quarta-feira, 11 de agosto de 2021
Urna eletrônica com comprovante auditável
Por que muitos políticos e eleitores são contra o voto auditável? Esse comprovante garante a lisura do pleito. O que está por trás dessa disputa?Não consigo entender o porquê de tanta briga. Até 2008 fui fiscal e delegada do meu partido cujo papel era fiscalizar as urnas eleitorais, proibir boca de urna, fiscalizar o encerramento das urnas lacradas e recolher as listas as listas com todos os votos recebidos em cada urna. Não sei pq esse processo foi extinto. Hoje ficamos totalmente dependentes da apuração do TSE
Democracia: direitos e obrigações
1: posso falar o que eu quiser? pode desde que assuma a responsabilidade pelo que falar
2: característica de um governo democrático: respeitar a Constituição de 1988
Lei Maria da Penha
No final de semana passada a lei Maria da Penha completou 15 anos. É a melhor lei de proteção à mulher no Mundo. Com tudo isso, o número de mulheres agredidas e mortas aumentou muito. As medidas protetivas geralmente não são respeitadas e o agressor termina cometendo a violência. Mulheres, não espererem a violência chegar ao óbito.
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Medíocre
Quando uma pessoa perde a capacidade de dialogar e parte para agressão verbal ou física é porque não tem a capacidade de argumentar. Pobre Brasil que está nas mãos de um bando de despreparados e ignorantes!
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Posse do Sr. Jorge Gonçalves
Ontem,dia 21, na Sala Cecília Meireles, o Governador empossou o Sr.Jorge Gonçalves, como novo Secretário de Estado de Trabalho e Renda.
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Luto
Hoje perdemos 4 heróis do fogo num incêndio,aparentemente,de pequeno porte. Espero aja transparência nas investigações das mortes desses bombeiros.Estamos de luto.
Empoderamento
Nos dias de hoje ouvimos falar muito sobre empoderamento da mulher, do índio dos mais humildes.
Qual a sua posição sobre "empoderamento"?
Fênix
Após 5 anos de ausência, volto a escrever no Blog. Com muita tristeza volto com o número absurdo de feminicídio neste ano do Brasil.Entendo que as falas e as atitudes desrespeitosas do Presidente Bolsonaro tem influência direta nessa covardia contra as mulheres. O exemplo vem de cima.
Se você concorda ou discorda sobre a minha posição, faça seu comentário. Grata
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
PROGRAMA DE GOVERNO PARA A EDUCAÇÃO
5.3 Educação
Reconstruir a confiança e o diálogo entre os profissionais de educação e o poder público e pôr fim ao sistema de perseguições aos profissionais do setor pela Secretaria.
Implementar medidas para tirar do Rio de Janeiro o título de pior IDEB do Sudeste do país.
Reinventar os chamados “brizolões”, os antigos Centros Integrados de Educação Pública, dentro da concepção original de educação integral de Darcy Ribeiro;
Promover a implantação gradual da dedicação exclusiva do professor com adequação e melhoria salarial ao novo regime, visando editar o horário integral das escolas da rede;
Reeditar o decreto da governadora Rosinha Garotinho – revogado pelo atual governo - que dava a essas entidades a denominação de brizolões, uma justa homenagem ao governador que os implantou, Leonel Brizola;
Eliminar o analfabetismo no Rio de Janeiro até 2018, definindo um programa de alfabetização descentralizado por bairros e municípios, com participação de universitários, que serão treinados como monitores dos cursos;
49
Instituir programa de reforço escolar na rede estadual com turmas de até 15 alunos, tendo um professor e aluno - monitores, que deverão ser escolhidos entre alunos da rede estadual de ensino médio, para os alunos que provem das redes municipais.
Criar os Programas de Leitura, de Matemática, de Iniciação Científica, com o apoio de jogos eletrônicos;
Modernizar tecnologicamente as escolas da rede estadual de ensino, equipando as salas de aula com lousas digitais, tablets e outras ferramentas de informática;
Promover a inclusão de alunos portadores de necessidades especiais, com estratégias de desenvolvimento e superação. Criar a carreira de professor de apoio ao aluno deficiente e implantar salas adequadas às diversas necessidades, com recursos de linguagem de sinais e Braille, entre outros;
Implantar centros de aprendizado de idiomas nas escolas da rede estadual de ensino;
Criar a Universidade do Professor, um programa de complementação da formação e atualização permanente dos professores da rede estadual;
Recuperar o projeto Pais Sociais nos CIEPs, a partir de grupos de 20 jovens para cada policial militar ou bombeiro.
Reinstituir o Programa Saúde nas Escolas com médicos bombeiros com testes visual e auditivo no ingresso dos alunos e com funcionamento nos finais de semana voltado para assistir as famílias.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Mensagem
Amigos,
Após um longo período de luto pessoal e político, estou de volta à luta. Não sei o que me espera politicamente mais a frente, mas sei o que hoje quero para mim.
Não aguento mais ver tanta insensatez desse desgovernador Sergio Cabral. As UPPS são uma farsa, pois vieram com a intensão de acabar com o tráfico de drogas e levar segurança para as comunidades "pacificadas".
O que temos visto pelas mídias (que às vezes estão comprometidas) é que isso não vem acontecendo, pelo contrário, todos os dias nas grandes áreas pacificadas há tiroteios causando mortes e ferimentos graves em inocentes e até em policiais. Quanto ao tráfico, basta você morar perto ou passar em qualquer comunidade pacificada que lá encontrar os mesmos vendendo todo tipo de droga durante o dia inteiro. "Mais uma farsa para inglês ver."
Com relação à educação... Precisa falar alguma coisa? L A M E N T Á V E L!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A saúde está cada vez pior. Estamos literalmente entregues.
Minha esperança é que todos que foram para as ruas nestas manifestações, lembrem em 2014 que esse indivíduos não podem ser eleitos por nós.
Um forte abraço aos amigos.
Mariza Nobre
Após um longo período de luto pessoal e político, estou de volta à luta. Não sei o que me espera politicamente mais a frente, mas sei o que hoje quero para mim.
Não aguento mais ver tanta insensatez desse desgovernador Sergio Cabral. As UPPS são uma farsa, pois vieram com a intensão de acabar com o tráfico de drogas e levar segurança para as comunidades "pacificadas".
O que temos visto pelas mídias (que às vezes estão comprometidas) é que isso não vem acontecendo, pelo contrário, todos os dias nas grandes áreas pacificadas há tiroteios causando mortes e ferimentos graves em inocentes e até em policiais. Quanto ao tráfico, basta você morar perto ou passar em qualquer comunidade pacificada que lá encontrar os mesmos vendendo todo tipo de droga durante o dia inteiro. "Mais uma farsa para inglês ver."
Com relação à educação... Precisa falar alguma coisa? L A M E N T Á V E L!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A saúde está cada vez pior. Estamos literalmente entregues.
Minha esperança é que todos que foram para as ruas nestas manifestações, lembrem em 2014 que esse indivíduos não podem ser eleitos por nós.
Um forte abraço aos amigos.
Mariza Nobre
ENTREVISTA DE GAROTINHO AO JORNAL O DIA
Meu principal adversário é o preconceito’, diz Garotinho
Deputado federal anda liderando pesquisas de intenção de voto a governador do Rio e diz que partidos já o procuraram para conversar sobre alianças para 2014
Rozane Monteiro
Rio - O DEPUTADO FEDERAL Anthony Garotinho (PR-RJ), 53 anos, anda liderando pesquisas de intenção de voto a governador e diz que pelo menos cinco partidos já o procuraram para conversar sobre alianças para 2014. Entre eles, tem até legenda com pré-candidato ao governo, como o PT, partido por enquanto da base aliada do governador Sérgio Cabral (PMDB). Se eleito, o parlamentar de Campos dos Goytacazes garante que vai retomar o Maracanã para o estado e avisa, para o caso de algum black bloc cruzar o caminho de sua PM: “Comigo não vai ter moleza, não.” Na hora de posar para foto, faz graça: “Não sou nenhum Don Juan de Marco como o Lindbergh, mas também não estou tão acabado assim.”
'Meu principal adversário é o preconceito', diz GarotinhoFoto: Maíra Coelho / Agência O Dia O DIA: Hoje, além do sr., seis políticos se apresentam como pré-candidatos a governador do Rio — Lindbergh Farias (PT), Luiz Fernando Pezão (PMDB), Cesar Maia (DEM), Marcelo Crivella (PRB), Miro Teixeira (Pros) e Jandira Feghali (PCdoB)...
ANTHONY GAROTINHO: Acho que vamos ter no máximo cinco candidatos.
O sr., Lindbergh, Crivella, Pezão...?
Sou o único garantido. Os outros eu não sei. O Pezão depende da conjuntura do PMDB e de uma conjuntura nacional. O Lindbergh depende da conjuntura nacional e das alianças do PT. O Crivella depende do humor do Bispo Macedo.
Como assim?
Ele é sobrinho do Bispo Macedo. Se o bispo disser: “Crivella, você é candidato”, ele é candidato. Se o bispo disser: “Crivella, você não é candidato”, ele não é candidato.
E se a presidenta Dilma Rousseff pedir para o Crivella ser candidato?
Entre a Dilma e o Bispo Macedo, o Crivella obedece o Bispo Macedo.
Alguma chance de o sr. e Cesar se unirem de novo?
Ele assumiu esse compromisso...
Ele diz que não...
Ele chegou a dizer que topava ser meu vice... Mas mudou de ideia...
Mas pode ter conversa?
Não sei. As pesquisas estão mostrando que em função do desgaste do (prefeito) Eduardo Paes (PMDB) ele (Cesar) vem tendo uma recuperação. Vamos aguardar para ver.
Clique no infográfico para ver maior Foto: Arte: O Dia O sr. já está aparecendo em primeiro lugar em várias pesquisas, até nas feitas por outros partidos. Se a eleição fosse hoje, com quem o sr. acha que disputaria o segundo turno?
Eu sempre trabalho para ganhar no primeiro turno. Agora, se eu vou conseguir vai depender da minha capacidade de sedução, de convencimento, de quebrar meu principal adversário. Eu não considero que meu principal adversário seja nenhum desses que você citou. Meu principal adversário é o preconceito que as pessoas têm contra mim.
Esse preconceito é baseado em quê?
Nas inverdades que sofri por perseguição política das Organizações Globo e de grande parte da mídia do Rio.
Por quê?
Porque a Globo gosta do político tutelado e eu sou um rebelde. Essa é minha face mais parecida com o Brizola. Ninguém me tutela. Ninguém me bota cabresto. Não sou um cidadão dessa elite que despreza o povo. Essa elite olha para o Garotinho e diz “iiiiiiih, esse cara...” Meu adversário é o preconceito.
E como vencer esse preconceito?
Falando a verdade. A verdade quebra o preconceito. Há quanto tempo você não me vê dar uma entrevista na Rádio Globo, na Rádio Tupi, eu não apareço? No seu jornal, mesmo, eu quase não apareço...
Ô, deputado, estou aqui...
Você está aqui porque você está entrevistando todos os pré-candidatos. Mas vamos ser sinceros, eu não apareço em lugar nenhum. Por que o Cabral está com medo de sair do governo do estado para ser candidato? Ele sabe que ele não se elege para senador. Seria também uma vergonha renunciar ao governo para ser candidato a deputado federal.
Se o sr. for para o segundo turno e Pezão não for, ele deverá apoiar seu adversário. Como combater a máquina?
Não sei. O Pezão pode ter, de repente, uma recaída (risos). Ele pode dizer assim: “Puxa, eu fui tão ingrato com Garotinho, Garotinho me ajudou tanto, me tirou de Piraí e me fez ser vice-governador do estado. Está na hora de eu retribuir de alguma maneira.” Quem sabe ele resolve me apoiar? Não sei se vou aceitar o apoio dele.
Com que partidos o sr. vai conversar sobre alianças?
Eu trabalho com outra lógica: quando você está forte — eu ou qualquer outro candidato — os partidos te procuram.
Já procuraram o sr.?
Já estão procurando. Quando você está fraco, você só consegue ter aliança no dinheiro, é o caso do Cabral. Ninguém está com Cabral apoiando o Pezão por amor ao PMDB.
Quantos?
Pelo menos uns cinco.
Algum dos partidos que têm pré-candidato hoje?
É. Alguns desses aí, também. O PT me procurou. Dilma não é Dona Flor. Dona Flor tinha dois maridos. Dilma quer ter quatro palanques (no Rio)...
O sr. vai apoiar a Dilma?
Não sei. Eu disse ao (presidente nacional do PT) Rui Falcão: não faço questão de exclusividade, mas faço questão de reciprocidade. Ou seja, se ela (Dilma) gravar para um, vai ter que gravar para outro. Se for no ato de um, vai ter que ir no de outro. Como nós deliberamos em congresso que só vamos escolher formalmente nosso candidato a presidente e a governador em maio...
