos de segurança pública, por mais de uma vez tem estratégias que já vinham sendo feitas aqui no estado e que Cabral simplesmente abandonou. Vamos a elas: Giuliani defende, que a prevenção é fundamental para que os jovens não cometam o primeiro delito, que abre a porta para sua entrada no mundo do crime. Vejam o que Cabral fez, justamente o contrário. Acabou com todos os programas de prevenção, principalmente aqueles voltados para os jovens, que são as maiores vítimas e autores de crimes. O programa JOVENS PELA PAZ foi exterminado por Sérgio Cabral, que jogou de um vez só 10.000 jovens na linha da desesperança. A outra tese de Giuliani é a utilização de tecnologia de ponta para combater o crime. Cabral além de abandonar as Delegacias Legais, deixou estragar mais de 600 câmeras no depósito da secretaria de Segurança e até mesmo um aparelho de última geração para detectar a quantidade de drogas no organismo, comprado no governo Rosinha apodrece no galpão da secretaria. Vejam que ironia. Giuliani defende como manda o manual de todas as polícias, que o último recurso da polícia seja o confronto, o tiro. É dele a expressão: “A polícia mais inteligente, é a mais eficiente. É a que prende mais e atira menos”. A polícia de Cabral mata muito, prende pouco conforme mostram os dados da própria secretaria de Segurança. O lema é o confronto: “Atira primeiro e pergunta depois”. Treinamento esse é outro ponto importante que a polícia de Nova Iorque foi submetida. Cabral cancelou os cursos, de tiro e de ação tática da polícia, nos dois primeiros anos, alegando medida de economia. Outra tese de Giuliani é controle externo da polícia, inclusive sobre as estatísticas. Cabral tirou uma antropóloga, que representava a sociedade civil e botou policiais, para a manipularem as estatísticas da segurança. Só pode ser brincadeira e desespero pagar a Giuliani, em torno de US$ 4,5 milhões por uma consultoria para fazer no Rio, algo que já vinha sendo feito e que Cabral parou de fazer. É marketing para iludir o povo. É puro marketing e nada mais.
Materia publicada no Blog do Garotinho
Papo do Blog
O fator Giuliani
Mais uma vez, o governador Sérgio Cabral joga pra galera, ao anunciar com grande destaque em todos os jornais, a contratação do ex-prefeito de Nova Iorque, Rudolhp Giuliani para dar assessoria à política de segurança do governo do Rio. Desesperado com sua queda nas pesquisas e na popularidade do seu governo, Cabral pensa que os cariocas são burros. Giuliani, a quem tive oportunidade de conhecer pessoalmente e tratar sobre assuntos de segurança pública, por mais de uma vez tem estratégias que já vinham sendo feitas aqui no estado e que Cabral simplesmente abandonou. Vamos a elas: Giuliani defende, que a prevenção é fundamental para que os jovens não cometam o primeiro delito, que abre a porta para sua entrada no mundo do crime. Vejam o que Cabral fez, justamente o contrário. Acabou com todos os programas de prevenção, principalmente aqueles voltados para os jovens, que são as maiores vítimas e autores de crimes. O programa JOVENS PELA PAZ foi exterminado por Sérgio Cabral, que jogou de um vez só 10.000 jovens na linha da desesperança. A outra tese de Giuliani é a utilização de tecnologia de ponta para combater o crime. Cabral além de abandonar as Delegacias Legais, deixou estragar mais de 600 câmeras no depósito da secretaria de Segurança e até mesmo um aparelho de última geração para detectar a quantidade de drogas no organismo, comprado no governo Rosinha apodrece no galpão da secretaria. Vejam que ironia. Giuliani defende como manda o manual de todas as polícias, que o último recurso da polícia seja o confronto, o tiro. É dele a expressão: “A polícia mais inteligente, é a mais eficiente. É a que prende mais e atira menos”. A polícia de Cabral mata muito, prende pouco conforme mostram os dados da própria secretaria de Segurança. O lema é o confronto: “Atira primeiro e pergunta depois”. Treinamento esse é outro ponto importante que a polícia de Nova Iorque foi submetida. Cabral cancelou os cursos, de tiro e de ação tática da polícia, nos dois primeiros anos, alegando medida de economia. Outra tese de Giuliani é controle externo da polícia, inclusive sobre as estatísticas. Cabral tirou uma antropóloga, que representava a sociedade civil e botou policiais, para a manipularem as estatísticas da segurança. Só pode ser brincadeira e desespero pagar a Giuliani, em torno de US$ 4,5 milhões por uma consultoria para fazer no Rio, algo que já vinha sendo feito e que Cabral parou de fazer. É marketing para iludir o povo. É puro marketing e nada mais.