O Rui Falcão tem falado que quer todos pré-candidatos de partidos aliados no palanque da Dilma. Isso faz algum sentido?
Faz. Eu acho que isso aí vai enxugar. Vamos aguardar. O Lindbergh hoje está inelegível: embora ele diga que não está, ele tem duas condenações por improbidade administrativas julgadas por colegiado. É diferente de uma decisão em primeira instância. Então, condenação colegiada é Lei do Ficha Limpa, ele não passa. Vamos supor que ele não consiga reverter na instância superior, ele hoje não pode ser candidato. Os problemas que nós tivemos — o meu uma clara perseguição política — foram em primeira instância.
O sr. está dizendo que a Justiça do Estado do Rio de Janeiro o perseguiu?
A Justiça, não. Foi o governador, influenciando a decisão.
Num eventual segundo turno, tem alguém que o sr. não teria como aliado de jeito nenhum?
Excluindo Pezão, nenhum.
As fotos do governador e amigos em Paris, que o sr. divulgou em seu blog em 2012, foram a origem desse desgaste pelo qual Cabral está passando agora?
Não. O que está acontecendo agora é só uma ponta do que vai aparecer de Cabral.
O sr. tem mais informações e fotos?
Vou publicar na hora certa.
Qual é a hora certa?
Na campanha, ano que vem. Cabral vai ficar tão envergonhado que vai realizar o sonho dele: vai se mudar para Paris. Não vai conseguir mais morar no Rio.
A reforma no Maracanã virou uma polêmica sem fim por conta dos gastos com as obras e com o próprio projeto. Se eleito, o que o sr. fará com o estádio?
Vou retomar para o estado. Assumo e vou tocar. É patrimônio público. Vou denunciar o contrato. Quem investiu dinheiro foi o estado.
Se for eleito, o sr. manterá as UPPs?
Vamos remodelar. Voltaria com todos os programas sociais, que ele (Cabral) acabou. Faríamos uma ocupação diferente, precedida de investigação e prisão dos criminosos. Hoje, Cabral lançou uma nova modalidade de exportação: ele exporta bandido para outros estados e para outras regiões do estado.
Como o sr. lidaria se tivesse um caso como o de Amarildo em sua PM?
Esse é o que veio à tona. Igual ao Amarildo tem um monte. O que tem que fazer é fortalecer a Corregedoria Externa, que eu criei, para você não deixar que essas pessoas atuem manchando uma instituição que é séria, em sua maioria. Mas o processo de desmoralização começa assim: quando quem está em cima acha que pode fazer tudo, embaixo vira uma festa; quando o sujeito que está lá na comunidade diz: “Poxa, eu estou aqui trabalhando, o cara está tomando champanhe em Paris, eu quero é me dar bem.” O exemplo tem que vir de cima.
Qual a sua avaliação da atuação da PM durante os protestos?
Nos primeiros protestos, a reação foi um desastre. A polícia estava totalmente despreparada. Depois continuou um desastre. Está claro que esse movimento dos black blocs não é um movimento nacional. É internacional, e começou com o Occupy Wall Street (em Nova York), que tem uma característica anarquista. Não pode deixar o cara sair quebrando a casa dos outros, não pode permitir que as pessoas saiam quebrando telefone público. Com essas pessoas, tem que agir com rigor. Aí, ele (Cabral) é duro com professores e mole com black blocs. Não dá para entender, né?
Como seria a reação da sua PM com os black blocs?
Ah, minha filha, comigo não vai ter moleza, não.
Isso quer dizer o que, exatamente?
A lei, é só cumprir a lei. Se tem um grupo que sistematicamente quebra orelhão, destruindo patrimônio público, destruindo o patrimônio privado, você tem que prender e fazer com que essa pessoa responda à Justiça. Prender com civilidade, não precisa de violência. Vou prender e entregar à Justiça para ser julgado.
O sr. quer ser presidente da República?
Claro, todo político quer. É um sonho.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Resultado do Enem mostra falta de investimento na escola pública
Baixos salários e falta de uma política adequada contribuiram para o fraco desempenho
Rio - O resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010, divulgado na segunda-feira pelo Ministério da Educação (MEC), veio confirmar o que a maioria dos educadores alerta há alguns anos: falta investimento na rede pública de Educação.
Este fraco desempenho, em comparação às escolas particulares, foi reconhecido pelo próprio ministro da Educação, Fernando Haddad, que não descarta tornar o exame obrigatório. Seria uma maneira de oferecer aos alunos das escolas públicas um ensino de qualidade. Obrigatoriedade do exame pode ajudar na qualidade do ensino público.
Para o professor Alex Mendes,da faculdade da Academia Brasileira de Educação e Cultura (FABEC), a situação merece atenção total por parte das autoridades.
"O Enem só confirma aquilo que educadores já percebem há muito tempo: o desempenho dos alunos das escolas públicas está muito aquém daquelas da rede privada, e o mais trágico disto tudo é que nossas escolas privadas ainda estão muito distantes do padrão internacional de qualidade de ensino. Isso só demonstra que há muito o que fazer em termos de política educacional", afirma o educador.
Segundo Mendes, a comparação entre o ensino público e o privado pode não ser justa. No entanto, é necessária. "Para o Brasil ascender ao papel de potência mundial, com melhoria da competitividade o caminho será sempre o da educação. Aliás o IPEA (Instituto de pesquisa econômica aplicada) revela, em estudo recente, que para cada ano de escolaridade aumenta a renda em 15% quando adulto. Ocorre que nossa média de escolaridade é de 7 anos, dois anos atrás da Argentina. Poderíamos pensar que é pouco, mas diante dos dados do IBGE de que o Brasil só aumenta 1 ano de escolaridade por década, estamos no mínimo 2 décadas atrás de nossos vizinhos", revela.
A solução, segundo o professor, não implica vultosos investimentos, mas em cinco atitudes simples."Professores bem formados, com plano adequado de carreira, valorizados socialmente e com uma boa remuneração para atrair os melhores cérebros. Escolas com infraestrutura; comprometimento da família; comprometimento do aluno e comprometimento dos governantes com uma política de Estado (ampliação da carga horária escolar, competência na aplicação da verba destinada à educação, profissionalização da gestão educacional)", garante.
Metas
Na avaliação de Alex Mendes, quando o governo afirma que os resultados estavam dentro do esperado, está apenas ratificando o óbvio. "Se almejamos a excelência, os parâmetros do governo são pífios. No sistema federativo brasileiro, a responsabilidade pelo Ensino Fundamental é dos municípios e do Ensino Médio dos Estados, sobre os quais o poder federal não tem ingerência direta. O que reforça a necessidade de índices que possam mostrar para a sociedade o que seus governantes fazem pela melhoria da educação", diz o professor.
Os baixos salários pagos aos professores da rede pública são desestimulantes.Após mais de 60 dias de greve, os docentes estaduais passaram a receber pouco mais de R$ 800 por uma jornada de 18 horas. Com um salário como este, aqueles que se interessam pelo magistério logo desistem e aqueles que permanecem não conseguem fazer reciclagem nem se dedicarem a uma só escola; eles necessitam trabalhar em outras escolas para simplesmente poderem sobreviver.
Quando eu era criança, entrávamos para a escola aos seis anos na classe de alfabetização, aos sete começávamos o 1º ano (totalmente alfabetizados); aos dez concluíamos o primário. Em seguida fazíamos o admissão, que era um preparatório, para entrarmos no ginásio dos Colégios Estaduais ou do Pedro II. Após quatro anos escolhíamos: científico, clássico, secretariado ou contabilidade. Tudo isso em escolas públicas de qualidade. O que mudou?
Muita coisa mudou. As professoras primárias eram muito bem preparadas e ganhavam igual a um general. As famílias eram presentes e participativas. Os alunos tinham limites e sabiam que "só poderiam melhorar de vida estudando". Nossos paradigmas eram sólidos e absolutamente morais. Pedagogicamente todos (escola, aluno e professor) tinham o mesmo objetivo: o aluno deveria terminar os estudos preparado para um vestibular ou para a vida profissional (secretariado e contabilidade).
Não adianta aumentar a carga horária de 200 para 220 dias como agora quer o Ministro da Educação.
Como os tempos mudaram, hoje as mães trabalham para ajudar na renda familiar ou em muitos casos exercem o papel de pai e mãe, por isso não podem acompanhar seus filhos. Também temos o fato de muitas famílias serem despreparadas. Por tanto precisamos de professores bem preparados, salários dignos, horário integral e conscientizar oS educandoS de que estudar e se formar transformará as suas vidas.
Professora, Pedagoga e Contabilista
MARIZA NOBRE
.
Rio - O resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010, divulgado na segunda-feira pelo Ministério da Educação (MEC), veio confirmar o que a maioria dos educadores alerta há alguns anos: falta investimento na rede pública de Educação.
Este fraco desempenho, em comparação às escolas particulares, foi reconhecido pelo próprio ministro da Educação, Fernando Haddad, que não descarta tornar o exame obrigatório. Seria uma maneira de oferecer aos alunos das escolas públicas um ensino de qualidade. Obrigatoriedade do exame pode ajudar na qualidade do ensino público.
Para o professor Alex Mendes,da faculdade da Academia Brasileira de Educação e Cultura (FABEC), a situação merece atenção total por parte das autoridades.
"O Enem só confirma aquilo que educadores já percebem há muito tempo: o desempenho dos alunos das escolas públicas está muito aquém daquelas da rede privada, e o mais trágico disto tudo é que nossas escolas privadas ainda estão muito distantes do padrão internacional de qualidade de ensino. Isso só demonstra que há muito o que fazer em termos de política educacional", afirma o educador.
Segundo Mendes, a comparação entre o ensino público e o privado pode não ser justa. No entanto, é necessária. "Para o Brasil ascender ao papel de potência mundial, com melhoria da competitividade o caminho será sempre o da educação. Aliás o IPEA (Instituto de pesquisa econômica aplicada) revela, em estudo recente, que para cada ano de escolaridade aumenta a renda em 15% quando adulto. Ocorre que nossa média de escolaridade é de 7 anos, dois anos atrás da Argentina. Poderíamos pensar que é pouco, mas diante dos dados do IBGE de que o Brasil só aumenta 1 ano de escolaridade por década, estamos no mínimo 2 décadas atrás de nossos vizinhos", revela.
A solução, segundo o professor, não implica vultosos investimentos, mas em cinco atitudes simples."Professores bem formados, com plano adequado de carreira, valorizados socialmente e com uma boa remuneração para atrair os melhores cérebros. Escolas com infraestrutura; comprometimento da família; comprometimento do aluno e comprometimento dos governantes com uma política de Estado (ampliação da carga horária escolar, competência na aplicação da verba destinada à educação, profissionalização da gestão educacional)", garante.
Metas
Na avaliação de Alex Mendes, quando o governo afirma que os resultados estavam dentro do esperado, está apenas ratificando o óbvio. "Se almejamos a excelência, os parâmetros do governo são pífios. No sistema federativo brasileiro, a responsabilidade pelo Ensino Fundamental é dos municípios e do Ensino Médio dos Estados, sobre os quais o poder federal não tem ingerência direta. O que reforça a necessidade de índices que possam mostrar para a sociedade o que seus governantes fazem pela melhoria da educação", diz o professor.
Os baixos salários pagos aos professores da rede pública são desestimulantes.Após mais de 60 dias de greve, os docentes estaduais passaram a receber pouco mais de R$ 800 por uma jornada de 18 horas. Com um salário como este, aqueles que se interessam pelo magistério logo desistem e aqueles que permanecem não conseguem fazer reciclagem nem se dedicarem a uma só escola; eles necessitam trabalhar em outras escolas para simplesmente poderem sobreviver.
Quando eu era criança, entrávamos para a escola aos seis anos na classe de alfabetização, aos sete começávamos o 1º ano (totalmente alfabetizados); aos dez concluíamos o primário. Em seguida fazíamos o admissão, que era um preparatório, para entrarmos no ginásio dos Colégios Estaduais ou do Pedro II. Após quatro anos escolhíamos: científico, clássico, secretariado ou contabilidade. Tudo isso em escolas públicas de qualidade. O que mudou?
Muita coisa mudou. As professoras primárias eram muito bem preparadas e ganhavam igual a um general. As famílias eram presentes e participativas. Os alunos tinham limites e sabiam que "só poderiam melhorar de vida estudando". Nossos paradigmas eram sólidos e absolutamente morais. Pedagogicamente todos (escola, aluno e professor) tinham o mesmo objetivo: o aluno deveria terminar os estudos preparado para um vestibular ou para a vida profissional (secretariado e contabilidade).