Materia publicada no Blog do Garotinho
Só faltava a maior torcida do Brasil!
04/12/2009 15:47
Palavras... nada mais que palavras
Leiam com atenção esse libelo contra a corrupção: “Ultimamente, os escândalos de corrupção têm marcado a vida pública brasileira. São episódios vergonhosos, que denigrem cada vez mais os políticos. Se a corrupção é um câncer para a sociedade, muito mais quando se trata da corrupção política, definida como "o uso ilegal do poder político e financeiro com objetivo de transferir renda pública ou privada de maneira criminosa para indivíduos ou grupos". Não acredito que alguém conteste o que acabou de ler. Mas o curioso é que autor do texto acima é: José Sarney. Isso mesmo, o presidente do Senado, José Sarney. Depois de tudo o que vimos no Senado, os atos secretos, os escândalos que levam a assinatura de Sarney; depois da descoberta de que dinheiro da PETROBRAS para patrocinar a Fundação José Sarney ia parar nas contas de empresas da família e por muito mais casos que vieram à tona, ao longo de sua vida pública, Sarney se investe hoje, de arauto da moralidade pública, em artigo publicado na Folha de S.Paulo. Indignado com o Mensalão de Arruda, Sarney ataca a corrupção. Que moral! Em tempo: depois disso, não demora Renan Calheiros também vai querer condenar Arruda.
Texto publicado do Blog do Ex-Governador Garotinho
Palavras... nada mais que palavras
Leiam com atenção esse libelo contra a corrupção: “Ultimamente, os escândalos de corrupção têm marcado a vida pública brasileira. São episódios vergonhosos, que denigrem cada vez mais os políticos. Se a corrupção é um câncer para a sociedade, muito mais quando se trata da corrupção política, definida como "o uso ilegal do poder político e financeiro com objetivo de transferir renda pública ou privada de maneira criminosa para indivíduos ou grupos". Não acredito que alguém conteste o que acabou de ler. Mas o curioso é que autor do texto acima é: José Sarney. Isso mesmo, o presidente do Senado, José Sarney. Depois de tudo o que vimos no Senado, os atos secretos, os escândalos que levam a assinatura de Sarney; depois da descoberta de que dinheiro da PETROBRAS para patrocinar a Fundação José Sarney ia parar nas contas de empresas da família e por muito mais casos que vieram à tona, ao longo de sua vida pública, Sarney se investe hoje, de arauto da moralidade pública, em artigo publicado na Folha de S.Paulo. Indignado com o Mensalão de Arruda, Sarney ataca a corrupção. Que moral! Em tempo: depois disso, não demora Renan Calheiros também vai querer condenar Arruda.
Texto publicado do Blog do Ex-Governador Garotinho
sábado, 21 de novembro de 2009
Caso Batistini X STF X Lula - Que país é esse!?
Sempre pensei que as decisões do STF eram soberanas, mas ultimamente não temos visto essa soberania. Aliás temos visto tantos "bate-bocas" que nos deixam estarrecidos! Será que isso tudo tem a ver com o fato dos ministros serem indicados pelo Presidente da Republica? Quero crer que não. Mas por que o STF deixou a decisão da extradição de Batistini para o Presidente da República?
SEGUNDO PELUSO, EXTRADIÇÃO É OBRIGATÓRIAquarta-feira, 9 de setembro de 2009 16:46
Sem concessões!
Peluso chamou a decisão de Tarso de ilegal, afirmou que Cesare Battisti tem de ser extraditado — desde que a Itália lhe imponha a pena máxima de 30 anos, vigente no Brasil — e sustentou que, à diferença do que dizem alguns juristas, Lula é OBRIGADO a entregar Battisti ao governo italiano, uma vez que há tratado de extradição entre Brasil e Itália.
Peluso não sabe como redigir decisão do Supremo sobre Battisti. É simples20/novembro/2009 12:28Ministro, não se preocupe. A gente escreveSaiu na capa do Globo:“Supremo ou Superior – STF não consegue explicar decisão sobre caso Battisti… o relator do caso, ministro Cezar Peluso, deixou clara a sua irritação com o resultado do julgamento. Peluso disse que não tem condição de redigir o texto do acórdão que resumirá a decisão final. ‘Não tenho condições intelectuais de sequer resumir com inteira fidelidade o douto raciocínio da maioria’, reclamou.”
Lula "O Ilusionista"
Artigo: Lula, o ilusionista
Publicado por Adriana Vandoni em 10/11/2009 às 13:31 hs. Acompanhe as respostas pelo RSS 2.0.