Não adianta aumentar a carga horária de 200 para 220 dias como agora quer o Ministro da Educação.
Como os tempos mudaram, hoje as mães trabalham para ajudar na renda familiar ou em muitos casos exercem o papel de pai e mãe, por isso não podem acompanhar seus filhos. Também temos o fato de muitas famílias serem despreparadas. Por tanto precisamos de professores bem preparados, salários dignos, horário integral e conscientizar oS educandoS de que estudar e se formar transformará as suas vidas.
Professora, Pedagoga e Contabilista
MARIZA NOBRE
.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
QUE GOVERNO É ESSE????????????????
BOPE R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;
Bombeiros R$ 950,00 Para salvar vidas;
Professor R$ 728,00 para preparar para a vida;
Médicos R$ 1.260,00 para manter a vida.
E o Sérgio Cabral? Ganha R$17.000,00 para Ferrar a vida dos outros!
(copie e cole se quiser e faça parte da campanha dos Bombeiros!)
GOVERNO DO RIO DE JANEIRO SOMANDO FORTUNAS EM MILHÕES EM PARIS -FRANÇA E TRANCOSO - LITORAL SUL DO ESTADO DA BAHIA-BA , COM A 2ª MAIOR RENDA PER CAPITA DO PAÍS ,MAIS 30 BILHÕES AO ANO DE ARRECADAÇÃO DANDO O PIOR SALARIO DO BRASIL AOS SEUS SERVIDORES NAS ÁREAS DE SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA, ETC..... DINHEIRO PARA PAGAR 600,00( SEISCENTOS REAIS) POR MÊS DE ALUGUEL POR CADA APARELHO DE AR CONDICIONADO NAS ESCOLAS ESTUDAIS HA UMA EMPRESA PARTICULAR, AMIGUINHOS DO GOVERNADOR SE TEM!!!!! É UMA VERGONHA !!!!! LEIAM E DIVULGUEM!!!! OBRIGADO!! A PAZ!!!!! EXERCER O DIREITO DE CIDADANIA DENTRO DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO
Bombeiros R$ 950,00 Para salvar vidas;
Professor R$ 728,00 para preparar para a vida;
Médicos R$ 1.260,00 para manter a vida.
E o Sérgio Cabral? Ganha R$17.000,00 para Ferrar a vida dos outros!
(copie e cole se quiser e faça parte da campanha dos Bombeiros!)
GOVERNO DO RIO DE JANEIRO SOMANDO FORTUNAS EM MILHÕES EM PARIS -FRANÇA E TRANCOSO - LITORAL SUL DO ESTADO DA BAHIA-BA , COM A 2ª MAIOR RENDA PER CAPITA DO PAÍS ,MAIS 30 BILHÕES AO ANO DE ARRECADAÇÃO DANDO O PIOR SALARIO DO BRASIL AOS SEUS SERVIDORES NAS ÁREAS DE SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA, ETC..... DINHEIRO PARA PAGAR 600,00( SEISCENTOS REAIS) POR MÊS DE ALUGUEL POR CADA APARELHO DE AR CONDICIONADO NAS ESCOLAS ESTUDAIS HA UMA EMPRESA PARTICULAR, AMIGUINHOS DO GOVERNADOR SE TEM!!!!! É UMA VERGONHA !!!!! LEIAM E DIVULGUEM!!!! OBRIGADO!! A PAZ!!!!! EXERCER O DIREITO DE CIDADANIA DENTRO DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO
segunda-feira, 18 de abril de 2011
13 SALARIO
O 13º Salário NUNCA Existiu...
Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas
há sempre uma razão para as coisas, e os trabalhadores ingleses,
membros de uma sociedade mais amadurecida e crítica do que a nossa, não
fazem nada por acaso!
Ora bem, cá está um exemplo aritmético
simples que não exige altos conhecimentos de Matemática, mas talvez
necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.
Lembrando
que o 13º no Brasil foi uma inovação de Getúlio Vargas, o “pai dos
pobres” e que nenhum governo depois do dele mexeu nisso, nem mesmo o
“governo dos trabalhadores”, fala-se agora que o governo do PT pode vir a
não pagar aos funcionários públicos o 13º http://xn--salrio-rta.Se o fizerem, é uma
roubalheira sobre outra roubalheira.
Perguntarão porquê.
Respondo: Porque o 13º salário não existe.
O
13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos
do poder, quer se intitulem “capitalistas” ou “socialistas”, e é
justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.
Suponhamos
que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12
meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700 X 12 = R$ 8.400,00
Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.
R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00
R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) = R$ 9.100 (Salário anual mais o 13º salário)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o “governo dos trabalhadores” que mandou o patrão pagar o 13º.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simples contas que aprendeu no Ensino Fundamental:
Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.
R$ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$ 175,00 (Salário semanal)
O
ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por
52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.
R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100.00
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário
Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples.
A
resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do
salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30
dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda
assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro
semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco
semanas.
No final do ano o generoso governo presenteia o
trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do
trabalhador.
Se o governo retirar o 13º salário dos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.
Daí
que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes: não existe
nenhum 13º salário. O governo apenas devolve e manda o patrão devolver o
que sorrateiramente foi tirado do salário anual.
Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.13º NÃO É PRÊMIO, NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO. É SIMPLES PAGAMENTO PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!
Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas
há sempre uma razão para as coisas, e os trabalhadores ingleses,
membros de uma sociedade mais amadurecida e crítica do que a nossa, não
fazem nada por acaso!
Ora bem, cá está um exemplo aritmético
simples que não exige altos conhecimentos de Matemática, mas talvez
necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.
Lembrando
que o 13º no Brasil foi uma inovação de Getúlio Vargas, o “pai dos
pobres” e que nenhum governo depois do dele mexeu nisso, nem mesmo o
“governo dos trabalhadores”, fala-se agora que o governo do PT pode vir a
não pagar aos funcionários públicos o 13º http://xn--salrio-rta.Se o fizerem, é uma
roubalheira sobre outra roubalheira.
Perguntarão porquê.
Respondo: Porque o 13º salário não existe.
O
13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos
do poder, quer se intitulem “capitalistas” ou “socialistas”, e é
justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.
Suponhamos
que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12
meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700 X 12 = R$ 8.400,00
Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.
R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00
R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) = R$ 9.100 (Salário anual mais o 13º salário)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o “governo dos trabalhadores” que mandou o patrão pagar o 13º.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simples contas que aprendeu no Ensino Fundamental:
Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.
R$ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$ 175,00 (Salário semanal)
O
ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por
52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.
R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100.00
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário
Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples.
A
resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do
salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30
dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda
assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro
semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco
semanas.
No final do ano o generoso governo presenteia o
trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do
trabalhador.
Se o governo retirar o 13º salário dos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.
Daí
que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes: não existe
nenhum 13º salário. O governo apenas devolve e manda o patrão devolver o
que sorrateiramente foi tirado do salário anual.
Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.13º NÃO É PRÊMIO, NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO. É SIMPLES PAGAMENTO PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!
terça-feira, 1 de março de 2011
O RIO MERECE ISSO?
O vice de Sérgio Cabral responde a oito ações civis públicas, sendo em cinco delas vinculado pelo Ministério Público Federal à máfia dos sanguessugas.
Claro que Pezão nega todas as irregularidades, mas as provas nos processos vão de encontro as alegações de Pezão, conforme revela a Folha de São Paulo.
E Sérgio Cabral ainda quer fazer Pezão o seu sucessor.
Isso realmente é uma vergonha, e um caso de polícia.
Reprodução da Folha de São Paulo
O vice-governador do Rio, Luiz Fernando de Souza (PMDB), o Pezão, tem desde dezembro parte de seus bens bloqueados pela Justiça Federal. Ele responde a oito ações civis públicas, sendo em cinco delas vinculado pelo Ministério Público Federal à máfia dos sanguessugas.
As supostas irregularidades apontadas pela Procuradoria ocorreram quando o vice-governador foi prefeito de Piraí, entre 1997 e 2004.
Pezão é o candidato preferido pelo governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), para concorrer à sua sucessão, em 2014.
Ele é secretário de Obras e também o coordenador no Estado do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal.
Em cinco processos, a Procuradoria diz que a máfia dos sanguessugas "estendeu um de seus tentáculos de atuação até o município de Piraí".
O Ministério Público Federal utilizou como base auditorias da CGU (Controladoria-Geral da União) feitas após a divulgação do escândalo, em 2006.
SEGUNDA INSTÂNCIA
O vice nega as irregularidades apontadas. Afirma que os convênios considerados suspeitos foram auditados pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) e pela própria CGU em 2004 sem a identificação de nenhum problema.
A Procuradoria pediu o bloqueio de, no total, R$ 269 mil dos bens em nome do vice-governador.
SANGUESSUGAS
Segundo relatórios da CGU, houve superfaturamento na compra das ambulâncias e irregularidades no processo de licitação. O objetivo, diz a Procuradoria, era direcionar o resultado para as empresas do esquema.
De acordo com o Ministério Público Federal, a máfia dos sanguessugas atuava na elaboração de projetos para municípios apresentarem ao Ministério da Saúde, na aprovação do convênio, e na fraude da licitação de compra da prefeitura.
A Procuradoria vincula o então prefeito à quadrilha com base no depoimento de Luiz Antônio Vedoin, sócio da Planam, principal empresa do esquema. Ao detalhar a ação criminosa, ele afirma que o grupo agiu em Piraí.
Claro que Pezão nega todas as irregularidades, mas as provas nos processos vão de encontro as alegações de Pezão, conforme revela a Folha de São Paulo.
E Sérgio Cabral ainda quer fazer Pezão o seu sucessor.
Isso realmente é uma vergonha, e um caso de polícia.
Reprodução da Folha de São Paulo
O vice-governador do Rio, Luiz Fernando de Souza (PMDB), o Pezão, tem desde dezembro parte de seus bens bloqueados pela Justiça Federal. Ele responde a oito ações civis públicas, sendo em cinco delas vinculado pelo Ministério Público Federal à máfia dos sanguessugas.
As supostas irregularidades apontadas pela Procuradoria ocorreram quando o vice-governador foi prefeito de Piraí, entre 1997 e 2004.
Pezão é o candidato preferido pelo governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), para concorrer à sua sucessão, em 2014.
Ele é secretário de Obras e também o coordenador no Estado do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal.
Em cinco processos, a Procuradoria diz que a máfia dos sanguessugas "estendeu um de seus tentáculos de atuação até o município de Piraí".
O Ministério Público Federal utilizou como base auditorias da CGU (Controladoria-Geral da União) feitas após a divulgação do escândalo, em 2006.
SEGUNDA INSTÂNCIA
O vice nega as irregularidades apontadas. Afirma que os convênios considerados suspeitos foram auditados pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) e pela própria CGU em 2004 sem a identificação de nenhum problema.
A Procuradoria pediu o bloqueio de, no total, R$ 269 mil dos bens em nome do vice-governador.
SANGUESSUGAS
Segundo relatórios da CGU, houve superfaturamento na compra das ambulâncias e irregularidades no processo de licitação. O objetivo, diz a Procuradoria, era direcionar o resultado para as empresas do esquema.
De acordo com o Ministério Público Federal, a máfia dos sanguessugas atuava na elaboração de projetos para municípios apresentarem ao Ministério da Saúde, na aprovação do convênio, e na fraude da licitação de compra da prefeitura.
A Procuradoria vincula o então prefeito à quadrilha com base no depoimento de Luiz Antônio Vedoin, sócio da Planam, principal empresa do esquema. Ao detalhar a ação criminosa, ele afirma que o grupo agiu em Piraí.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A cada dois minutos, cinco mulheres são espancacdas
Reprodução do jornal Estado de São Paulo.
Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc projeta uma chocante estatística: a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente no Brasil. E já foi pior: há 10 anos, eram oito as mulheres espancadas no mesmo intervalo.
Realizada em 25 Estados, a pesquisa Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado ouviu em agosto do ano passado 2.365 mulheres e 1.181 homens com mais de 15 anos. Aborda diversos temas e complementa estudo similar de 2001. Mas a parte que salta aos olhos é, novamente, a da violência doméstica.
"Os dados mostram que a violência contra a mulher não é um problema privado, de casal. É social e exige políticas públicas", diz Gustavo Venturi, professor da USP e supervisor da pesquisa.
Para chegar à estimativa de mais de duas mulheres agredidas por minuto, os pesquisadores partiram da amostra para fazer uma projeção nacional. Concluíram que 7,2 milhões de mulheres com mais de 15 anos já sofreram agressões - 1,3 milhão nos 12 meses que antecederam a pesquisa (veja acima).
A pequena diminuição do número de mulheres agredidas entre 2001 e 2010 pode ser atribuída, em parte, à Lei Maria da Penha. "A lei é uma expressão da crescente consciência do problema da violência contra as mulheres", afirma Venturi.
Entre os pesquisados, 85% conhecem a lei e 80% aprovam a nova legislação. Mesmo entre os 11% que a criticam, a principal ressalva é ao fato de que a lei é insuficiente.
Visão masculina. O estudo traz também dados inéditos sobre o que os homens pensam sobre a violência contra as mulheres. Enquanto 8% admitem já ter batido em uma mulher, 48% dizem ter um amigo ou conhecido que fizeram o mesmo e 25% têm parentes que agridem as companheiras. "Dá para deduzir que o número de homens que admitem agredir está subestimado. Afinal, metade conhece alguém que bate", avalia Venturi.
Ainda assim, surpreende que 2% dos homens declarem que "tem mulher que só aprende apanhando bastante". Além disso, entre os 8% que assumem praticar a violência, 14% acreditam ter "agido bem" e 15% declaram que bateriam de novo, o que indica um padrão de comportamento, não uma exceção.
Na infância. Respostas sobre agressões sofridas ainda na infância reforçam a ideia de que a violência pode fazer parte de uma cultura familiar. "Pais que levaram surras quando crianças tendem a bater mais em seus filhos", explica Venturi. No total, 78% das mulheres e 57% dos homens que apanharam na infância acreditam que dar tapas nos filhos de vez em quando é necessário. Entre as mulheres que não apanharam, 53% acham razoável dar tapas de vez em quando.
Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc projeta uma chocante estatística: a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente no Brasil. E já foi pior: há 10 anos, eram oito as mulheres espancadas no mesmo intervalo.
Realizada em 25 Estados, a pesquisa Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado ouviu em agosto do ano passado 2.365 mulheres e 1.181 homens com mais de 15 anos. Aborda diversos temas e complementa estudo similar de 2001. Mas a parte que salta aos olhos é, novamente, a da violência doméstica.
"Os dados mostram que a violência contra a mulher não é um problema privado, de casal. É social e exige políticas públicas", diz Gustavo Venturi, professor da USP e supervisor da pesquisa.
Para chegar à estimativa de mais de duas mulheres agredidas por minuto, os pesquisadores partiram da amostra para fazer uma projeção nacional. Concluíram que 7,2 milhões de mulheres com mais de 15 anos já sofreram agressões - 1,3 milhão nos 12 meses que antecederam a pesquisa (veja acima).
A pequena diminuição do número de mulheres agredidas entre 2001 e 2010 pode ser atribuída, em parte, à Lei Maria da Penha. "A lei é uma expressão da crescente consciência do problema da violência contra as mulheres", afirma Venturi.
Entre os pesquisados, 85% conhecem a lei e 80% aprovam a nova legislação. Mesmo entre os 11% que a criticam, a principal ressalva é ao fato de que a lei é insuficiente.
Visão masculina. O estudo traz também dados inéditos sobre o que os homens pensam sobre a violência contra as mulheres. Enquanto 8% admitem já ter batido em uma mulher, 48% dizem ter um amigo ou conhecido que fizeram o mesmo e 25% têm parentes que agridem as companheiras. "Dá para deduzir que o número de homens que admitem agredir está subestimado. Afinal, metade conhece alguém que bate", avalia Venturi.
Ainda assim, surpreende que 2% dos homens declarem que "tem mulher que só aprende apanhando bastante". Além disso, entre os 8% que assumem praticar a violência, 14% acreditam ter "agido bem" e 15% declaram que bateriam de novo, o que indica um padrão de comportamento, não uma exceção.
Na infância. Respostas sobre agressões sofridas ainda na infância reforçam a ideia de que a violência pode fazer parte de uma cultura familiar. "Pais que levaram surras quando crianças tendem a bater mais em seus filhos", explica Venturi. No total, 78% das mulheres e 57% dos homens que apanharam na infância acreditam que dar tapas nos filhos de vez em quando é necessário. Entre as mulheres que não apanharam, 53% acham razoável dar tapas de vez em quando.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
COMO OS DEPUTADOS VOTARAM O AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO
Veja como os deputados federais votaram, na sessão do dia 16 de fevereiro - quarta feira, na Câmara dos Deputados. A proposta de aumento do salário mínimo para R$ 560
Acre (AC)
Antônia Lúcia PSC Não
Flaviano Melo PMDB Não
Gladson Cameli PP Não
Henrique Afonso PV Sim
Marcio Bittar PSDB Sim
Perpétua Almeida PCdoB Não
Siba Machado PT Não
Taumaturgo Lima PT Não
Alagoas (AL)
Arthur Lira PP Não
Celia Rocha PTB Não
Givaldo Carimbão PSB Não
João Lyra PTB Não
Joaquim Beltrão PMDB Não
Maurício Quintella Lessa PR Não
Renan Filho PMDB Não
Rosinha da Adefal PTdoB Não
Rui Palmeira PSDB Sim
Amapá (AP)
Dalva Figueiredo PT Não
Davi Alcolumbre DEM Sim
Evandro Milhomen PCdoB Não
Fátima Pelaes PMDB Não
Luiz Carlos PSDB Sim
Professora Marcivania PT Não
Sebastião Bala Rocha PDT Sim
Vinicius Gurgel PRTB Não
Amazonas (AM)
Átila Lins PMDB Não
Carlos Souza PP Não
Francisco Praciano PT Sim
Henrique Oliveira PR Não
Pauderney Avelino DEM Sim
Rebecca Garcia PP Não
Sabino Castelo Branco PTB Não
Silas Câmara PSC Não
Bahia (BA)
Acelino Popó PRB Não
Alice Portugal PCdoB Não
Amauri Teixeira PT Não
Antonio Brito PTB Não
Antonio Carlos Magalhães Neto DEM Sim
Antonio Imbassahy PSDB Sim
Arthur Oliveira Maia PMDB Não
Claudio Cajado DEM Sim
Daniel Almeida PCdoB Não
Edson Pimenta PCdoB Não
Emiliano José PT Não
Erivelton Santana PSC Não
Fábio Souto DEM Sim
Felix Júnior PDT Não
Fernando Torres DEM Sim
Geraldo Simões PT Não
Jânio Natal PRP Não
João Carlos Bacelar PR Não
João Leão PP Não
José Carlos Araújo PDT Não
José Nunes DEM Sim
José Rocha PR Não
Josias Gomes PT Não
Jutahy Junior PSDB Sim
Lucio Vieira Lima PMDB Não
Luiz Alberto PT Não
Luiz Argôlo PP Não
Márcio Marinho PRB Não
Marcos Medrado PDT Não
Maurício Trindade PR Não
Nelson Pellegrino PT Não
Oziel Oliveira PDT Não
Roberto Britto PP Não
Rui Costa PT Não
Sérgio Barradas Carneiro PT Não
Sérgio Brito PSC Não
Valmir Assunção PT Não
Waldenor Pereira PT Não
Ceará (CE)
André Figueiredo PDT Não
Aníbal Gomes PMDB Não
Antonio Balhmann PSB Não
Ariosto Holanda PSB Não
Arnon Bezerra PTB Não
Artur Bruno PT Não
Chico Lopes PCdoB Não
Danilo Forte PMDB Não
Domingos Neto PSB Não
Edson Silva PSB Não
Eudes Xavier PT Sim
Genecias Noronha PMDB Não
Gorete Pereira PR Não
Joao Ananias PCdoB Não
José Airton PT Não
José Guimarães PT Não
Manoel Salviano PSDB Não
Mauro Benevides PMDB Não
Raimundão PMDB Não
Raimundo Gomes de Matos PSDB Sim
Vicente Arruda PR Não
Distrito Federal (DF)
Augusto Carvalho PPS Sim
Erika Kokay PT Não
Izalci PR Não
Policarpo PT Não
Reguffe PDT Sim
Ricardo Quirino PRB Não
Ronaldo Fonseca PR Não
Espírito Santo (ES)
Audifax PSB Não
Camilo Cola PMDB Não
Cesar Colnago PSDB Sim
Dr. Jorge Silva PDT Não
Lauriete PSC Não
Lelo Coimbra PMDB Não
Manato PDT Não
Paulo Foletto PSB Não
Rose de Freitas PMDB Não
Sueli Vidigal PDT Não
Goiás (GO)
Armando Vergílio PMN Não
Carlos Alberto Leréia PSDB Não
Flávia Morais PDT Não
Heuler Cruvinel DEM Sim
Íris de Araújo PMDB Não
João Campos PSDB Sim
Jorge Pinheiro PRB Não
Jovair Arantes PTB Não
Leandro Vilela PMDB Não
Pedro Chaves PMDB Não
Roberto Balestra PP Não
Ronaldo Caiado DEM Sim
Sandes Júnior PP Não
Sandro Mabel PR Não
Thiago Peixoto PMDB Não
Valdivino de Oliveira PSDB Sim
Maranhão (MA)
Alberto Filho PMDB Não
Carlos Brandão PSDB Sim
Cleber Verde PRB Não
Davi Alves Silva Júnior PR Não
Domingos Dutra PT Não
Edivaldo Holanda Junior PTC Não
Gastão Vieira PMDB Não
Hélio Santos PSDB Sim
Lourival Mendes PTdoB Não
Luciano Moreira PMDB Não
Pedro Fernandes PTB Não
Pinto Itamaraty PSDB Sim
Professor Setimo PMDB Não
Ribamar Alves PSB Não
Sarney Filho PV Abstenção
Waldir Maranhão PP Não
Zé Vieira PR Não
Mato Grosso (MT)
Carlos Bezerra PMDB Não
Homero Pereira PR Não
Júlio Campos DEM Sim
Neri Geller PP Não
Roberto Dorner PP Não
Ságuas Moraes PT Não
Valtenir Pereira PSB Não
Mato Grosso do Sul (MS)
Antônio Carlos Biffi PT Não
Fabio Trad PMDB Não
Geraldo Resende PMDB Não
Giroto PR Não
Mandetta DEM Sim
Marçal Filho PMDB Não
Reinaldo Azambuja PSDB Sim
Vander Loubet PT Não
Minas Gerais (MG)
Aelton Freitas PR Não
Antônio Andrade PMDB Não
Antônio Roberto PV Não
Aracely de Paula PR Não
Bernardo Santana de Vasconcellos PR Não
Bonifácio de Andrada PSDB Sim
Carlaile Pedrosa PSDB Sim
Diego Andrade PR Não
Dimas Fabiano PP Não
Domingos Sávio PSDB Sim
Dr. Grilo PSL Não
Eduardo Azeredo PSDB Sim
Eduardo Barbosa PSDB Sim
Eros Biondini PTB Não
Fábio Ramalho PV Não
Gabriel Guimarães PT Não
George Hilton PRB Não
Geraldo Thadeu PPS Sim
Jaime Martins PR Não
Jairo Ataide DEM Não
Jô Moraes PCdoB Não
João Bittar DEM Sim
João Magalhães PMDB Não
Jose Humberto PHS Não
Júlio Delgado PSB Não
Leonardo Monteiro PT Não
Leonardo Quintão PMDB Não
Lincoln Portela PR Não
Luis Tibé PTdoB Não
Luiz Fernando Faria PP Não
Márcio Reinaldo Moreira PP Não
Marcos Montes DEM Sim
Marcus Pestana PSDB Sim
Mário de Oliveira PSC Não
Mauro Lopes PMDB Não
Miguel Corrêa PT Não
Newton Cardoso PMDB Não
Odair Cunha PT Não
Padre Joao PT Não
Paulo Abi-Ackel PSDB Sim
Paulo Piau PMDB Não
Renzo Braz PP Não
Rodrigo de Castro PSDB Sim
Saraiva Felipe PMDB Não
Toninho Pinheiro PP Não
Vitor Penido DEM Não
Walter Tosta PMN Não
Zé Silva PDT Abstenção
Pará (PA)
André Dias PSDB Sim
Arnaldo Jordy PPS Sim
Beto Faro PT Não
Cláudio Puty PT Não
Dudimar Paxiúba PSDB Sim