Por Laurence Bittencourt Leite, jornalista
Já tivemos presidentes para todos os gostos, ditatorial, democrático, neo-liberal e até presidente bossa nova. Mas nunca tivemos um vendedor de ilusão como o atual. Também nunca tivemos uma propaganda à moda de Goebbels no Brasil como agora. O lema de Goebbels era “uma mentira repetida várias vezes, se tornará uma verdade”. O povo, no sentido coletivo, vive em um jardim de infância permanente. Vejamos alguns dados “vendidos” pelo ilusionista.
O governo atual diz que pagou a divida externa, mas hoje, ela está em 230 bilhões de dólares. Você sabia ou não quer saber? A pergunta é: pagou? Quitou? Saldou? Não. Mas uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade. Pagamos sim, ao FMI, 5 bilhões de dólares, o que portanto mostra apenas quão distante estamos do que é pregado para o povo.
Nossa dívida interna saltou de 650 bilhões de reais em 2003, para 1 trilhão e 600 bilhões de reais hoje, e a nossa arrecadação em 2003 – ano da posse do ilusionista – que foi de 340 bilhões, em 2008 foi de 1 trilhão e 24 bilhões de reais.
Este ano a arrecadação caiu 1% e, olhem bem, as despesas aumentaram 16, 5%. Mas esses dados são empurrados para debaixo do tapete. Enquanto isso os petralhas estão todos de bem com a vida, pois somente com nomeação já foram 108 mil, isso sem contar as 60 mil nomeações para cargos de comissão. É o aparelhamento do Estado.
Enquanto isso os gastos com infra-esturutra só subiram apenas 1%, já as despesas com os companheiros subiram para mais de 70%. Como um país pode crescer sem em infra-estrutura, sendo essa inclusive a parte que caberia ao governo? O PT vai muito bem, os companheiros estão todos muito bem situados, todos, portanto, estão fora da marolinha, mas nos outros estamos sentindo o peso do Estado petista ineficiente, predador e autoritário.
Nas áreas cruciais em que se esperaria a “mão” forte e intervencionista do governo, ou seja, na saúde, educação e segurança o que temos são desastres e mais desastres, mortandades. O governo Lula que fala tanto em cotas raciais para a educação, basta dizer que entre as 100 melhores universidades do mundo, o Brasil passa longe. Já os Estados Unidos (eta capitalismo) possuem 20 universidades que estão entre as 100 melhores. O Brasil não aparece com nenhuma. São números.
O governo Lula também desfralda a bandeira da reforma agrária. O governo anterior fez mais pela reforma agrária que o PT, mas claro, esses números não interessam. Na verdade não deveriam interessar mesmo. Basta dizer que reforma agrária é mais falácia do que coisa concreta em beneficio da sociedade. Se querem saber, em todos os países onde houve “reforma agrária”, logo em seguida se tornaram países importadores de alimento. A ex-URSS, Cuba e China são exemplos claros do que estou afirmando. Mas continuamos com o discurso de reforma agrária.
A URSS quando Stalin coletivizou a terra, passou a ser importadora de alimento e consequentemente a ser um dos responsáveis pelo aumento do preço do alimento no mundo. Entendam. Cuba antes da comunização com Fidel, produzia 12 milhões de toneladas de açúcar do mundo, hoje não produz nem 2 milhões.
A Venezuela tão admirada por Lula produzia 4 mil quilos de feijão por hectares, depois da “reforma agrária” praticada pelo coronel Hugo Chaves só produz 500 kg por hectares. Mas os socialistas não sabem nem querem saber dessas questões, o trabalho que dá para produzir, para gerar alimentos, isso porque eles tem a sociedade para lhes pagar o salário, as contas e as mordomias, além de dinheiro do contribuinte para colocar comida na sua mesa. Mas eles não sabem nem querem sobre o que é produzir, cultivar, plantar alimentos.
Pois bem, os companheiros acreditam nos “milagres” da reforma agrária. Dizem que estão mudando o país. É para gargalhar. Agora incrível, e hoje está mais do que comprovado, que com a diminuição dos impostos nos setores de eletrodoméstico fez o comércio e indústria neste setor produzir e vender mais. O aquecimento na venda de carros também surtiu efeito com a redução de impostos. O que fica definitivamente comprovado que imposto nesse país é um empecilho ao progresso e ao desenvolvimento. Mas o discurso dos petistas é outro. Ou seja, uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade. É o ilusionismo de Lula.