Elcione Barbalho PMDB Não
Giovanni Queiroz PDT Sim
José Priante PMDB Não
Josué Bengtson PTB Não
Lira Maia DEM Sim
Lúcio Vale PR Não
Luiz Otávio PMDB Não
Miriquinho Batista PT Não
Wandenkolk Gonçalves PSDB Sim
Wladimir Costa PMDB Não
Zé Geraldo PT Não
Zequinha Marinho PSC Não
Paraíba
Aguinaldo Ribeiro PP Não
Benjamin Maranhão PMDB Não
Damião Feliciano PDT Não
Efraim Filho DEM Sim
Hugo Motta PMDB Não
Luiz Couto PT Não
Manoel Junior PMDB Não
Nilda Gondim PMDB Não
Romero Rodrigues PSDB Sim
Ruy Carneiro PSDB Sim
Wellington Roberto PR Não
Wilson Filho PMDB Não
Paraná (PR)
Abelardo Lupion DEM Sim
Alex Canziani PTB Não
Alfredo Kaefer PSDB Sim
André Vargas PT Não
André Zacharow PMDB Não
Angelo Vanhoni PT Não
Assis do Couto PT Não
Cida Borghetti PP Não
Dilceu Sperafico PP Não
Dr. Rosinha PT Não
Edmar Arruda PSC Não
Eduardo Sciarra DEM Sim
Fernando Francischini PSDB Sim
Giacobo PR Não
Hermes Parcianello PMDB Não
João Arruda PMDB Não
Leopoldo Meyer PSB Não
Luiz Carlos Setim DEM Sim
Luiz Nishimori PSDB Sim
Moacir Micheletto PMDB Não
Nelson Meurer PP Não
Nelson Padovani PSC Não
Osmar Serraglio PMDB Não
Ratinho Junior PSC Não
Reinhold Stephanes PMDB Não
Rosane Ferreira PV Abstenção
Rubens Bueno PPS Sim
Sandro Alex PPS Sim
Takayama PSC Não
Zeca Dirceu PT Não
Pernambuco (PE)
Ana Arraes PSB Não
Anderson Ferreira PR Não
Augusto Coutinho DEM Sim
Bruno Araújo PSDB Sim
Carlos Eduardo Cadoca PSC Não
Eduardo da Fonte PP Não
Fernando Coelho Filho PSB Não
Gonzaga Patriota PSB Não
Inocêncio Oliveira PR Não
João Paulo Lima PT Não
Jorge Corte Real PTB Não
José Augusto Maia PTB Não
José Chaves PTB Não
Luciana Santos PCdoB Não
Mendonça Filho DEM Sim
Pastor Eurico PSB Não
Paulo Rubem Santiago PDT Não
Pedro Eugênio PT Não
Raul Henry PMDB Não
Roberto Teixeira PP Não
Sergio Guerra PSDB Sim
Silvio Costa PTB Não
Vilalba PRB Não
Wolney Queiroz PDT Não
Piauí (PI)
Assis Carvalho PT Não
Hugo Napoleão DEM Sim
Iracema Portella PP Não
Jesus Rodrigues PT Não
Júlio Cesar DEM Sim
Marcelo Castro PMDB Não
Marllos Sampaio PMDB Não
Nazareno Fonteles PT Não
Osmar Júnior PCdoB Não
Paes Landim PTB Não
Rio de Janeiro (RJ)
Adrian PMDB Não
Alessandro Molon PT Não
Alexandre Santos PMDB Não
Alfredo Sirkis PV Abstenção
Andreia Zito PSDB Sim
Anthony Garotinho PR Não
Arolde de Oliveira DEM Sim
Aureo PRTB Não
Benedita da Silva PT Não
Chico Alencar PSOL Sim
Chico Dangelo PT Não
Cristiano PTdoB Não
Dr. Adilson Soares PR Não
Dr. Aluizio PV Abstenção
Dr. Carlos Alberto PMN Não
Dr. Paulo César PR Não
Edson Ezequiel PMDB Não
Eduardo Cunha PMDB Não
Eliane Rolim PT Não
Felipe Bornier PHS Sim
Filipe Pereira PSC Não
Francisco Floriano PR Não
Glauber Braga PSB Não
Hugo Leal PSC Não
Jair Bolsonaro PP Sim
Jandira Feghali PCdoB Não
Jean Wyllys PSOL Sim
Julio Lopes PP Não
Leonardo Picciani PMDB Não
Liliam Sá PR Não
Marcelo Matos PDT Não
Miro Teixeira PDT Sim
Neilton Mulim PR Não
Otavio Leite PSDB Sim
Pedro Paulo PMDB Não
Rodrigo Bethlem PMDB Não
Romário PSB Não
Sergio Zveiter PDT Não
Simão Sessim PP Não
Stepan Nercessian PPS Sim
Vitor Paulo PRB Não
Walney Rocha PTB Não
Washington Reis PMDB Não
Zoinho PR Sim
Rio Grande do Norte (RN)
Fábio Faria PMN Não
Fátima Bezerra PT Não
Felipe Maia DEM Sim
Henrique Eduardo Alves PMDB Não
Paulo Wagner PV Abstenção
Rogério Marinho PSDB Sim
Sandra Rosado PSB Não
Rio Grande do Sul (RS)
Afonso Hamm PP Não
Alceu Moreira PMDB Não
Alexandre Roso PSB PsbPtbPcdob Não
Assis Melo PCdoB Não
Danrlei De Deus Hinterholz PTB Não
Darcísio Perondi PMDB Não
Elvino Bohn Gass PT Não
Enio Bacci PDT Sim
Fernando Marroni PT Não
Giovani Cherini PDT Não
Henrique Fontana PT Não
Jeronimo Goergen PP Não
José Otávio Germano PP Não
Jose Stédile PSB Não
Luis Carlos Heinze PP Não
Luiz Noé PSB Não
Manuela D`ávila PCdoB Não
Marco Maia PT Art. 17
Marcon PT Não
Mendes Ribeiro Filho PMDB Não
Nelson Marchezan Junior PSDB Sim
Onyx Lorenzoni DEM Sim
Osmar Terra PMDB Não
Paulo Pimenta PT Não
Pepe Vargas PT Não
Renato Molling PP Não
Ronaldo Nogueira PTB Não
Ronaldo Zulke PT Não
Sérgio Moraes PTB Não
Vieira da Cunha PDT Sim
Vilson Covatti PP Não
Rondônia (RO)
Carlos Magno PP Não
Lindomar Garçon PV Abstenção
Marinha Raupp PMDB Não
Mauro Nazif PSB Não
Moreira Mendes PPS Sim
Natan Donadon PMDB Não
Nilton Capixaba PTB Não
Padre Ton PT Não
Roraima (RR)
Berinho Bantim PSDB Sim
Chico das Verduras PRP Não
Edio Lopes PMDB Não
Jhonatan de Jesus PRB Não
Luciano Castro PR Não
Paulo Cesar Quartiero DEM Sim
Raul Lima PP Não
Teresa Surita PMDB Não
Santa Catarina (SC)
Celso Maldaner PMDB Não
Edinho Bez PMDB Não
Esperidião Amin PP Não
Jorge Boeira PT Não
Luci Choinacki PT Não
Marco Tebaldi PSDB Sim
Mauro Mariani PMDB Não
Onofre Santo Agostini DEM Sim
Paulo Bornhausen DEM Sim
Pedro Uczai PT Não
Rogério Peninha Mendonça PMDB Não
Ronaldo Benedet PMDB Não
Zonta PP Não
São Paulo (SP)
Alberto Mourão PSDB Sim
Aldo Rebelo PCdoB Não
Alexandre Leite DEM Sim
Aline Corrêa PP Não
Antonio Bulhões PRB Não
Antonio Carlos Mendes Thame PSDB Sim
Arlindo Chinaglia PT Não
Arnaldo Faria de Sá PTB Sim
Arnaldo Jardim PPS Sim
Beto Mansur PP Não
Bruna Furlan PSDB Sim
Cândido Vaccarezza PT Não
Carlos Sampaio PSDB Sim
Carlos Zarattini PT Não
Delegado Protógenes PCdoB Não
Devanir Ribeiro PT Não
Dimas Ramalho PPS Sim
Dr. Ubiali PSB Não
Duarte Nogueira PSDB Sim
Edinho Araújo PMDB Não
Eleuses Paiva DEM Sim
Eli Correa Filho DEM Sim
Gabriel Chalita PSB Não
Guilherme Campos DEM Sim
Guilherme Mussi PV Abstenção
Ivan Valente PSOL Sim
Janete Rocha Pietá PT Não
Jefferson Campos PSB Não
Jilmar Tatto PT Não
João Dado PDT Sim
João Paulo Cunha PT Não
Jonas Donizette PSB Não
Jorge Tadeu Mudalen DEM Sim
José De Filippi Júnior PT Não
José Mentor PT Não
Junji Abe DEM Sim
Keiko Ota PSB Não
Luiz Fernando Machado PSDB Sim
Luiza Erundina PSB Não
Mara Gabrilli PSDB Sim
Marcelo Aguiar PSC Não
Milton Monti PR Não
Missionário José Olimpio PP Não
Nelson Marquezelli PTB Não
Newton Lima PT Não
Otoniel Lima PRB Não
Pastor Marco Feliciano PSC Não
Paulo Freire PR Não
Paulo Maluf PP Sim
Paulo Pereira da Silva PDT Sim
Paulo Teixeira PT Não
Penna PV Abstenção
Ricardo Berzoini PT Não
Ricardo Izar PV Abstenção
Ricardo Tripoli PSDB Sim
Roberto de Lucena PV Abstenção
Roberto Freire PPS Sim
Roberto Santiago PV Sim
Rodrigo Garcia DEM Sim
Salvador Zimbaldi PDT Sim
Tiririca PR Não
Valdemar Costa Neto PR Não
Vanderlei Macris PSDB Sim
Vaz de Lima PSDB Sim
Vicente Candido PT Não
Vicentinho PT Não
Walter Ihoshi DEM Sim
William Dib PSDB Sim
Sergipe (SE)
Almeida Lima PMDB Não
Andre Moura PSC Não
Heleno Silva PRB Não
Laercio Oliveira PR Não
Márcio Macêdo PT Não
Mendonça Prado DEM Sim
Rogerio Carvalho PT Não
Valadares Filho PSB Não
Tocantins (TO)
Agnolin PDT Não
César Halum PPS Sim
Eduardo Gomes PSDB Sim
Irajá Abreu DEM Sim
Júnior Coimbra PMDB Não
Laurez Moreira PSB Não
Lázaro Botelho PP Não
Professora Dorinha Seabra Rezende DEM Sim
Acre (AC)
Antônia Lúcia PSC Não
Flaviano Melo PMDB Não
Gladson Cameli PP Não
Henrique Afonso PV Sim
Marcio Bittar PSDB Sim
Perpétua Almeida PCdoB Não
Siba Machado PT Não
Taumaturgo Lima PT Não
Alagoas (AL)
Arthur Lira PP Não
Celia Rocha PTB Não
Givaldo Carimbão PSB Não
João Lyra PTB Não
Joaquim Beltrão PMDB Não
Maurício Quintella Lessa PR Não
Renan Filho PMDB Não
Rosinha da Adefal PTdoB Não
Rui Palmeira PSDB Sim
Amapá (AP)
Dalva Figueiredo PT Não
Davi Alcolumbre DEM Sim
Evandro Milhomen PCdoB Não
Fátima Pelaes PMDB Não
Luiz Carlos PSDB Sim
Professora Marcivania PT Não
Sebastião Bala Rocha PDT Sim
Vinicius Gurgel PRTB Não
Amazonas (AM)
Átila Lins PMDB Não
Carlos Souza PP Não
Francisco Praciano PT Sim
Henrique Oliveira PR Não
Pauderney Avelino DEM Sim
Rebecca Garcia PP Não
Sabino Castelo Branco PTB Não
Silas Câmara PSC Não
Bahia (BA)
Acelino Popó PRB Não
Alice Portugal PCdoB Não
Amauri Teixeira PT Não
Antonio Brito PTB Não
Antonio Carlos Magalhães Neto DEM Sim
Antonio Imbassahy PSDB Sim
Arthur Oliveira Maia PMDB Não
Claudio Cajado DEM Sim
Daniel Almeida PCdoB Não
Edson Pimenta PCdoB Não
Emiliano José PT Não
Erivelton Santana PSC Não
Fábio Souto DEM Sim
Felix Júnior PDT Não
Fernando Torres DEM Sim
Geraldo Simões PT Não
Jânio Natal PRP Não
João Carlos Bacelar PR Não
João Leão PP Não
José Carlos Araújo PDT Não
José Nunes DEM Sim
José Rocha PR Não
Josias Gomes PT Não
Jutahy Junior PSDB Sim
Lucio Vieira Lima PMDB Não
Luiz Alberto PT Não
Luiz Argôlo PP Não
Márcio Marinho PRB Não
Marcos Medrado PDT Não
Maurício Trindade PR Não
Nelson Pellegrino PT Não
Oziel Oliveira PDT Não
Roberto Britto PP Não
Rui Costa PT Não
Sérgio Barradas Carneiro PT Não
Sérgio Brito PSC Não
Valmir Assunção PT Não
Waldenor Pereira PT Não
Ceará (CE)
André Figueiredo PDT Não
Aníbal Gomes PMDB Não
Antonio Balhmann PSB Não
Ariosto Holanda PSB Não
Arnon Bezerra PTB Não
Artur Bruno PT Não
Chico Lopes PCdoB Não
Danilo Forte PMDB Não
Domingos Neto PSB Não
Edson Silva PSB Não
Eudes Xavier PT Sim
Genecias Noronha PMDB Não
Gorete Pereira PR Não
Joao Ananias PCdoB Não
José Airton PT Não
José Guimarães PT Não
Manoel Salviano PSDB Não
Mauro Benevides PMDB Não
Raimundão PMDB Não
Raimundo Gomes de Matos PSDB Sim
Vicente Arruda PR Não
Distrito Federal (DF)
Augusto Carvalho PPS Sim
Erika Kokay PT Não
Izalci PR Não
Policarpo PT Não
Reguffe PDT Sim
Ricardo Quirino PRB Não
Ronaldo Fonseca PR Não
Espírito Santo (ES)
Audifax PSB Não
Camilo Cola PMDB Não
Cesar Colnago PSDB Sim
Dr. Jorge Silva PDT Não
Lauriete PSC Não
Lelo Coimbra PMDB Não
Manato PDT Não
Paulo Foletto PSB Não
Rose de Freitas PMDB Não
Sueli Vidigal PDT Não
Goiás (GO)
Armando Vergílio PMN Não
Carlos Alberto Leréia PSDB Não
Flávia Morais PDT Não
Heuler Cruvinel DEM Sim
Íris de Araújo PMDB Não
João Campos PSDB Sim
Jorge Pinheiro PRB Não
Jovair Arantes PTB Não
Leandro Vilela PMDB Não
Pedro Chaves PMDB Não
Roberto Balestra PP Não
Ronaldo Caiado DEM Sim
Sandes Júnior PP Não
Sandro Mabel PR Não
Thiago Peixoto PMDB Não
Valdivino de Oliveira PSDB Sim
Maranhão (MA)
Alberto Filho PMDB Não
Carlos Brandão PSDB Sim
Cleber Verde PRB Não
Davi Alves Silva Júnior PR Não
Domingos Dutra PT Não
Edivaldo Holanda Junior PTC Não
Gastão Vieira PMDB Não
Hélio Santos PSDB Sim
Lourival Mendes PTdoB Não
Luciano Moreira PMDB Não
Pedro Fernandes PTB Não
Pinto Itamaraty PSDB Sim
Professor Setimo PMDB Não
Ribamar Alves PSB Não
Sarney Filho PV Abstenção
Waldir Maranhão PP Não
Zé Vieira PR Não
Mato Grosso (MT)
Carlos Bezerra PMDB Não
Homero Pereira PR Não
Júlio Campos DEM Sim
Neri Geller PP Não
Roberto Dorner PP Não
Ságuas Moraes PT Não
Valtenir Pereira PSB Não
Mato Grosso do Sul (MS)
Antônio Carlos Biffi PT Não
Fabio Trad PMDB Não
Geraldo Resende PMDB Não
Giroto PR Não
Mandetta DEM Sim
Marçal Filho PMDB Não
Reinaldo Azambuja PSDB Sim
Vander Loubet PT Não
Minas Gerais (MG)
Aelton Freitas PR Não
Antônio Andrade PMDB Não
Antônio Roberto PV Não
Aracely de Paula PR Não
Bernardo Santana de Vasconcellos PR Não
Bonifácio de Andrada PSDB Sim
Carlaile Pedrosa PSDB Sim
Diego Andrade PR Não
Dimas Fabiano PP Não
Domingos Sávio PSDB Sim
Dr. Grilo PSL Não
Eduardo Azeredo PSDB Sim
Eduardo Barbosa PSDB Sim
Eros Biondini PTB Não
Fábio Ramalho PV Não
Gabriel Guimarães PT Não
George Hilton PRB Não
Geraldo Thadeu PPS Sim
Jaime Martins PR Não
Jairo Ataide DEM Não
Jô Moraes PCdoB Não
João Bittar DEM Sim
João Magalhães PMDB Não
Jose Humberto PHS Não
Júlio Delgado PSB Não
Leonardo Monteiro PT Não
Leonardo Quintão PMDB Não
Lincoln Portela PR Não
Luis Tibé PTdoB Não
Luiz Fernando Faria PP Não
Márcio Reinaldo Moreira PP Não
Marcos Montes DEM Sim
Marcus Pestana PSDB Sim
Mário de Oliveira PSC Não
Mauro Lopes PMDB Não
Miguel Corrêa PT Não
Newton Cardoso PMDB Não
Odair Cunha PT Não
Padre Joao PT Não
Paulo Abi-Ackel PSDB Sim
Paulo Piau PMDB Não
Renzo Braz PP Não
Rodrigo de Castro PSDB Sim
Saraiva Felipe PMDB Não
Toninho Pinheiro PP Não
Vitor Penido DEM Não
Walter Tosta PMN Não
Zé Silva PDT Abstenção
Pará (PA)
André Dias PSDB Sim
Arnaldo Jordy PPS Sim
Beto Faro PT Não
Cláudio Puty PT Não
Dudimar Paxiúba PSDB Sim
Elcione Barbalho PMDB Não
Giovanni Queiroz PDT Sim
José Priante PMDB Não
Josué Bengtson PTB Não
Lira Maia DEM Sim
Lúcio Vale PR Não
Luiz Otávio PMDB Não
Miriquinho Batista PT Não
Wandenkolk Gonçalves PSDB Sim
Wladimir Costa PMDB Não
Zé Geraldo PT Não
Zequinha Marinho PSC Não
Paraíba
Aguinaldo Ribeiro PP Não
Benjamin Maranhão PMDB Não
Damião Feliciano PDT Não
Efraim Filho DEM Sim
Hugo Motta PMDB Não
Luiz Couto PT Não
Manoel Junior PMDB Não
Nilda Gondim PMDB Não
Romero Rodrigues PSDB Sim
Ruy Carneiro PSDB Sim
Wellington Roberto PR Não
Wilson Filho PMDB Não
Paraná (PR)
Abelardo Lupion DEM Sim
Alex Canziani PTB Não
Alfredo Kaefer PSDB Sim
André Vargas PT Não
André Zacharow PMDB Não
Angelo Vanhoni PT Não
Assis do Couto PT Não
Cida Borghetti PP Não
Dilceu Sperafico PP Não
Dr. Rosinha PT Não
Edmar Arruda PSC Não
Eduardo Sciarra DEM Sim
Fernando Francischini PSDB Sim
Giacobo PR Não
Hermes Parcianello PMDB Não
João Arruda PMDB Não
Leopoldo Meyer PSB Não
Luiz Carlos Setim DEM Sim
Luiz Nishimori PSDB Sim
Moacir Micheletto PMDB Não
Nelson Meurer PP Não
Nelson Padovani PSC Não
Osmar Serraglio PMDB Não
Ratinho Junior PSC Não
Reinhold Stephanes PMDB Não
Rosane Ferreira PV Abstenção
Rubens Bueno PPS Sim
Sandro Alex PPS Sim
Takayama PSC Não
Zeca Dirceu PT Não
Pernambuco (PE)
Ana Arraes PSB Não
Anderson Ferreira PR Não
Augusto Coutinho DEM Sim
Bruno Araújo PSDB Sim
Carlos Eduardo Cadoca PSC Não
Eduardo da Fonte PP Não
Fernando Coelho Filho PSB Não
Gonzaga Patriota PSB Não
Inocêncio Oliveira PR Não
João Paulo Lima PT Não
Jorge Corte Real PTB Não
José Augusto Maia PTB Não
José Chaves PTB Não
Luciana Santos PCdoB Não
Mendonça Filho DEM Sim
Pastor Eurico PSB Não
Paulo Rubem Santiago PDT Não
Pedro Eugênio PT Não
Raul Henry PMDB Não
Roberto Teixeira PP Não
Sergio Guerra PSDB Sim
Silvio Costa PTB Não
Vilalba PRB Não
Wolney Queiroz PDT Não
Piauí (PI)
Assis Carvalho PT Não
Hugo Napoleão DEM Sim
Iracema Portella PP Não
Jesus Rodrigues PT Não
Júlio Cesar DEM Sim
Marcelo Castro PMDB Não
Marllos Sampaio PMDB Não
Nazareno Fonteles PT Não
Osmar Júnior PCdoB Não
Paes Landim PTB Não
Rio de Janeiro (RJ)
Adrian PMDB Não
Alessandro Molon PT Não
Alexandre Santos PMDB Não
Alfredo Sirkis PV Abstenção
Andreia Zito PSDB Sim
Anthony Garotinho PR Não
Arolde de Oliveira DEM Sim
Aureo PRTB Não
Benedita da Silva PT Não
Chico Alencar PSOL Sim
Chico Dangelo PT Não
Cristiano PTdoB Não
Dr. Adilson Soares PR Não
Dr. Aluizio PV Abstenção
Dr. Carlos Alberto PMN Não
Dr. Paulo César PR Não
Edson Ezequiel PMDB Não
Eduardo Cunha PMDB Não
Eliane Rolim PT Não
Felipe Bornier PHS Sim
Filipe Pereira PSC Não
Francisco Floriano PR Não
Glauber Braga PSB Não
Hugo Leal PSC Não
Jair Bolsonaro PP Sim
Jandira Feghali PCdoB Não
Jean Wyllys PSOL Sim
Julio Lopes PP Não
Leonardo Picciani PMDB Não
Liliam Sá PR Não
Marcelo Matos PDT Não
Miro Teixeira PDT Sim
Neilton Mulim PR Não
Otavio Leite PSDB Sim
Pedro Paulo PMDB Não
Rodrigo Bethlem PMDB Não
Romário PSB Não
Sergio Zveiter PDT Não
Simão Sessim PP Não
Stepan Nercessian PPS Sim
Vitor Paulo PRB Não
Walney Rocha PTB Não
Washington Reis PMDB Não
Zoinho PR Sim
Rio Grande do Norte (RN)
Fábio Faria PMN Não
Fátima Bezerra PT Não
Felipe Maia DEM Sim
Henrique Eduardo Alves PMDB Não
Paulo Wagner PV Abstenção
Rogério Marinho PSDB Sim
Sandra Rosado PSB Não
Rio Grande do Sul (RS)
Afonso Hamm PP Não
Alceu Moreira PMDB Não
Alexandre Roso PSB PsbPtbPcdob Não
Assis Melo PCdoB Não
Danrlei De Deus Hinterholz PTB Não
Darcísio Perondi PMDB Não
Elvino Bohn Gass PT Não
Enio Bacci PDT Sim
Fernando Marroni PT Não
Giovani Cherini PDT Não
Henrique Fontana PT Não
Jeronimo Goergen PP Não
José Otávio Germano PP Não
Jose Stédile PSB Não
Luis Carlos Heinze PP Não
Luiz Noé PSB Não
Manuela D`ávila PCdoB Não
Marco Maia PT Art. 17
Marcon PT Não
Mendes Ribeiro Filho PMDB Não
Nelson Marchezan Junior PSDB Sim
Onyx Lorenzoni DEM Sim
Osmar Terra PMDB Não
Paulo Pimenta PT Não
Pepe Vargas PT Não
Renato Molling PP Não
Ronaldo Nogueira PTB Não
Ronaldo Zulke PT Não
Sérgio Moraes PTB Não
Vieira da Cunha PDT Sim
Vilson Covatti PP Não
Rondônia (RO)
Carlos Magno PP Não
Lindomar Garçon PV Abstenção
Marinha Raupp PMDB Não
Mauro Nazif PSB Não
Moreira Mendes PPS Sim
Natan Donadon PMDB Não
Nilton Capixaba PTB Não
Padre Ton PT Não
Roraima (RR)
Berinho Bantim PSDB Sim
Chico das Verduras PRP Não
Edio Lopes PMDB Não
Jhonatan de Jesus PRB Não
Luciano Castro PR Não
Paulo Cesar Quartiero DEM Sim
Raul Lima PP Não
Teresa Surita PMDB Não
Santa Catarina (SC)
Celso Maldaner PMDB Não
Edinho Bez PMDB Não
Esperidião Amin PP Não
Jorge Boeira PT Não
Luci Choinacki PT Não
Marco Tebaldi PSDB Sim
Mauro Mariani PMDB Não
Onofre Santo Agostini DEM Sim
Paulo Bornhausen DEM Sim
Pedro Uczai PT Não
Rogério Peninha Mendonça PMDB Não
Ronaldo Benedet PMDB Não
Zonta PP Não
São Paulo (SP)
Alberto Mourão PSDB Sim
Aldo Rebelo PCdoB Não
Alexandre Leite DEM Sim
Aline Corrêa PP Não
Antonio Bulhões PRB Não
Antonio Carlos Mendes Thame PSDB Sim
Arlindo Chinaglia PT Não
Arnaldo Faria de Sá PTB Sim
Arnaldo Jardim PPS Sim
Beto Mansur PP Não
Bruna Furlan PSDB Sim
Cândido Vaccarezza PT Não
Carlos Sampaio PSDB Sim
Carlos Zarattini PT Não
Delegado Protógenes PCdoB Não
Devanir Ribeiro PT Não
Dimas Ramalho PPS Sim
Dr. Ubiali PSB Não
Duarte Nogueira PSDB Sim
Edinho Araújo PMDB Não
Eleuses Paiva DEM Sim
Eli Correa Filho DEM Sim
Gabriel Chalita PSB Não
Guilherme Campos DEM Sim
Guilherme Mussi PV Abstenção
Ivan Valente PSOL Sim
Janete Rocha Pietá PT Não
Jefferson Campos PSB Não
Jilmar Tatto PT Não
João Dado PDT Sim
João Paulo Cunha PT Não
Jonas Donizette PSB Não
Jorge Tadeu Mudalen DEM Sim
José De Filippi Júnior PT Não
José Mentor PT Não
Junji Abe DEM Sim
Keiko Ota PSB Não
Luiz Fernando Machado PSDB Sim
Luiza Erundina PSB Não
Mara Gabrilli PSDB Sim
Marcelo Aguiar PSC Não
Milton Monti PR Não
Missionário José Olimpio PP Não
Nelson Marquezelli PTB Não
Newton Lima PT Não
Otoniel Lima PRB Não
Pastor Marco Feliciano PSC Não
Paulo Freire PR Não
Paulo Maluf PP Sim
Paulo Pereira da Silva PDT Sim
Paulo Teixeira PT Não
Penna PV Abstenção
Ricardo Berzoini PT Não
Ricardo Izar PV Abstenção
Ricardo Tripoli PSDB Sim
Roberto de Lucena PV Abstenção
Roberto Freire PPS Sim
Roberto Santiago PV Sim
Rodrigo Garcia DEM Sim
Salvador Zimbaldi PDT Sim
Tiririca PR Não
Valdemar Costa Neto PR Não
Vanderlei Macris PSDB Sim
Vaz de Lima PSDB Sim
Vicente Candido PT Não
Vicentinho PT Não
Walter Ihoshi DEM Sim
William Dib PSDB Sim
Sergipe (SE)
Almeida Lima PMDB Não
Andre Moura PSC Não
Heleno Silva PRB Não
Laercio Oliveira PR Não
Márcio Macêdo PT Não
Mendonça Prado DEM Sim
Rogerio Carvalho PT Não
Valadares Filho PSB Não
Tocantins (TO)
Agnolin PDT Não
César Halum PPS Sim
Eduardo Gomes PSDB Sim
Irajá Abreu DEM Sim
Júnior Coimbra PMDB Não
Laurez Moreira PSB Não
Lázaro Botelho PP Não
Professora Dorinha Seabra Rezende DEM Sim
domingo, 6 de fevereiro de 2011
JORNAL O GLOBO É OBRIGADO A INFORMAR SOBRE ASSASSINATOS DE PESSOAS NO COMPLEXO DO ALEMÃO
As coisas no Complexo do Alemão estão complicadas, o tráfico está vendendo drogas e matando pessoas, todas essas denúncias estão sendo feitas constantemente pela imprensa de São Paulo, conforme a última abaixo.