--
2Cr 7:14 - E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
Publicado por Adriana Vandoni em 10/11/2009 às 13:31 hs. Acompanhe as respostas pelo RSS 2.0.
Por Laurence Bittencourt Leite, jornalista
Já tivemos presidentes para todos os gostos, ditatorial, democrático, neo-liberal e até presidente bossa nova. Mas nunca tivemos um vendedor de ilusão como o atual. Também nunca tivemos uma propaganda à moda de Goebbels no Brasil como agora. O lema de Goebbels era “uma mentira repetida várias vezes, se tornará uma verdade”. O povo, no sentido coletivo, vive em um jardim de infância permanente. Vejamos alguns dados “vendidos” pelo ilusionista.
O governo atual diz que pagou a divida externa, mas hoje, ela está em 230 bilhões de dólares. Você sabia ou não quer saber? A pergunta é: pagou? Quitou? Saldou? Não. Mas uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade. Pagamos sim, ao FMI, 5 bilhões de dólares, o que portanto mostra apenas quão distante estamos do que é pregado para o povo.
Nossa dívida interna saltou de 650 bilhões de reais em 2003, para 1 trilhão e 600 bilhões de reais hoje, e a nossa arrecadação em 2003 – ano da posse do ilusionista – que foi de 340 bilhões, em 2008 foi de 1 trilhão e 24 bilhões de reais.
Este ano a arrecadação caiu 1% e, olhem bem, as despesas aumentaram 16, 5%. Mas esses dados são empurrados para debaixo do tapete. Enquanto isso os petralhas estão todos de bem com a vida, pois somente com nomeação já foram 108 mil, isso sem contar as 60 mil nomeações para cargos de comissão. É o aparelhamento do Estado.
Enquanto isso os gastos com infra-esturutra só subiram apenas 1%, já as despesas com os companheiros subiram para mais de 70%. Como um país pode crescer sem em infra-estrutura, sendo essa inclusive a parte que caberia ao governo? O PT vai muito bem, os companheiros estão todos muito bem situados, todos, portanto, estão fora da marolinha, mas nos outros estamos sentindo o peso do Estado petista ineficiente, predador e autoritário.
Nas áreas cruciais em que se esperaria a “mão” forte e intervencionista do governo, ou seja, na saúde, educação e segurança o que temos são desastres e mais desastres, mortandades. O governo Lula que fala tanto em cotas raciais para a educação, basta dizer que entre as 100 melhores universidades do mundo, o Brasil passa longe. Já os Estados Unidos (eta capitalismo) possuem 20 universidades que estão entre as 100 melhores. O Brasil não aparece com nenhuma. São números.
O governo Lula também desfralda a bandeira da reforma agrária. O governo anterior fez mais pela reforma agrária que o PT, mas claro, esses números não interessam. Na verdade não deveriam interessar mesmo. Basta dizer que reforma agrária é mais falácia do que coisa concreta em beneficio da sociedade. Se querem saber, em todos os países onde houve “reforma agrária”, logo em seguida se tornaram países importadores de alimento. A ex-URSS, Cuba e China são exemplos claros do que estou afirmando. Mas continuamos com o discurso de reforma agrária.
A URSS quando Stalin coletivizou a terra, passou a ser importadora de alimento e consequentemente a ser um dos responsáveis pelo aumento do preço do alimento no mundo. Entendam. Cuba antes da comunização com Fidel, produzia 12 milhões de toneladas de açúcar do mundo, hoje não produz nem 2 milhões.
A Venezuela tão admirada por Lula produzia 4 mil quilos de feijão por hectares, depois da “reforma agrária” praticada pelo coronel Hugo Chaves só produz 500 kg por hectares. Mas os socialistas não sabem nem querem saber dessas questões, o trabalho que dá para produzir, para gerar alimentos, isso porque eles tem a sociedade para lhes pagar o salário, as contas e as mordomias, além de dinheiro do contribuinte para colocar comida na sua mesa. Mas eles não sabem nem querem sobre o que é produzir, cultivar, plantar alimentos.
Pois bem, os companheiros acreditam nos “milagres” da reforma agrária. Dizem que estão mudando o país. É para gargalhar. Agora incrível, e hoje está mais do que comprovado, que com a diminuição dos impostos nos setores de eletrodoméstico fez o comércio e indústria neste setor produzir e vender mais. O aquecimento na venda de carros também surtiu efeito com a redução de impostos. O que fica definitivamente comprovado que imposto nesse país é um empecilho ao progresso e ao desenvolvimento. Mas o discurso dos petistas é outro. Ou seja, uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade. É o ilusionismo de Lula.
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2Cr 7:14 - E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
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