Traficantes voltaram para o Complexo do Alemão, já vendem drogas, matam pessoas, e até barricadas começaram a fazer
Até as Organizações Globo, para não perderem o pouco de crédito que tem, foram obrigadas a fazer duas matéria sobre esse assunto hoje, que reproduzo abaixo.
E aí Governador Sérgio Cabral, pessoas que ajudaram a polícia estão sendo assassinadas, e agora ?
Como isso pode acontecer, se o Complexo do Alemão está "pacificado" ?
Isso é uma vergonha, e uma irresponsabilidade, pessoas agora estão com medo de morrerem.
Reprodução do jornal O Globo on line.
RIO - Y., morador há mais de 40 anos do Complexo da Penha, teme que seja a bola da vez. Ele conta que colaborou com a polícia durante a ocupação, apontando traficantes e seus esconderijos, mas que agora se arrepende de ter cooperado. O aviso dos traficantes da região é bem claro: informante da polícia deve ser morto. Y. afirma ser verdadeira a notícia sobre a morte de moradores que ajudaram a Força de Pacificação.
- Estou apavorado. Ajudei a polícia porque não aguentava mais ver os bandidos fazerem o que queriam na minha porta. Já vi mais de dez traficantes batendo num homem até a morte. Meus filhos assistiam a tudo isso, fora as orgias que eles promoviam. Agora, não me sinto seguro. Temo ser a bola da vez - contou o morador.
Militares admitem que as revistas foram reduzidas
Segundo ele, o Exército não conhece os bandidos. Por isso, eles passam na frente dos militares sem serem reconhecidos. O Exército admite que as revistas foram reduzidas, pois era necessário que a rotina nas comunidades ocupadas fosse retomada. Os militares alegam também que muitos dos bandidos não têm antecedentes criminais. As forças de segurança apelam para que a população denuncie as ações dos criminosos a fim de prendê-los em flagrante.
Na sexta-feira, o policiamento na Vila Cruzeiro foi intensificado pela Força de Paz, ao contrário da véspera, quando O GLOBO percorreu as favelas do Complexo da Penha, verificando que o tráfico persistia e que apenas um caminhão com cinco soldados fazia o patrulhamento de uma enorme região.
Até a Polícia Civil fez operações no complexo. Em uma delas, para cumprimento de mandado de prisão, a 22 DP (Penha), prendeu Diogo Ribeiro César, o Borrachinha, de 27 anos, em flagrante, com uma pistola. Ele já tinha mandado de prisão por roubo. Segundo a Divisão de Homicídios, Diogo está sendo investigado como suspeito do assassinato de um dos moradores depois da ocupação. Ele negou o crime.
Reprodução do jornal O Globo on line.
RIO - O clima nas comunidades do Complexo da Vila Cruzeiro, na Penha, é de apreensão. Desde que o local foi ocupado, no dia 25 de novembro de 2010, houve cinco homicídios na região, sendo que dois deles de pessoas sem envolvimento com o tráfico. Alguns moradores afirmam que elas foram assassinadas porque colaboraram com a polícia e com o Exército dando informações sobre os locais de esconderijos de drogas, armas e bandidos. A Divisão de Homicídios (DH) disse que ainda não há indícios de que elas foram executadas em represália.
Segundo a DH, as investigações sobre as mortes da dona de casa Maria da Penha dos Santos, de 47 anos, e de Mauro da Silva, de 46, já estão em fase final e apontam traficantes da Penha como autores dos assassinatos. De acordo com o laudo do IML, a primeira foi morta por um instrumento perfuro-contundente, como uma picareta. Ela foi executada no dia 26 de dezembro, na Vila Cruzeiro.
A outra vítima, Mauro da Silva, foi o primeiro a ser morto, em 19 de dezembro, por arma de fogo. Um outro homem assassinado na Vila Cruzeiro, no período da ocupação pelas Forças de Pacificação, foi Jonathan de Souza Cavalcanti, de 22 anos. A Divisão de Homicídios informou que ele tinha ligações com o tráfico de drogas e seu laudo cadavérico apontou que ele foi esfaqueado no pescoço.
Exército vê boato para desestabilizar pacificação
O comandante da Força de Pacificação, general de brigada Fernando Sardenberg, disse que todos os homicídios ocorridos na região do Alemão e da Penha têm sido comunicados à Polícia Civil:
- Não há nenhuma prova de que os moradores foram mortos porque ajudaram com informações. Trata-se de um boato para desestabilizar a Força de Pacificação. Sabemos que ainda há áreas em que as pessoas têm medo de denunciar. Por isso, temos o Disque Pacificação (0800-0217171) para que todos cooperem.
Há duas semanas, de acordo com o general Sardenberg, não há tiros nos dois complexos. Uma dona de casa, mãe de quatro filhos, confirma o fato:
- Tiro é uma palavra que não existe mais na Vila Cruzeiro.
Traficantes voltaram para o Complexo do Alemão, já vendem drogas, matam pessoas, e até barricadas começaram a fazer
Até as Organizações Globo, para não perderem o pouco de crédito que tem, foram obrigadas a fazer duas matéria sobre esse assunto hoje, que reproduzo abaixo.
E aí Governador Sérgio Cabral, pessoas que ajudaram a polícia estão sendo assassinadas, e agora ?
Como isso pode acontecer, se o Complexo do Alemão está "pacificado" ?
Isso é uma vergonha, e uma irresponsabilidade, pessoas agora estão com medo de morrerem.
Reprodução do jornal O Globo on line.
RIO - Y., morador há mais de 40 anos do Complexo da Penha, teme que seja a bola da vez. Ele conta que colaborou com a polícia durante a ocupação, apontando traficantes e seus esconderijos, mas que agora se arrepende de ter cooperado. O aviso dos traficantes da região é bem claro: informante da polícia deve ser morto. Y. afirma ser verdadeira a notícia sobre a morte de moradores que ajudaram a Força de Pacificação.
- Estou apavorado. Ajudei a polícia porque não aguentava mais ver os bandidos fazerem o que queriam na minha porta. Já vi mais de dez traficantes batendo num homem até a morte. Meus filhos assistiam a tudo isso, fora as orgias que eles promoviam. Agora, não me sinto seguro. Temo ser a bola da vez - contou o morador.
Militares admitem que as revistas foram reduzidas
Segundo ele, o Exército não conhece os bandidos. Por isso, eles passam na frente dos militares sem serem reconhecidos. O Exército admite que as revistas foram reduzidas, pois era necessário que a rotina nas comunidades ocupadas fosse retomada. Os militares alegam também que muitos dos bandidos não têm antecedentes criminais. As forças de segurança apelam para que a população denuncie as ações dos criminosos a fim de prendê-los em flagrante.
Na sexta-feira, o policiamento na Vila Cruzeiro foi intensificado pela Força de Paz, ao contrário da véspera, quando O GLOBO percorreu as favelas do Complexo da Penha, verificando que o tráfico persistia e que apenas um caminhão com cinco soldados fazia o patrulhamento de uma enorme região.
Até a Polícia Civil fez operações no complexo. Em uma delas, para cumprimento de mandado de prisão, a 22 DP (Penha), prendeu Diogo Ribeiro César, o Borrachinha, de 27 anos, em flagrante, com uma pistola. Ele já tinha mandado de prisão por roubo. Segundo a Divisão de Homicídios, Diogo está sendo investigado como suspeito do assassinato de um dos moradores depois da ocupação. Ele negou o crime.
Reprodução do jornal O Globo on line.
RIO - O clima nas comunidades do Complexo da Vila Cruzeiro, na Penha, é de apreensão. Desde que o local foi ocupado, no dia 25 de novembro de 2010, houve cinco homicídios na região, sendo que dois deles de pessoas sem envolvimento com o tráfico. Alguns moradores afirmam que elas foram assassinadas porque colaboraram com a polícia e com o Exército dando informações sobre os locais de esconderijos de drogas, armas e bandidos. A Divisão de Homicídios (DH) disse que ainda não há indícios de que elas foram executadas em represália.
Segundo a DH, as investigações sobre as mortes da dona de casa Maria da Penha dos Santos, de 47 anos, e de Mauro da Silva, de 46, já estão em fase final e apontam traficantes da Penha como autores dos assassinatos. De acordo com o laudo do IML, a primeira foi morta por um instrumento perfuro-contundente, como uma picareta. Ela foi executada no dia 26 de dezembro, na Vila Cruzeiro.
A outra vítima, Mauro da Silva, foi o primeiro a ser morto, em 19 de dezembro, por arma de fogo. Um outro homem assassinado na Vila Cruzeiro, no período da ocupação pelas Forças de Pacificação, foi Jonathan de Souza Cavalcanti, de 22 anos. A Divisão de Homicídios informou que ele tinha ligações com o tráfico de drogas e seu laudo cadavérico apontou que ele foi esfaqueado no pescoço.
Exército vê boato para desestabilizar pacificação
O comandante da Força de Pacificação, general de brigada Fernando Sardenberg, disse que todos os homicídios ocorridos na região do Alemão e da Penha têm sido comunicados à Polícia Civil:
- Não há nenhuma prova de que os moradores foram mortos porque ajudaram com informações. Trata-se de um boato para desestabilizar a Força de Pacificação. Sabemos que ainda há áreas em que as pessoas têm medo de denunciar. Por isso, temos o Disque Pacificação (0800-0217171) para que todos cooperem.
Há duas semanas, de acordo com o general Sardenberg, não há tiros nos dois complexos. Uma dona de casa, mãe de quatro filhos, confirma o fato:
- Tiro é uma palavra que não existe mais na Vila Cruzeiro.
STF DECIDE, MAIS UMA VEZ, QUE VAGA É DO PARTIDO E NÃO DA COLIGAÇÃO!
O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Cezar Peluso, determinou na última quinta-feira, dia 27, que o segundo suplente do PMDB na Câmara, Chiquinho Escórcio (PMDB-MA), assuma o mandato deixado pelo Ministro do Turismo, Pedro Novais (PMDB). Escórcio recorreu ao STF depois de ser impedido de assumir mandato tampão em vaga correspondente à legislatura que começou em 2006 e se encerra hoje, dia 31 de janeiro. O suplente foi autorizado a tomar posse porque o Presidente da Câmara, Deputado Marco Maia (PT-SP), definiu que os cargos serão preenchidos a partir da ordem de nomes da lista de suplentes da coligação e não do partido.
Esta já é uma questão vencida para o Supremo Tribunal Federal, apesar das resistências da Câmara dos Deputados. De nada adianta a reação do legislativo porque a última palavra é dada pela Suprema Corte, em matéria de interpretação de leis. Não se trata de mudar a regra do jogo depois do jogo jogado, porque a lei já existia antes da eleição e já havia até uma decisão do TSE e do STF de que o mandato pertence ao Partido e não ao candidato eleito. Se o mandato pertence ao Partido, não cabe à coligação alegar direito adquirido, porque a coligação só existe para indicar os candidatos eleitos, mas não vale para indicar os suplentes que serão empossados caso os titulares se afastem do mandato.
Com isto desaparecem todas as chances do Deley permanecer na Câmara dos Deputados no lugar dos Deputados que se afastaram para integrar o Secretariado do Prefeito Eduardo Paes e do Governador Sérgio Cabral – Leonardo Picciani, Rodrigo Bethlem e Júlio Lopes – devendo ser substituídos por Nelson Bornier (PMDB); Fernando Jordão (PMDB); e Sávio Neves (PP). Ele pode até ser empossado, mas logo depois o Deputado Sávio Neves ou o Partido dele, o PP, vai ingressar no STF, se já não o fez, reivindicando a vaga do Júlio Lopes, que é do seu Partido e o STF vai garantir a ele este direito, seguindo jurisprudência da Corte Suprema.
Com esta interpretação do Supremo os Partidos já ficam cientes que esta decisão também vai prevalecer em relação aos Vereadores que serão eleitos em 2012. Valerá a coligação para indicar os eleitos, mas a substituição de algum titular será feita obedecendo a ordem de votação no Partido de cada Vereador e não a ordem de votação na coligação.
Como o Poder Legislativo não se dispõe a fazer a reforma política o STF vai fazendo do jeito dele, reinterpretando as leis e reorganizando a legislação eleitoral. Já mexeu na fidelidade partidária, acabando com a dança das cadeiras ou dos Partidos e agora mexe também na convocação dos suplentes e como ele tem a última palavra, falou tá falado.
Esta já é uma questão vencida para o Supremo Tribunal Federal, apesar das resistências da Câmara dos Deputados. De nada adianta a reação do legislativo porque a última palavra é dada pela Suprema Corte, em matéria de interpretação de leis. Não se trata de mudar a regra do jogo depois do jogo jogado, porque a lei já existia antes da eleição e já havia até uma decisão do TSE e do STF de que o mandato pertence ao Partido e não ao candidato eleito. Se o mandato pertence ao Partido, não cabe à coligação alegar direito adquirido, porque a coligação só existe para indicar os candidatos eleitos, mas não vale para indicar os suplentes que serão empossados caso os titulares se afastem do mandato.
Com isto desaparecem todas as chances do Deley permanecer na Câmara dos Deputados no lugar dos Deputados que se afastaram para integrar o Secretariado do Prefeito Eduardo Paes e do Governador Sérgio Cabral – Leonardo Picciani, Rodrigo Bethlem e Júlio Lopes – devendo ser substituídos por Nelson Bornier (PMDB); Fernando Jordão (PMDB); e Sávio Neves (PP). Ele pode até ser empossado, mas logo depois o Deputado Sávio Neves ou o Partido dele, o PP, vai ingressar no STF, se já não o fez, reivindicando a vaga do Júlio Lopes, que é do seu Partido e o STF vai garantir a ele este direito, seguindo jurisprudência da Corte Suprema.
Com esta interpretação do Supremo os Partidos já ficam cientes que esta decisão também vai prevalecer em relação aos Vereadores que serão eleitos em 2012. Valerá a coligação para indicar os eleitos, mas a substituição de algum titular será feita obedecendo a ordem de votação no Partido de cada Vereador e não a ordem de votação na coligação.
Como o Poder Legislativo não se dispõe a fazer a reforma política o STF vai fazendo do jeito dele, reinterpretando as leis e reorganizando a legislação eleitoral. Já mexeu na fidelidade partidária, acabando com a dança das cadeiras ou dos Partidos e agora mexe também na convocação dos suplentes e como ele tem a última palavra, falou tá falado.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
DEPUTADOS FEDERAIS E SEUS SUPERSALÁRIOS
Reprodução da Folha de São Paulo online.
Leonardo Picciani e outros não querem o mandato de deputado federal dado pelo povo, querem somente o super salário
.
O povo votou em Leonardo Picciani (PMDB), Alexandre Cardoso (PSB), e Filipe Pereira (PSC). Eleitos para serem deputados federais, vão deixar o legislativo para assumirem cargos no executivo e vão virar secretários do Sérgio Cabral.
Mas e o povo que votou neles para serem Deputados Federais ???
Eles não prometeram isso e aquilo como Deputados Federais ???
Para variar, o povo que se dane.
Interessante é que os nobres não querem ser deputados federais, e sim secretários do Governo Sérgio Cabral, mas o salário preferem receber como se fossem deputados, motivo, como secretário do Cabral vão ganhar "apenas" R$ 12,9 mil reais, já como parlamentar R$ 26,7 mil reais.
É uma piada: o mandato de deputado federal não querem, mas o salário sim !!!
Sinceramente, há muita coisa a se mudar no Brasil, enquanto não se fizer uma reforma política séria, a ZONA vai continuar.
Por exemplo, o deputado para assumir um cargo no executivo deveria renunciar ao mandado, com certeza, isso iria fazer os parlamentares pensarem muito no assunto.
Em tempo, não existe nenhuma ilegalidade nessa opção dos deputados, mas convenhamos, seria mais correto, moral, e justo, receberem o salário de secretário.
Deputados federais estão aproveitando uma brecha da Constituição para se tornarem "supersecretários" de Estado, ganhando salário de R$ 26,7 mil, mais do que os próprios governadores, seus chefes daqui para frente.
Até a tarde de ontem, 18 deputados haviam pedido para continuar a receber o salário de congressista, embora tenham se afastado da Câmara para trabalhar como secretários de Estado, cujo salário é, em geral, bem menor.
Levantamento da Folha mostra que pelo menos 30 deputados irão se licenciar para atuar nos Estados.
A Constituição permite ao parlamentar escolher entre o salário de secretário ou o da Câmara, cujo valor foi reajustado em 62%, passando de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil.
Todos os que até ontem haviam informado a decisão à Câmara optaram pelo contracheque maior.
"O fato de eu estar secretário é uma circunstância. Posso estar hoje e não estar amanhã. A delegação que recebi da população é para ser deputado", disse José Aníbal (PSDB), que se licencia da Câmara para assumir a Secretária de Energia de SP.
Ele diz ter defendido apenas a reposição da inflação no reajuste para os congressistas, que embora tenha entrado em vigor agora, foi aprovado em dezembro.
O salário do cargo de Aníbal, R$ 15 mil, é quase R$ 12 mil menor do que o pago no Congresso. O governador Geraldo Alckmin ganha R$ 18,7 mil, R$ 8.000 a menos do que o subordinado.
Só no governo de São Paulo haverá cinco "supersecretários" oriundos da Câmara.
"Escolhi o salário da Câmara porque o de secretário é menor", declarou Márcio França (PSB), secretário de Turismo de Alckmin.
DIFICULDADE
A diferença é maior ainda no Rio Grande do Sul, onde os secretários do governo ganham R$ 11 mil ao mês.
"Fica difícil, né?", disse Luiz Busato (PTB), que assumiu a Secretaria de Obras e receberá R$ 15,7 mil a mais por mês -R$ 9.700 superior ao que ganha o chefe, o governador Tarso Genro (PT).
No Rio de Janeiro, o secretário de Habitação, Leonardo Picciani (PMDB), afirmou que sua decisão é técnica.
"É mais cômodo receber pela Câmara, porque, quando eu volto para o mandato, não preciso reabrir conta bancária. O salário maior não é o mais importante."
Além das secretarias de Estado, seis deputados federais haviam pedido licença da Câmara para assumir o cargo de ministros do governo Dilma Rousseff. Mas, nesse caso, o salário é o mesmo.
Leonardo Picciani e outros não querem o mandato de deputado federal dado pelo povo, querem somente o super salário
.
O povo votou em Leonardo Picciani (PMDB), Alexandre Cardoso (PSB), e Filipe Pereira (PSC). Eleitos para serem deputados federais, vão deixar o legislativo para assumirem cargos no executivo e vão virar secretários do Sérgio Cabral.
Mas e o povo que votou neles para serem Deputados Federais ???
Eles não prometeram isso e aquilo como Deputados Federais ???
Para variar, o povo que se dane.
Interessante é que os nobres não querem ser deputados federais, e sim secretários do Governo Sérgio Cabral, mas o salário preferem receber como se fossem deputados, motivo, como secretário do Cabral vão ganhar "apenas" R$ 12,9 mil reais, já como parlamentar R$ 26,7 mil reais.
É uma piada: o mandato de deputado federal não querem, mas o salário sim !!!
Sinceramente, há muita coisa a se mudar no Brasil, enquanto não se fizer uma reforma política séria, a ZONA vai continuar.
Por exemplo, o deputado para assumir um cargo no executivo deveria renunciar ao mandado, com certeza, isso iria fazer os parlamentares pensarem muito no assunto.
Em tempo, não existe nenhuma ilegalidade nessa opção dos deputados, mas convenhamos, seria mais correto, moral, e justo, receberem o salário de secretário.
Deputados federais estão aproveitando uma brecha da Constituição para se tornarem "supersecretários" de Estado, ganhando salário de R$ 26,7 mil, mais do que os próprios governadores, seus chefes daqui para frente.
Até a tarde de ontem, 18 deputados haviam pedido para continuar a receber o salário de congressista, embora tenham se afastado da Câmara para trabalhar como secretários de Estado, cujo salário é, em geral, bem menor.
Levantamento da Folha mostra que pelo menos 30 deputados irão se licenciar para atuar nos Estados.
A Constituição permite ao parlamentar escolher entre o salário de secretário ou o da Câmara, cujo valor foi reajustado em 62%, passando de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil.
Todos os que até ontem haviam informado a decisão à Câmara optaram pelo contracheque maior.
"O fato de eu estar secretário é uma circunstância. Posso estar hoje e não estar amanhã. A delegação que recebi da população é para ser deputado", disse José Aníbal (PSDB), que se licencia da Câmara para assumir a Secretária de Energia de SP.
Ele diz ter defendido apenas a reposição da inflação no reajuste para os congressistas, que embora tenha entrado em vigor agora, foi aprovado em dezembro.
O salário do cargo de Aníbal, R$ 15 mil, é quase R$ 12 mil menor do que o pago no Congresso. O governador Geraldo Alckmin ganha R$ 18,7 mil, R$ 8.000 a menos do que o subordinado.
Só no governo de São Paulo haverá cinco "supersecretários" oriundos da Câmara.
"Escolhi o salário da Câmara porque o de secretário é menor", declarou Márcio França (PSB), secretário de Turismo de Alckmin.
DIFICULDADE
A diferença é maior ainda no Rio Grande do Sul, onde os secretários do governo ganham R$ 11 mil ao mês.
"Fica difícil, né?", disse Luiz Busato (PTB), que assumiu a Secretaria de Obras e receberá R$ 15,7 mil a mais por mês -R$ 9.700 superior ao que ganha o chefe, o governador Tarso Genro (PT).
No Rio de Janeiro, o secretário de Habitação, Leonardo Picciani (PMDB), afirmou que sua decisão é técnica.
"É mais cômodo receber pela Câmara, porque, quando eu volto para o mandato, não preciso reabrir conta bancária. O salário maior não é o mais importante."
Além das secretarias de Estado, seis deputados federais haviam pedido licença da Câmara para assumir o cargo de ministros do governo Dilma Rousseff. Mas, nesse caso, o salário é o mesmo.
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